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Uma pergunta para os crentes na doutrina da imortalidade incondicional da alma.

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Ernesto
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Re: Uma pergunta para os crentes na doutrina da imortalidade incondicional da alma.

Mensagem por Ernesto em Qui 23 Mar 2017, 09:47


Edison diz:

Um espírito não tem forma. Jesus disse isso.(Luc. 24:39)

Ernesto responde;

Ola lá, esta para mim é nova. Então tu dizes que Deus que é Espirito não tem forma alguma?
Jesus se referiu aos anjos, ou aos anjos caídos, (não sei) mas, ele não disse que os espírito não tem forma, ele disse que o espirito não tem carne nem ossos, isso é muito diferente, Se Deus criou o homem conforme a imagem dele, então o Deus Espírito tem forma, somente com outra natureza.
Mas isso não acontece com o espírito do homem, Deus colocou no homem um cérebro pensante, que gera os pensamentos, (não venha dizer que eu estou dizendo que o cérebro orgânico é o espírito do homem), mas, o poder que gera dentro dele esse sim que é o espírito do homem, esse poder faz parte do folego da vida que Deus soprou no homem.

Abraços Ernesto

Edison
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Re: Uma pergunta para os crentes na doutrina da imortalidade incondicional da alma.

Mensagem por Edison em Qui 23 Mar 2017, 12:16

Ernesto escreveu:
Edison diz:

Um espírito não tem forma. Jesus disse isso.(Luc. 24:39)

Ernesto responde;

Ola  lá, esta para mim é nova. Então tu dizes que Deus que é Espirito não tem forma alguma?
Jesus se referiu aos anjos, ou aos anjos caídos, (não sei) mas, ele não disse que os espírito não tem forma, ele disse que o espirito não tem carne nem ossos, isso é muito diferente, Se Deus criou o homem conforme a imagem dele, então o Deus Espírito tem forma, somente com outra natureza.
Mas isso não acontece com o espírito do homem, Deus colocou no homem um cérebro pensante, que gera os pensamentos, (não venha dizer que eu estou dizendo que o cérebro orgânico é o espírito do homem), mas, o poder que gera dentro dele esse sim que é o espírito do homem, esse poder faz parte do folego da vida que Deus soprou no homem.

Abraços    Ernesto

Opa! tá chegando lá.................rsrsrsrs

Então o "poder" que gera os pensamentos no cérebro humano é o espírito??? Bingo!!! Acertou.

Isso que agora você chama de "poder" é o espírito, criado por Deus e que quando o homem morre volta para Deus.

A Bíblia diz que Deus é Pai de espíritos (Heb. 12:9).

Deus é ou não é o seu Pai?

Se Deus é Espírito (Jo 4:24) e se Deus é Pai dos espíritos (Heb. 12:9) e se você nasceu de Deus e foi foi gerado por Ele (I Jo 5:1), você é só um saco de carne e ossos?

O fôlego Ernesto, é uma mecânica impulsionado por uma dinâmica, ou como você diz por um "poder", que na verdade é o teu espírito nascido do Pai dos espíritos.



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Ernesto
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Re: Uma pergunta para os crentes na doutrina da imortalidade incondicional da alma.

Mensagem por Ernesto em Sex 24 Mar 2017, 08:10


Edison diz:

O fôlego Ernesto, é uma mecânica impulsionado por uma dinâmica, ou como você diz por um "poder", que na verdade é o teu espírito nascido do Pai dos espíritos.

Ernesto responde;

O teu espirito pensa assim, porque o cérebro criou este pensamento, Assim como Deus formou o coração e o figado cada um para suas funções, com o cérebro acontece o mesmo.

Abraços Ernesto

Edison
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Re: Uma pergunta para os crentes na doutrina da imortalidade incondicional da alma.

Mensagem por Edison em Sab 25 Mar 2017, 12:57



Ernesto, o cérebro processa os pensamentos do espírito. O espírito depende do cérebro para interagir na nossa vida terrena.

