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O livro de Jó: Uma história ou uma estória!

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Mensagem por Rasabino em Seg 19 Jan 2015, 13:35

O Livro de Jó ou Job é um dos livros sapienciais do Antigo Testamento e da Tanakh, vem depois do Livro de Ester e antes do Livro de Salmos. É considerada a obra prima da literatura do movimento de Sabedoria. Também é considerada uma das mais belas histórias de prova e fé. Conta a história de Jó, onde o livro mostra que era um homem temente a Deus e o agradava.

As inúmeras exegeses presentes neste livro são tentativas clássicas para conciliar a coexistência do mal e de Deus (teodicéia). A época em que se desenrolam os fatos, ou quando este livro foi redigido, é controverso. Existe uma famosa discussão no Talmud a este respeito.

A autoria de Jó é incerta. Alguns eruditos atribuem o livro a Moisés. Outros atribuem a um dos antigos sábios, cujos escritos podem se encontrados em Provérbios ou Eclesiastes. Talvez o próprio Salomão tenha sido seu autor. O livro de Jó também é considerado o livro mais antigo da Bíblia, mais até que o livro de Gênesis.

Por outro lado, a Edição Pastoral da Bíblia sustenta que o livro provavelmente foi redigido, em sua maior parte, durante o exílio, no século VI A.C.

A Bíblia de Jerusalém sustenta que o livro é posterior a Jeremias e Ezequiel, ou seja, escrito em uma época posterior ao Exílio na Babilônia, considerando provável sua composição no início do séc. V A.C .

A Tradução Ecumênica da Bíblia sustenta que a obra foi composta em várias etapas:

O prólogo (1:1-2:13) e o epílogo (42:7-17), seriam um conto folclórico que originalmente narrava a paciência exemplar de um homem da terra de Uz (talvez em Edom, a sudeste do Mar Morto). Este conto circulava entre os sábios do Oriente Médio de formal oral desde o fim do Segundo Milênio AC, e foi recontado em hebraico na época de Samuel, David e Salomão (sécs. XI e X AC).
Servindo-se da bem conhecida história do infeliz Jó (Ez 14:14.20), um poeta da segunda geração do Exílio na Babilônia (aprox. 575 AC) compôs o poema (3:1-31:40; 38:1-42:6).
Os discursos de Elihu (32:1-37:24), que tratam do valor educador do sofrimento, seria uma adição posterior de outro autor.
Muitos pensam que o Elogio da Sabedoria (28:1-28) seria uma adição posterior.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Livro_de_J%C3%B3


Acerca da inspiração deste livro, Convidado, como você o entende e por quê?
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Mensagem por Marcelo Almoedo em Seg 19 Jan 2015, 18:24

Boa tarde


Rasabino
Acerca da inspiração deste livro, Marcelo Almoedo, como você o entende e por quê?
Agora você me pegou botinho, eu não sei se comente pelo meu lado cético ou comente o que esse livro reprenta na bíblioteca do Gande Livro.

Estou nesse momento inclinada a fazer pela 2ª opção.


O livro de Jó ou Job pode ser uma história real ou apenas uma boa história para ilustrar o caráter de Deus? Ou talvez tenha tido algum extra adicionado para ele em um estágio. Pergunto isso devido à parte no início em que Deus e Satanás tem basicamente faz uma aposta. Eu também não entendo por que uma pessoa (Satanás, neste caso) teria uma aposta com Deus que sabe tudo? presente passado e futuro.

Vamos primeiro resolver ou não o conteúdo do Jó é historicamente autêntico perante outros livros.


Primeiro, vamos ler Jó como história. Ele fala sobre um homem chamado Jó. Ele viveu na terra de Uz. Relaciona-se com detalhes sobre sua família, sua vida e seu sofrimento. Esse Livro se comunica a nós o interesse dos seus amigos em seu sofrimento, e lutando o espiritual com o qual Jó tratada.


Há nada sobre o seu conteúdo que deveria levar-nos a rejeitar sua historicidade. Não é apresentada como figurativo ou simbólica. Ele é apresentado como o que realmente aconteceu.