Já o espírito produz pensamentos (genericamente falando) de acordo com a natureza da alma.

A alma nascida de novo produz no espírito do homem, pensamentos e demais virtudes advindas do Espírito de Deus, porque ela (a alma) é parte de Deus ou uma partícula de Deus.

Já alma não nascida de novo tem como natureza o pecado, o espírito de satanás. Então seus pensamentos são malignos e isso reflete no espírito e consequentemente determina as ações dela no corpo físico.

Quando a alma nasce do Espírito, conforme Jesus explicou para o Nicodemos, essa alma é enxertada no Espírito e a sua natureza agora passa a ser participante da natureza Divina.

Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também. Efésios 2:3

Pelas quais ele nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas, para que por elas fiqueis participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção, que pela concupiscência há no mundo. 2 Pedro 1:4
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Re: Uma pergunta para os crentes na doutrina da imortalidade incondicional da alma.

Mensagem por Ernesto em Dom 26 Mar 2017, 17:23


Edison diz:

Ernesto, o cérebro processa os pensamentos do espírito. O espírito depende do cérebro para interagir na nossa vida terrena.

Ernesto confirma:

Sendo que o espírito depende do cérebro, isso prova por A+B, que o espírito não tem vida própria, ele precisa ser ativado pelo cérebro, então ele não tem vida própria sem o cérebro
até que enfim estamos de comum acordo

Abraços Ernesto
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Re: Uma pergunta para os crentes na doutrina da imortalidade incondicional da alma.

Mensagem por Tzaruch em Dom 26 Mar 2017, 19:26

.
Olá Ernesto.


Ernesto escreveu:Sendo que o espírito depende do cérebro,

E onde foi que você leu isso ?

E isto fez ela por muitos dias.
Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito:
Em nome de Jesus Cristo, te mando que saias dela.
E na mesma hora saiu.

-Atos 16:18 ACF-

Então e esse espírito que saiu de dentro dela o que aconteceu com ele ?


Ernesto escreveu:isso prova por A+B,

Qual prova,, você tem alguma prova para apresentar ?

Ernesto escreveu:que o espírito não tem vida própria,

Onde estão a provas que o espírito MORRE e deixa de existir ?

Ainda não provou NADA, e já está a fazer afirmações ?


E, se Cristo está em vós, o corpo, na verdade,
está morto por causa do pecado,
mas o espírito vive por causa da justiça.

-Romanos 8:10 ACF-

O espírito é o que vivifica,
a carne para nada aproveita;
as palavras que eu vos disse são espírito e vida.

-João 6:63 ACF-

Você não fala segundo a Bíblia, mas segundo si mesmo,
ou ainda segundo a sua denominação ensina.



Ernesto escreveu:ele precisa ser ativado pelo cérebro,

Você é que precisa de começar a provar as afirmações que faz,
porque falar é fácil, citar o mesmo da Bíblia é que fica difícil.



Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados,
o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus;
mortificado, na verdade, na carne,
mas vivificado pelo Espírito;

-1 Pedro 3:18 ACF-


Ai tem escrito que CRISTO estava vivificado pelo Espírito, no qual foi pregar
aos espíritos em prisão, e você diz que o espírito precisa ser "ativado" pelo cérebro ?

Só falta é dizer que é o cérebro que tem vida própria.





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Re: Uma pergunta para os crentes na doutrina da imortalidade incondicional da alma.