Segundo, se devemos rejeitar Jó como a história simplesmente porque contém matérias que são extraordinários (por exemplo, Deus dialogando com Satanás; Deus fala com Jó de um redemoinho), então devemos rejeitar grande parte do resto da Bíblia também. Na verdade, se vocês acredita que a Bíblia, é um documento inspirado por Deus, seria rejeitado pelos mesmos motivos, porque a idéia de que vocês acreditam que Deus revela sua vontade através da inspiração das Escrituras é extraordinária, onde podemos confirmar com as revelações que o Rasabino recebe. 

Não é preciso dizer: "O livro de Jó contém componentes milagrosas; . Por isso, não é de natureza histórica "O mesmo raciocínio exigiria que o registro da ressurreição de Cristo não é historicamente exato - simplesmente porque é milagroso.


O fato da questão é, este mundo até agora não pode ser explicado sem criação sobrenatural. Todas as religiões  do planeta compartilham da mesma ideia.  Se um descarta a possibilidade de um ato milagroso, ele rejeitou a única explicação para a origem do Universo, embora a ideia de NÃO SEI seja mais lógica pra mim.


Em terceiro lugar, outros escritores bíblicos se referem a Jó como uma pessoa real. Ezequiel refere-se ao trabalho juntamente com Noé e Daniel (Ezequiel 14:14  e  14:20 ). E tiago baseia-se o exemplo de Jó para confortar o sofrimento, provando o ponto de que Deus é misericordioso. Ele elogia a paciência de Jó (Tiago 5:11 ).

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Mensagem por Luiz da Rocha em Seg 19 Jan 2015, 18:27

Olá Rasabino!

Vou copiar e colar o que escrevi no tópico anterior mas antes, apenas comento que não concordo com as versões nas quais o Livro foi o peemos de multi-composição durante os séculos. Apenas creio que foi uma obra inspirada. Pode ter tido trechos que tenham sido redigidos posteriormente. Ainda assim creio que possivelmente seja o livro mais antigo de todo o Antigo Testamento. 

Sobre a inspiração, valor profético e cárter de realidade de Jó, começo por repetir o que já escrevi:

--------------------
Jesus citou Jó diversas vezes, como por exemplo em:

Há outro que testifica de mim, e sei que o testemunho que ele dá de mim é verdadeiro
(João 5:32 Almeida Revista e Corrigida)

E o Pai, que me enviou, ele mesmo testificou de mim. Vós nunca ouvistes a sua voz, nem vistes o seu parecer;
 e a sua palavra não permanece em vós, porque naquele que ele enviou não credes vós.
 Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam
(João 5:37-39 Almeida Revista e Corrigida)


Eu sou o que testifico de mim mesmo, e de mim testifica também o Pai, que me enviou
(João 8:18 Almeida Revista e Corrigida)

Citando Jó em:

Eis que também, agora, está a minha testemunha no céu, e o meu fiador, nas alturas.
 Os meus amigos são os que zombam de mim; os meus olhos se desfazem em lágrimas diante de Deus.
 Ah! Se alguém pudesse contender com Deus pelo homem, como o filho do homem pelo seu amigo
(Jó 16:19-21 Almeida Revista e Corrigida)


Sem contar as diversas vezes nas quais profecias de Jó se cumpriram em Cristo, como por exemplo:

Meu rosto está rubro
de tanto eu chorar,
e sombras densas
circundam os meus olhos,
 apesar de não haver violência
em minhas mãos
e de ser pura a minha oração
(Jó 16:16-17 NVI)


E, posto em agonia, orava mais intensamente. E o seu suor tornou- se em grandes gotas de sangue que corriam até ao chão
(Lucas 22:44 Almeida Revista e Corrigida)


porquanto vos digo que importa que em mim se cumpra aquilo que está escrito: E com os malfeitores foi contado. Porque o que está escrito de mim terá cumprimento.
 E eles disseram: Senhor, eis aqui duas espadas. E ele lhes disse: Basta
(Luke 22:37-38 Almeida Revista e Corrigida)

E, respondendo Jesus, disse: Deixai-os; basta. E, tocando- lhe a orelha, o curou.
 E disse Jesus aos principais dos sacerdotes, e capitães do templo, e anciãos que tinham ido contra ele: Saístes com espadas e porretes, como para deter um salteador?
 Tenho estado todos os dias convosco no templo e não estendestes as mãos contra mim, mas esta é a vossa hora e o poder das trevas
(Luke 22:51-53 Almeida Revista e Corrigida)


E ainda:

Homens abrem contra mim a boca, com desprezo me esbofeteiam, e contra mim todos se ajuntam. Deus me entrega ao ímpio e nas mãos dos perversos me faz cair.
(Jó 16:10-11 Almeida RA)

E diziam:Salve, rei dos judeus! E davam-lhe bofetadas
(João 19:3 Almeida Revista e Corrigida)


sendo este entregue pelo determinado desígnio e presciência de Deus, vós o matastes, crucificando-o por mãos de iníquos;
(Atos 2:23 Almeida RA)

No mesmo tema ainda lemos:

Porque eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra.
 E depois de consumida a minha pele, ainda em minha carne verei a Deus
(Jó 19:25-26 Almeida Revista e Corrigida)


ao qual, porém, Deus ressuscitou, rompendo os grilhões da morte; porquanto não era possível fosse ele retido por ela.
(Atos 2:24 Almeida RA)


Jó também é citado em:

Ele apanha os sábios na sua própria astúcia; e o conselho dos que tramam se precipita.
(Job 5:13 Almeida RA)


Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; pois está escrito:Ele apanha os sábios na sua própria astúcia
(1 Coríntios 3:19 Almeida Revista e Corrigida)


Quem primeiro me deu a mim, para que eu haja de retribuir-lhe? Pois o que está debaixo de todos os céus é meu
(Jó 41:11 Almeida RA)


Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado?
 Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém!
(Romanos 11:35-36 Almeida Revista e Corrigida)


E é diretamente mencionado em:

Ouvistes qual foi a paciência de Jó e vistes o fim que o Senhor lhe deu; porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso
(Tiago 5:11 Almeida Revista e Corrigida)


Ao meu ver o livro de Jó faz vastas referências a Jesus, inclusive como sofredor.


Agora, assim como Abel era um profeta, também entendo que Jó o era, e ao meu ver um dos maiores, como Davi também foi (e várias das coisas que Davi escreveu não ocorreram com ele, mas sim com Jesus).

Voltando a Abel, apesar de não termos acesso a nada escrito por ele, apenas a menção de um de seus atos no Gênesis já o confirma como um profeta, pois o ato em si era profético e justamente por isso Jesus disse:

para que desta geração seja requerido o sangue de todos os profetas que, desde a fundação do mundo, foi derramado; desde o sangue de Abel até ao sangue de Zacarias, que foi morto entre o altar e o templo; assim, vos digo, será requerido desta geração.
(Lucas 11:50-51 Almeida Revista e Corrigida)


Repare que Jesus indica que o último profeta daquela geração foi Zacarias, e Zacarias foi morto conforme Abel foi, entre o Altar (depois de oferecer o sacrifício) e o Templo. Até nisso, o que ocorreu com Abel, foi profético.

Nós sabemos também que Jesus não citou algo dito ou escrito por Abel e nem Zacarias, mas Abel foi citado através de seus atos e Mateus citou Zacarias (que era uma profecia já sobre uma profecia de Jeremias) para aludir a uma profecia que se cumpria no relato dos evangelhos. A maioria avassaladora das profecias que se cumpriram nos relatos dos Evangelhos não foram citadas por Jesus e nem pelos autores, mas simplesmente são identificadas pelos atos descritos. Da mesma forma que Jó (e no livro o que foi dito por ele) foi citado através do que aconteceu diretamente com Cristo, se provando não só um livro de promessas e profecias, mas profecias messiânicas. E dessa forma confirmando o a autenticidade e autoridade do livro, tendo sido inspirado pelo Espírito e portanto verdadeiro. 

Não podemos esquecer que o mesmo também foi citado duas vezes por Paulo, e Tiago o mencionou dando veracidade a sua existência, como pessoa, não só como poema. Lembrando ainda que Jó afirma que ele verá Deus, graças a Cristo, em carne, quando seu corpo ressuscitar:

Porque eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra.
E depois de consumida a minha pele, ainda em minha carne verei a Deus
(Jó 19:25-26 Almeida Revista e Corrigida)

Aqui ele mesmo vincula a sua existência - e inclusive a sua ressureição - à profecia sobre Jesus Cristo. E sabemos que a profecia sobre o Senhor Jesus Cristo, do Redentor, se cumpriu. 

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Mensagem por Marcelo Almoedo em Seg 19 Jan 2015, 21:23

Boa noite


Agora vou comentar pelo meu lado cético do homem bom, justo e temente a Deus "Jó",  O melhor dessa história que eu posso ver, Deus arruinou a vida de Jó por uma aposta que na realidade já sabia o resultado de antimão. E nessa aposta, pessoas e animais se lascaram e nem sequer estavam envolvidos na apósta. Além disso, Deus literalmente fez este pacto com o diabo. Pra que?

Parece que a vida de Jó (e as vidas de seus filhos e gado) é apenas um jogo ou uma grande piada cósmica de Deus e Satanás. Podemos explicar o comportamento de Satanás, dizendo que ele é mal . Mas Deus é suposto de ser bo , justo e todo amoroso.
 
Mas apesar de tudo isso, a parte que realmente me deixa louco é que os cristãos toma essa historia como uma lição de vida e de fé e perseverança. Eu mesmo ouvi sermões onde eles falam sobre quão maravilhoso Deus é para restaurar em dobro tudo que Jô perdeu, Isso é uma loucura! Como uma historia horrenda dessa pode ser um testamento e comemorado como um testemunho de perseverança no sofrimento! Se não fosse por Deus e Seu problema de jogatina, Jó não teria que sofrer ou perseverar!

Como os cristãos conciliar aposta de Deus com Satanás, com um Deus de amor? Essa é a grande pergunta.
Esta questão não é sobre o problema do mal . Não tem nada a ver com o Jó. Embora faça juz. Mas é sobre o comportamento de Deus no livro de Jó, ou seja, a aposta com Satanás. Se a sua resposta tem alguma coisa a ver com a razão pela qual o justo sofre, provavelmente você está respondendo a pergunta errada.

A única resposta razoável é bastante assustadora: a única razão que você acordou esta manhã, é porque você esta vivo e ainda estão respirando é por causa da misericórdia de Deus beneficente, uma misericórdia que ele pode tirar em um capricho ou uma aposta para confirmar qual seria intensidade de sua fé

Se algum de vocês já se perguntaram para si mesmo,  por que coisas ruins acontecem a pessoas boas, basta ler o livro de Jó. 

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Mensagem por Luiz da Rocha em Seg 19 Jan 2015, 21:39

Marcelo Almoedo escreveu:Eu mesmo ouvi sermões onde eles falam sobre quão maravilhoso Deus é para restaurar em dobro tudo que Jô perdeu, Isso é uma loucura! Como uma historia horrenda dessa pode ser um testamento e comemorado como um testemunho de perseverança no sofrimento! Se não fosse por Deus e Seu problema de jogatina, Jó não teria que sofrer ou perseverar!

Olá Marcelo,

Seria possível discursar longamente sobre o assunto, mas para resumir e não sair muito do tópico, a relação de Jó com a família antiga que se foi e a nova família (em dobro) faz referência ao próprio Deus que se divorciou de uma aliança com uma nação e recebeu todas as outras nações para si. Novamente, se trata de um livro profético.
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Mensagem por Marcelo Almoedo em Seg 19 Jan 2015, 23:16

Boa noite


Luiz da Rocha

Seria possível discursar longamente sobre o assunto, mas para resumir e não sair muito do tópico, a relação de Jó com a família antiga que se foi e a nova família (em dobro) faz referência ao próprio Deus que se divorciou de uma aliança com uma nação e recebeu todas as outras nações para si. Novamente, se trata de um livro profético.

Quem lhe disse que FILHOS podem ser substituídos, quem lhe disse que FILHOS é uma espécie de refil que só precisa complementar.
 

Amigo, jamais queira sentir a dor de uma perda de um filho, seja você religioso ou não. Não queira sentir na pele a inversão da sequência natural das coisas, porque a sequência natural é os (Pais) irem primeiro sabendo que os filhos vão depois. Mas, nunca, jamais o inverso.
 

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Mensagem por Marcelo Almoedo em Seg 19 Jan 2015, 23:31

Boa noite

Luiz 
Se trata de um livro profético.
Não amigo, no conceito Judaico o livro de Jó ou Job, não é um livro profético, ele é um livro sapiencial.O livro de Jó é uma parábola estendida. Pergunte ao seu pastor, não sei se ele saberia te responder, mesmo assim pergunte. O ponto desta parábola é que coisas ruins acontecem a pessoas boas


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Mensagem por Luiz da Rocha em Ter 20 Jan 2015, 05:14

Marcelo, com todo respeito, mas exegese exclusivamente encima do que o judaísmo rabínico entende (ou força entendimento) beira o ridículo, que por sinal luta com unhas e dentes contra qualquer profecia messiânica onde Jesus se enquadre e onde eles não sejam os únicos herdeiros, não tem nenhuma super-relevância sobre outra leitura interpretativa cristã,  especialmente quando este sentido é bem nítido. Agora se não quer aceitar uma e sempre favorecer outra é uma opção sua. 