Mensagem por Ernesto em Ter 28 Mar 2017, 11:51


Edison diz:

Pelas quais ele nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas, para que por elas fiqueis participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção, que pela concupiscência há no mundo. 2 Pedro 1:4

Ernesto responde;

Por favor leia e releia :
Pelas quais ele nos tem dado grandíssimas e preciosas PROMESSAS, A participação da divindade acontecerá no dia da ultima trombeta tocar, e os mortos em Cristo ressuscitarão incorruptíveis, e os santo vivos serão transformados I COR. 15:52. Não se esqueça; Promessa é algo do futuro, não aconteceU na hora da nossa conversão, Por enquanto temos a promessa, por isso vivemos na esperança da transformação de mortal para a imortalidade.
Hoje vivemos em Cristo, e Cristo vive em nós, através do Espirito Santo, mas, ainda possuímos a natureza carnal, estamos sujeitos de nos afastar de Cristo, e a grandíssima promessa não se cumprirá. por isso diz a palavra, Quem está em pé olhe não caia.

Abraços Ernesto

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Re: Uma pergunta para os crentes na doutrina da imortalidade incondicional da alma.

Mensagem por Edison em Qua 29 Mar 2017, 17:12

Ao dizer que o espírito depende do cérebro, eu quis dizer que sem cérebro o espírito não se comunica com o mundo terreno.




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Re: Uma pergunta para os crentes na doutrina da imortalidade incondicional da alma.

Mensagem por Maicon em Qua 29 Mar 2017, 21:41

Edison, primeira pergunta que faço é: espírito se comunica ? Estou falando de ""espírito"", não do ""Espírito"". Pois o caminho na verdade é inverso ao seu parecer, o cérebro é que não pode estar em funcionamento se o ""espírito"" não estiver movimentando o corpo. Se o ""espírito"" é retirado, o homem na visão bíblica passaria a ser somente o boneco de barro sem movimento de antes de Deus soprar-lhe em suas narinas o fôlego da vida. O corpo e os órgãos não funcionam sem o ""espírito"", ter-se o corpo sem a sua causa movimentadora é a mesma coisa que estar morto, pois é isso que acontece biblicamente quando o ""espírito"" é retirado do corpo - a morte. É o cérebro que depende do ""espírito"", não o contrário.

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Re: Uma pergunta para os crentes na doutrina da imortalidade incondicional da alma.

Mensagem por Edison em Qui 30 Mar 2017, 14:00

Maicon escreveu:Edison, primeira pergunta que faço é: espírito se comunica ? Estou falando de ""espírito"", não do ""Espírito"". Pois o caminho na verdade é inverso ao seu parecer, o cérebro é que não pode estar em funcionamento se o ""espírito"" não estiver movimentando o corpo. Se o ""espírito"" é retirado, o homem na visão bíblica passaria a ser somente o boneco de barro sem movimento de antes de Deus soprar-lhe em suas narinas o fôlego da vida. O corpo e os órgãos não funcionam sem o ""espírito"", ter-se o corpo sem a sua causa movimentadora é a mesma coisa que estar morto, pois é isso que acontece biblicamente quando o ""espírito"" é retirado do corpo - a morte. É o cérebro que depende do ""espírito"", não o contrário.

Sim, espírito se comunica, lógico.

Jesus mostrou isso na parábola do rico e o Lázaro.

Vemos isso no Apocalipse inteiro. Ali em Patmos o João-corpo se manteve ali, mas o João-espírito foi arrebatado para uma dimensão onde o futuro era como presente e de igual modo o passado (Apoc. 4:2). O corpo do João ficou ali na ilha, por certo desacordado, como é comum na Bíblia, porem respirando senão seu cérebro morreria.

No episodio em En-Dor vemos o espírito de Samuel se comunicando com Saul através do cérebro e boca (portanto corpo) daquela mulher (I Sam 28:15-19). Sem o cérebro dela Samuel jamais poderia se comunicar com o Saul.

Na verdade o espírito propriamente dito é um interface entre a alma e o corpo. A alma é o grande comandante. O espírito é o software ou tem os softwares que põe o hardware para se exprimir. Já o "peopleware" é a alma que comanda o software e consequentemente o hardware.

Essa é minha maneira de entender didaticamente a trindade humana; corpo, espírito e alma.