Porém sobre definição do "sentido da parábola" do livro de Jó, de que coisas ruins acontecerem às pessoas boas (obviamente aos olhos de Deus), parece que o Judaísmo anda menosprezando o que está escrito na Tanakh:

Se você fizer do Altíssimo o seu abrigo,
do Senhor o seu refúgio,
 nenhum mal o atingirá,
desgraça alguma chegará à sua tenda
(Salmos 91:9-10 NVI)


dizendo-lhes: “Se vocês derem atenção ao Senhor, o seu Deus, e fizerem o que ele aprova, se derem ouvidos aos seus mandamentos e obedecerem a todos os seus decretos, não trarei sobre vocês nenhuma das doenças que eu trouxe sobre os egípcios, pois eu sou o Senhor que os cura”
(Êxodo 15:26 NVI)


mas aqueles que esperam no Senhor
renovam as suas forças.
Voam alto como águias;
correm e não ficam exaustos,
andam e não se cansam.
(Isaías 40:31 NVI)


Então vocês verão novamente a diferença entre o justo e o ímpio, entre os que servem a Deus e os que não o servem.
(Malaquias 3:18 NVI)

E o ponto de parábolas não são definidos por pastores ou por comentários e tradições, e sim por leitura e entendimento, sem preguiça intelectual e falta de capacidade interpretativa. Além disso o próprio livro é auto-explicativo desde o princípio, onde O SENHOR afirmasse a Fé de Jó, o seu Amor pelo Senhor é inabalável e não se prende apenas ao interesse financeiro, ao favor da prosperidade e a corrupção das riquezas, como o próprio "Rei de Tiro"" é acusado em Ezequiel e a Babilônia no Apocalipse:

Na multiplicação do teu comércio, se encheu o teu interior de violência, e pecaste; pelo que te lançarei, profanado, fora do monte de Deus e te farei perecer, ó querubim protetor, entre pedras afogueadas. Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; por terra te lancei, diante dos reis te pus, para que olhem para ti. Pela multidão das tuas iniquidades, pela injustiça do teu comércio, profanaste os teus santuários; eu, pois, fiz sair do meio de ti um fogo, que te consumiu a ti, e te tornei em cinza sobre a terra, aos olhos de todos os que te veem
(Ezequiel 28:16-18 Almeida Revista e Corrigida)


Além disso, todo livro Bíblico é sapiental, seria um total absurdo redundante dizer que esse ou aquele o são, como se os outros não fossem... e o meu Pastor é o Senhor Jesus Cristo.

Almoedo escreveu:Quem lhe disse que FILHOS podem ser substituídos, quem lhe disse que FILHOS é uma espécie de refil que só precisa complementar.

Onde existe a palavra substituição ou complemento no que eu escrevi? E desde quando parábolas são lidas cegamente e literalmente? E de onde vc tirou a lei moral e sequencia natural sobre filhos irem primeiro, e ainda para contrastar justamente com essa parábola? Onde está definido essa moralidade universal que você quer impor? É no mínimo estranho essa "crítica" quando a mesma com sua literal e linear leitura negaria o próprio conceito de parábola o qual afirmou conter o livro. E ainda aplicando uma moral que é insólita em relação a Deus, que é um Pai eterno, e portanto naturalmente negando a sua especulada "sequência natural" sobre Pais e Filhos... Inclusive como já notado anteriormente, a referência do livro à Jesus demonstra a "sequência natural" bíblica dos eventos, que é o Filho de Deus que morreu, e foi ressuscitado pelo Pai, trazendo consigo novos filhos, no seu ramo. 

Eu vejo assim, entendimento se faz disponível da Fonte aos que crêem, pois Bíblia não é livro para os ateus, apóstatas e zombadores dos fins dos últimos dias, mas para os que tem fé e acreditam na Palavra de Deus.

Mas os sentidos deles se embotaram. Pois até ao dia de hoje, quando fazem a leitura da antiga aliança, o mesmo véu permanece, não lhes sendo revelado que, em Cristo, é removido. Mas até hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto sobre o coração deles. Quando, porém, algum deles se converte ao Senhor, o véu lhe é retirado.
(2 Coríntios 3:14-16 Almeida RA)


Que Deus continue abençoando os que o buscam com Sua sapiência!
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Mensagem por Rasabino em Ter 20 Jan 2015, 08:23

Graça e Paz a todos!

Amados, pontos de vista à parte, Fé e outros conceitos, gostaria que o debate ficasse apenas focado na questão:

Jó de fato existiu? Esta pessoa, justa, íntegra e que se desviava do mal, de fato teve uma vida na terra? Ou Jó é um exemplo que representa figurativamente muitos homens que viveram na antiguidade e que passaram por experiências iguais as dele?

Se Jó existiu, prove!

Filho do homem, quando uma terra pecar contra mim, agindo traiçoeiramente, então estenderei a minha mão contra ela, e lhe quebrarei o báculo do pão, e enviarei contra ela a fome, e dela exterminarei homens e animais;
ainda que estivessem no meio dela estes três homens, Noé, Daniel e Jó, eles pela sua justiça, livrariam apenas a sua própria vida, diz o Senhor Deus. Se eu fizer passar pela terra bestas feras, e estas a assolarem, de modo que ela fique desolada, sem que ninguém possa passar por ela por causa das feras; ainda que esses três homens estivessem no meio dela, vivo eu, diz o Senhor Deus, que nem a filhos nem a filhas livrariam; eles só ficariam livres; a terra, porém, seria assolada. Ezequiel 14:13-16

Prestem atenção neste texto... só para começarmos o debate.

Acerca de Noé, ele não se livrou sozinho, mais sete pessoas com ele ficaram livres da desolação.

Acerca de Daniel, não sabemos se tinha esposa, filhos ou filhas!

Acerca de Jó, sua mulher e amigos ficaram livres da assolação!

O que se conclui que o texto de Ezequiel trata-se de uma alegoria onde foram usados três personagens conhecido na Torah.

Alegoria é uma representação figurativa que transmite um significado outro que o da simples adição ao literal. É geralmente tratada como uma figura da retórica. Uma alegoria não precisa ser expressa na linguagem: pode dirigir-se aos olhos e, com frequência, encontra-se na pintura, escultura ou noutra forma de arte mimética. O significado etimológico da palavra é mais amplo do que o que ela carrega no uso comum. Embora semelhante a outras comparações retóricas, uma alegoria sustenta-se por mais tempo e de maneira mais completa sobre seus detalhes do que uma metáfora, e apela a imaginação da mesma forma que uma analogia apela à razão. A fábula ou parábola é uma alegoria curta com uma moral definida.

Antes de qualquer pensamento, quero excluir a vida de Noé e Daniel de serem uma fábula ou parábola, visto que estes personagens constam na genealogia bíblica.

Voltando a Jó. Que provas temos da existência real desta pessoa?


Oxalá que as minhas palavras fossem escritas! Oxalá que fossem gravadas num livro! Que, com pena de ferro, e com chumbo, fossem para sempre esculpidas na rocha! Jó 19:23-24

Ah! quem me dera um que me ouvisse! Eis a minha defesa, que me responda o Todo-Poderoso! Oxalá tivesse eu a acusação escrita pelo meu adversário! Por certo eu a levaria sobre o ombro, sobre mim a ataria como coroa. Eu lhe daria conta dos meus passos; como príncipe me chegaria a ele se a minha terra clamar contra mim, e se os seus sulcos juntamente chorarem; se comi os seus frutos sem dinheiro, ou se fiz que morressem os seus donos; por trigo me produza cardos, e por cevada joio. Acabaram-se as palavras de Jó. Jó 31:35-40
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Mensagem por Rasabino em Ter 20 Jan 2015, 08:41

Luiz da Rocha escreveu:Jesus citou Jó diversas vezes, como por exemplo em:

Há outro que testifica de mim, e sei que o testemunho que ele dá de mim é verdadeiro
(João 5:32 Almeida Revista e Corrigida)

E o Pai, que me enviou, ele mesmo testificou de mim. Vós nunca ouvistes a sua voz, nem vistes o seu parecer;
e a sua palavra não permanece em vós, porque naquele que ele enviou não credes vós.
Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam
(João 5:37-39 Almeida Revista e Corrigida)