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Re: Uma pergunta para os crentes na doutrina da imortalidade incondicional da alma.

Mensagem por Ernesto em Dom 02 Abr 2017, 15:25

Edison diz

Ao dizer que o espírito depende do cérebro, eu quis dizer que sem cérebro o espírito não se comunica com o mundo terreno.


Ernesto responde;

Parabéns; ainda continuas afirmando que o espírito é inteiramente dependente do cérebro, e confirmas que os espiritas estão errados, ao afirmarem que o espirito se manifesta sem o corpo não é?

Abraços Ernesto

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Re: Uma pergunta para os crentes na doutrina da imortalidade incondicional da alma.

Mensagem por Maicon em Seg 03 Abr 2017, 02:05

Respondendo a mensagem 115 do Edison. Apelar pra parábola do rico e do Lázaro é complicado para se tentar provar uma comunicação do ""espírito"", pois literalizar essa parábola trás problemas seríssimos. Primeiro teria que admitir-se que há uma proximidade entre ambos, céu e inferno, que pelo menos visualmente não é intransponível, já que no suposto pós-morte, residentes de um lado podiam ver o sofrimeto ou a bonança do outro lado. Então contemplar-se do céu o sofrimento mesmo sem participar dele, também é um tipo de sofrimento, há sofrimento no céu ? Pois nem que seja psicológico haveria baseando-se nessa parábola. Sem contar que nem consigo descrever em suposição qual seria a questão psicológica no inferno, com seus residentes vendo a bonança do céu. Em segundo lugar como disse Alberto R. Timm: "Teríamos de acreditar também na vida após a morte, enquanto o corpo jaz na sepultura, continua existindo de forma consciente uma espécie de alma espiritual que possui “olhos”, “dedo” e “língua”, e que inclusive pode sentir sede (versos 23 e 24 da parábola)." George E. Ladd, por exemplo, "diz que essa história era provavelmente “uma parábola de uso corrente no pensamento judaico e não tenciona ensinar coisa alguma acerca do estado dos mortos”. (O Novo Dicionário da Bíblia [São Paulo: Vida Nova, 1962], vol. 1, p. 512). Sendo esse o caso, temos que procurar entender qual o verdadeiro propósito da parábola." Então o verdadeiro propósito da parábola é o que eu vou tentar explicar. Toda a sequência de parábolas de Jesus ali foi para divergir do conceito preconceituoso dos fariseus contra os marginalizados da época. Falar de um rico condenado e de um mendigo salvo foi um tapa na cara dos fariseus, pois Jesus mostrou que status material não interfere em nada em relação a recompensa futura. Os escribas e fariseus que se julgam mais espirituais e dignos do que os outros podem ser os mais desgraçados no porvir. Outro ponto que Jesus mostrou, é que salvação e condenação se adquiri aqui, nessa terra, nessa vida e não pode essa situação ser mudada em nenhuma hipótese ainda que fosse possível Abraão interceder. Alberto R. Timm dirá novamente: "A referência à impossibilidade de Abraão salvar o homem rico do seu castigo reprova o orgulho étnico dos fariseus, que se consideravam merecedores da salvação por serem descendentes de Abraão (ver Lc 3:8; 13:28; Jo 8:39 e 40, 52-59). Mesmo não tencionando esclarecer o estado do homem na morte, esta parábola declara, em harmonia com o restante das Escrituras, que os mortos só podem voltar a se comunicar com os vivos através da ressurrreição (Lc 16:31). E, se analisarmos mais detidamente o que “Moisés e os profetas” têm a nos dizer sobre o estado na morte, perceberemos que os mortos permanecem inconscientes na sepultura até o dia da ressurreição final (ver Jó 14:10-12; Sl 6:4-5; Ec 9:5, 10; Jo 5:28 e 29; 11:1-44; I Co 15:16-18; I Ts 4:13-15)."