Eu sou o que testifico de mim mesmo, e de mim testifica também o Pai, que me enviou
(João 8:18 Almeida Revista e Corrigida)

Citando Jó em:

Eis que também, agora, está a minha testemunha no céu, e o meu fiador, nas alturas.
Os meus amigos são os que zombam de mim; os meus olhos se desfazem em lágrimas diante de Deus.
Ah! Se alguém pudesse contender com Deus pelo homem, como o filho do homem pelo seu amigo
(Jó 16:19-21 Almeida Revista e Corrigida)

Isto coloca Jó mais para uma Teofania do que uma profecia!
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Mensagem por Marcelo Almoedo em Ter 20 Jan 2015, 10:32

Bom dia


Luiz
Marcelo, com todo respeito, mas exegese exclusivamente encima do que o judaísmo rabínico entende (ou força entendimento) beira o ridículo, que por sinal luta com unhas e dentes contra qualquer profecia messiânica onde Jesus se enquadre e onde eles não sejam os únicos herdeiros, não tem nenhuma super-relevância sobre outra leitura interpretativa cristã,  especialmente quando este sentido é bem nítido. Agora se não quer aceitar uma e sempre favorecer outra é uma opção sua.
Para se autenticar qualquer fonte você tem como obrigação de ir na base onde se originou as profecias....... Usar o N.T. para comprovar que Jesus é o Messias Judeus  torna tola e ridículo qualquer tentativa.


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Mensagem por Marcelo Almoedo em Ter 20 Jan 2015, 10:46

Luiz 
Onde existe a palavra substituição ou complemento no que eu escrevi? E desde quando parábolas são lidas cegamente e literalmente? E de onde vc tirou a lei moral e sequencia natural sobre filhos irem primeiro, e ainda para contrastar justamente com essa parábola? Onde está definido essa moralidade universal que você quer impor? É no mínimo estranho essa "crítica" quando a mesma com sua literal e linear leitura negaria o próprio conceito de parábola o qual afirmou conter o livro. E ainda aplicando uma moral que é insólita em relação a Deus, que é um Pai eterno, e portanto naturalmente negando a sua especulada "sequência natural" sobre Pais e Filhos... Inclusive como já notado anteriormente, a referência do livro à Jesus demonstra a "sequência natural" bíblica dos eventos, que é o Filho de Deus que morreu, e foi ressuscitado pelo Pai, trazendo consigo novos filhos, no seu ramo. 
Pelo simples fato de você escrever que os filhos de Jó, aqueles 10 que se lascaram em um vendaval, morreram e que Jó recebeu mais 10 filhos novinho em folha. Nesse caso esses filhos novinhos em folha substituíram os que morreream.


Primeiro o livro do JÓ não é uma parábola é uma história.

Segundo de onde tirei a sequência naturais, Dela mesmo ou seja NATUREZA, se ocorre fora desse perspectiva é anormal e excepcional.

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Mensagem por Rasabino em Ter 20 Jan 2015, 10:47

O assunto não é este pessoal! Vamos nos posicionar ante a questão: Inspirado ou não? História ou estória?
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Mensagem por Marcelo Almoedo em Ter 20 Jan 2015, 11:02

Já expliquei na msg 02 e não tive refutação
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Mensagem por Rasabino em Ter 20 Jan 2015, 11:34

Marcelo Almoedo escreveu:Primeiro, vamos ler Jó como história. Ele fala sobre um homem chamado Jó. Ele viveu na terra de Uz. Relaciona-se com detalhes sobre sua família, sua vida e seu sofrimento. Esse Livro se comunica a nós o interesse dos seus amigos em seu sofrimento, e lutando o espiritual com o qual Jó tratada.


Há nada sobre o seu conteúdo que deveria levar-nos a rejeitar sua historicidade. Não é apresentada como figurativo ou simbólica. Ele é apresentado como o que realmente aconteceu.

Sendo assim, você crê que a escritura é fato comprovado!

Por outro lado também diz:

Marcelo Almoedo escreveu:Parece que a vida de Jó (e as vidas de seus filhos e gado) é apenas um jogo ou uma grande piada cósmica de Deus e Satanás.

Deixa dúvidas! Sad Afinal, Marcelo, Jó existiu ou não? Sua vida é uma história ou uma estória?

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