Aí você foi para o caso de Samuel, só que pelo relato, está mais para Saul ter sido enganado pela pitonisa. "Ao que o rei lhe disse: Não temas; que é que vês? Então a mulher respondeu a Saul: Vejo deuses que vem subindo de dentro da terra."
1 Samuel 28:13
Uma entidade se manifestou como se fosse Samuel para tentar enganar Saul, aliás foram mais de uma ali já que a palavra Elohim do hebraico é plural, e uma das tais tentou se fazer de Samuel para ludibriar Saul. Se Deus tinha cortado comunicação com Saul, inclusive por profetas, como ele iria permitir que Samuel retornasse ( se caso fosse possível ) para falar com o rei Saul ? “E perguntou Saul ao Senhor, porém o Senhor não lhe respondeu, nem por sonhos, nem por Urim, nem por profetas” (cf. 1 Samuel 28:6). Nem imortalistas sérios se apegam nessa passagem "espírita". Então Deus permitiria que supostamente Samuel, um profeta seu fosse invocado por uma prática que ele sempre condenou em todo o Tanakh ? Isso é lógicamente contraditório. E Samuel se caso fosse possível a comunicação atenderia ao chamado da feiticeira ? Samuel compactuaria com uma prática condenável ? Tem tantas contrariedades nessa passagem que até evito continuar, pois além do que eu já disse, a profecia do pseudo Samuel tem várias mentiras que não vou detalhar aqui no momento.

Sobre a passagem de Apocalipse que você colocou 4:2, isso é uma maneira de expressão para visões e estado de êxtase. O relato quis dizer que o personagem estava sob controle do sobrenatural.  "Imediatamente me vi tomado pelo Espírito, e diante de mim estava um trono no céu e nele estava assentado alguém." (Ap 4:2 ). E mais: "Num domingo, fui arrebatado em ÊXTASE, e ouvi, por trás de mim, voz forte como de trombeta,
que dizia: O que VÊS, escreve-o num livro e manda-o às sete igrejas: a Éfeso, a Esmirna, a Pérgamo, a Tiatira, a Sardes, a Filadélfia e a Laodicéia.
Voltei-me para saber que voz falava comigo. Tendo-me voltado, VI sete candelabros de ouro
Apocalipse 1:10-12
O que João teve foram grandes revelações de experiências visionárias, não que um suposto espírito imaterial saiu do corpo para se comunicar, isso é absurdo.

Edison
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Re: Uma pergunta para os crentes na doutrina da imortalidade incondicional da alma.

Mensagem por Edison em Ter 04 Abr 2017, 23:12

Maicon escreveu:Respondendo a mensagem 115 do Edison. Apelar pra parábola do rico e do Lázaro é complicado para se tentar provar uma comunicação do ""espírito"", pois literalizar essa parábola trás problemas seríssimos. Primeiro teria que admitir-se que há uma proximidade entre ambos, céu e inferno, que pelo menos visualmente não é intransponível, já que no suposto pós-morte, residentes de um lado podiam ver o sofrimeto ou a bonança do outro lado. Então contemplar-se do céu o sofrimento mesmo sem participar dele, também é um tipo de sofrimento, há sofrimento no céu ? Pois nem que seja psicológico haveria baseando-se nessa parábola. Sem contar que nem consigo descrever em suposição qual seria a questão psicológica no inferno, com seus residentes vendo a bonança do céu. Em segundo lugar como disse Alberto R. Timm: "Teríamos de acreditar também na vida após a morte, enquanto o corpo jaz na sepultura, continua existindo de forma consciente uma espécie de alma espiritual que possui “olhos”, “dedo” e “língua”, e que inclusive pode sentir sede (versos 23 e 24 da parábola)." George E. Ladd, por exemplo, "diz que essa história era provavelmente “uma parábola de uso corrente no pensamento judaico e não tenciona ensinar coisa alguma acerca do estado dos mortos”. (O Novo Dicionário da Bíblia [São Paulo: Vida Nova, 1962], vol. 1, p. 512). Sendo esse o caso, temos que procurar entender qual o verdadeiro propósito da parábola."

Em todas as parábolas de Jesus, Ele sempre usou elementos reais da nossa dimensão e da dimensão espiritual relatados ao longo da Bíblia.
Em momento algum diz que o Lázaro contemplava o tormento do rico. Quem contemplava a condição do rico no inferno era o Abraão que na parábola representava Deus.
A distância ou a separação entre inferno e céu está estabelecida na sintonização das dimensões. Concordo plenamente que quem está na sexta dimensão (lugar onde estava o Lázaro), que é um lugar de gozo, de perfeição, se tiver meio de contemplar o tormento da quinta dimensão, realmente essa sexta dimensão não é um céu de paz.
Já o pessoal da quinta dimensão contemplar o ambiente e a atmosfera da sexta dimensão, conforme diz a parábola, é um elemento a mais para a composição do tormento daquele lugar.



Então o verdadeiro propósito da parábola é o que eu vou tentar explicar. Toda a sequência de parábolas de Jesus ali foi para divergir do conceito preconceituoso dos fariseus contra os marginalizados da época. Falar de um rico condenado e de um mendigo salvo foi um tapa na cara dos fariseus, pois Jesus mostrou que status material não interfere em nada em relação a recompensa futura. Os escribas e fariseus que se julgam mais espirituais e dignos do que os outros podem ser os mais desgraçados no porvir. Outro ponto que Jesus mostrou, é que salvação e condenação se adquiri aqui, nessa terra, nessa vida e não pode essa situação ser mudada em nenhuma hipótese ainda que fosse possível Abraão interceder.

OK concordo.


Alberto R. Timm dirá novamente: "A referência à impossibilidade de Abraão salvar o homem rico do seu castigo reprova o orgulho étnico dos fariseus, que se consideravam merecedores da salvação por serem descendentes de Abraão (ver Lc 3:8; 13:28; Jo 8:39 e 40, 52-59). Mesmo não tencionando esclarecer o estado do homem na morte, esta parábola declara, em harmonia com o restante das Escrituras, que os mortos só podem voltar a se comunicar com os vivos através da ressurrreição (Lc 16:31). E, se analisarmos mais detidamente o que “Moisés e os profetas” têm a nos dizer sobre o estado na morte, perceberemos que os mortos permanecem inconscientes na sepultura até o dia da ressurreição final (ver Jó 14:10-12; Sl 6:4-5; Ec 9:5, 10; Jo 5:28 e 29; 11:1-44; I Co 15:16-18; I Ts 4:13-15)."

O próprio Moisés proibiu consultar espíritos dos mortos (Deut. 18:9-14).

Uma pergunta que apela para a lógica: Por que proibir consultar espíritos de pessoas mortas se isso não existe ou se for impossível?
E a prática é claramente considerada abominável, exatamente porque é possível.



Aí você foi para o caso de Samuel, só que pelo relato, está mais para Saul ter sido enganado pela pitonisa. "Ao que o rei lhe disse: Não temas; que é que vês? Então a mulher respondeu a Saul: Vejo deuses que vem subindo de dentro da terra."

Na linguagem antiga da Bíblia aqueles a quem vinha a Palavra do Senhor eram chamados deuses (Jo 10:34-35).


1 Samuel 28:13
Uma entidade se manifestou como se fosse Samuel para tentar enganar Saul, aliás foram mais de uma ali já que a palavra Elohim do hebraico é plural, e uma das tais tentou se fazer de Samuel para ludibriar Saul.

Essa é uma interpretação clássica dos evangélicos.
Não é o que está escrito.
A Bíblia afirma categoricamente que era Saul.
Se não o foi, então satanás enganou a Deus o inspirador da Bíblia, enganou a Natã e Gade autores do Livro de Samuel e por último enganou a Saul.


Se Deus tinha cortado comunicação com Saul, inclusive por profetas, como ele iria permitir que Samuel retornasse ( se caso fosse possível ) para falar com o rei Saul ? “E perguntou Saul ao Senhor, porém o Senhor não lhe respondeu, nem por sonhos, nem por Urim, nem por profetas” (cf. 1 Samuel 28:6). Nem imortalistas sérios se apegam nessa passagem "espírita". Então Deus permitiria que supostamente Samuel, um profeta seu fosse invocado por uma prática que ele sempre condenou em todo o Tanakh ? Isso é lógicamente contraditório. E Samuel se caso fosse possível a comunicação atenderia ao chamado da feiticeira ? Samuel compactuaria com uma prática condenável ? Tem tantas contrariedades nessa passagem que até evito continuar, pois além do que eu já disse, a profecia do pseudo Samuel tem várias mentiras que não vou detalhar aqui no momento.


Então deixa eu te contar algo que você talvez não saiba.

Depois da queda no Edem, satanás passou a ter domínio sobre as almas dos santos que os mantinha em cativeiro. O dito Paraíso passou a estar sob a jurisdição de satanás.
A palavra cativeiro dentre os variados significados, quer dizer também: " Privação da liberdade sem obrigação de servidão". [www.priberam.pt].
Ali eles estavam retidos na dependência de um libertador, de um Redentor, de um Remidor, de Um que pagasse o preço do seu resgate.

Então um dia veio esse grande Libertador veio. Jesus, durante a sexta-feira e o domingo de manhã, enquanto seu corpo estava inerte no sepulcro, desceu em espírito ao inferno, às partes baixas da terra e reconquistou as chaves da morte e do inferno que, desde o Edem, estava em poder de satanás.

"Por isso diz:Subindo ao alto, levou cativo o cativeiro,e deu dons aos homens.
Ora, isto—ele subiu—que é, senão que também antes tinha descido às partes mais baixas da terra?
Aquele que desceu é também o mesmo que subiu acima de todos os céus, para cumprir todas as coisas" (Efésios 4:8-10).

"Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito;
No qual também foi, e pregou aos espíritos em prisão;
Os quais noutro tempo foram rebeldes, quando a longanimidade de Deus esperava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca; na qual poucas (isto é, oito) almas se salvaram pela água;" (1 Pedro 3:18-20).

"E Jesus, clamando outra vez com grande voz, rendeu o espírito.
E eis que o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo; e tremeu a terra, e fenderam-se as pedras;
E abriram-se os sepulcros, e muitos corpos de santos que dormiam foram ressuscitados;
E, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição dele, entraram na cidade santa, e apareceram a muitos" (Mateus 27:50-53).

Essa façanha da pitonisa somente foi possível até ao Calvário. Depois do Calvário esses santos, patriarcas e profetas foram resgatados e o Paraíso foi levado para onde deveria estar desde antes da fundação do mundo.
Depois do Calvário as pitonisas não encontram mais no inferno esses salvos sob a jurisdição de satanás, que é o grande líder de quem pratica essas consultas mediúnicas.

Então não há nada de errado na afirmação bíblica em dizer que era Samuel.



Sobre a passagem de Apocalipse que você colocou 4:2, isso é uma maneira de expressão para visões e estado de êxtase. O relato quis dizer que o personagem estava sob controle do sobrenatural.  "Imediatamente me vi tomado pelo Espírito, e diante de mim estava um trono no céu e nele estava assentado alguém." (Ap 4:2 ). E mais: "Num domingo, fui arrebatado em ÊXTASE, e ouvi, por trás de mim, voz forte como de trombeta,
que dizia: O que VÊS, escreve-o num livro e manda-o às sete igrejas: a Éfeso, a Esmirna, a Pérgamo, a Tiatira, a Sardes, a Filadélfia e a Laodicéia.
Voltei-me para saber que voz falava comigo. Tendo-me voltado, VI sete candelabros de ouro
Apocalipse 1:10-12
O que João teve foram grandes revelações de experiências visionárias, não que um suposto espírito imaterial saiu do corpo para se comunicar, isso é absurdo.

Até o capítulo 1, 2 e 3 fica claro que ele estava ali na ilha quando lhe sobreveio as visões e foi escrevendo o que via e ouvia. Porem num determinado momento que pode ser dias, meses ou anos depois das primeiras visões, lhe sobreveio uma outra visão.......Ele ficou ali preso durante vários anos.

"Depois destas coisas, olhei, e eis que estava uma porta aberta no céu; e a primeira voz, que como de trombeta ouvira falar comigo, disse: Sobe aqui, e mostrar-te-ei as coisas que depois destas devem acontecer.
E logo fui arrebatado em espírito, e eis que um trono estava posto no céu, e um assentado sobre o trono" (Apocalipse 4:1,2).

A partir de então ele passa a relatar o que via e ouvia lá "no céu". Ele diz que foi arrebatado em espírito. Ele tinha esses arrebatamentos, voltava à consciência natural e escrevia.

O apóstolo Paulo considerava a possibilidade de ter ido ao "terceiro céu" fora do corpo (II Cor. 12:1-5). Se fosse algo impossível, como é que esse grande apóstolo a quem Jesus reservou para revelar o Seu Evangelho, iria escrever que possivelmente teria ido ao céu fora do corpo?

William Branham conta em vários de seus sermões a experiência de ter ido fora do corpo na região dos salvos (6a dimensão). No seu caso porem ele tinha certeza que tinha ido fora do corpo porque de onde ele estava, também via seu corpo deitado em sua cama ao lado da sua esposa. E entre ir e voltar é como trocar o canal da televisão.
Ele também conta a experiência de ter estado no inferno quando aos 14 anos esteve em coma num hospital e ali naquele lugar de tormento viu pessoas. Uns quarenta anos depois, enquanto aguardava sua esposa que foi comprar roupinhas para bebes num shopping, num determinado momento ouviu duas mulheres conversando descendo as escadas rolantes. Voltou-se para ver quem eram e se lembrou na hora; Eram as mesmas pessoas que a quarenta anos atrás tinha visto lá no inferno. Estavam com as mesmas roupas e inclusive tinham os olhos pintados exatamente como na visão.

Então............
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Re: Uma pergunta para os crentes na doutrina da imortalidade incondicional da alma.

Mensagem por Tzaruch em Qua 05 Abr 2017, 00:36

.
Resposta à Mensagem Nº118

Olá Edison.


Edison escreveu:
Depois da queda no Edem, satanás passou a ter domínio sobre
as almas dos santos que os mantinha em cativeiro.


O dito Paraíso passou a estar sob a jurisdição de satanás.

Isso não está escrito em NENHUMA BÍBLIA.

Deixe de inventar coisas que não estão escritas na Palavra de DEUS,
porque isso não tem nada de original, a não ser que você foi o primeiro
a ter afirmado essas coisas extra bíblicas.


E havendo lançado fora o homem,
pôs querubins ao oriente do jardim do Éden,
e uma espada inflamada que andava ao redor,
para guardar o caminho da árvore da vida
.

-Gênesis 3:24 ACF-

Quem fez isso foi DEUS, por isso você só mesmo inventando é que
pode dizer que o Paraíso tenha ficado sob jurisdição de satanás.







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Re: Uma pergunta para os crentes na doutrina da imortalidade incondicional da alma.

Mensagem por Maicon em Qua 05 Abr 2017, 00:46

Tem vários erros na sua resposta Edison, novamente. Mas está tarde, logo mais eu respondo a essa sua última resposta. E Tzaruch, o que você colocou não foi a única coisa que ele inventou.

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Re: Uma pergunta para os crentes na doutrina da imortalidade incondicional da alma.

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