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Na prática, o que é, de fato, fornecer "DE GRAÇA" o que recebemos de Deus?

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Pereira
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Re: Na prática, o que é, de fato, fornecer "DE GRAÇA" o que recebemos de Deus?

Mensagem por Pereira em Seg 12 Jul 2010, 17:13

Na realidade o APASCENTAR é bem diferente do EVANGELIZAR.

Exige compromisso discipulado, r muito tempo.

Misael Campos
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apacentar

Mensagem por Misael Campos em Seg 12 Jul 2010, 17:34

apacentar exige o que jessus falou para pedro ,amor acima dos outros, muito amor!!!!
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Gerson Witezak
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Re: Na prática, o que é, de fato, fornecer "DE GRAÇA" o que recebemos de Deus?

Mensagem por Gerson Witezak em Seg 12 Jul 2010, 22:04

Quero deixar meu parecer sobre este assunto:


Mateus 10:8,9,10
Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demónios; de graça recebestes, de graça dai.
Não possuais ouro, nem prata, nem cobre, em vossos cintos,
Nem alforjes para o caminho, nem duas túnicas, nem alparcas, nem bordão; porque digno é o operário do seu alimento.

Lucas 10:7,8,9
E ficai na mesma casa, comendo e bebendo do que eles tiverem, pois digno é o obreiro de seu salário. Não andeis de casa em casa.
E, em qualquer cidade em que entrardes, e vos receberem, comei do que vos for oferecido.
E curai os enfermos que nela houver, e dizei-lhes: É chegado a vós o reino de Deus.



Comentário:
O salário de um Obreiro não é 10% como vemos nesses versos!

O salário do obreiro é uma preparação de DEUS, pois na casa que o obreiro repousar sua paz e ali ficando, ele cura os enfermos e prega o Reino de DEUS de GRAÇA e pela mesma GRAÇA que deu sem almejar nada em troca, ele de GRAÇA recebe seu salário. De graça recebe, e de graça daí.

OBS: (comendo e bebendo do que eles tiverem,) E (comei do que vos for oferecido.) De GRAÇA recebeu!





Maria Madalena perguntou a respeito da Pregação de Paulo sobre o que planta deve colher.
Vamos ver em (COR.cap.9)preste atenção nos grifes vermelhos, verdes e azul!

1 Não sou eu apóstolo? Não sou livre? Não vi eu a Jesus Cristo Senhor nosso? Não sois vós a minha obra no Senhor?
2 Se eu não sou apóstolo para os outros, ao menos o sou para vós; porque vós sois o selo do meu apostolado no Senhor.
3 Esta é minha defesa para com os que me condenam.
4 Não temos nós direito de comer e beber?
5 Não temos nós direito de levar conosco uma esposa crentre, como também os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Cefas?
6 Ou só eu e Barnabé não temos direito de deixar de trabalhar?
7 Quem jamais milita à sua própria custa? Quem planta a vinha e não come do seu fruto? Ou quem apascenta o gado e não se alimenta do leite do gado?
8 Digo eu isto segundo os homens? Ou não diz a lei também o mesmo?
9 Porque na lei de Moisés está escrito: Não atarás a boca ao boi que trilha o grão. Porventura tem Deus cuidado dos bois?
10 Ou não o diz certamente por nós? Certamente que por nós está escrito; porque o que lavra deve lavrar com esperança e o que debulha deve debulhar com esperança de ser participante.

11 Se nós vos semeamos as coisas espirituais, será muito que de vós recolhamos as carnais?
12 Se outros participam deste poder sobre vós, por que não, e mais justamente, nós? Mas nós não usamos deste direito; antes suportamos tudo, para não pormos impedimento algum ao evangelho de Cristo. 13 Não sabeis vós que os que administram o que é sagrado comem do que é do templo? E que os que de contínuo estão junto ao altar, participam do altar?
14 Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho.
15 Mas eu de nenhuma destas coisas usei, e não escrevi isto para que assim se faça comigo; porque melhor me fora morrer, do que alguém fazer vã esta minha glória.
16 Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho!
17 E por isso, se o faço de boa mente, terei prêmio; mas, se de má vontade, apenas uma dispensação me é confiada.
18 Logo, que prêmio tenho? Que, evangelizando, proponha de graça o evangelho de Cristo para não abusar do meu poder no evangelho.

19 Porque, sendo livre para com todos, fiz-me servo de todos para ganhar ainda mais.
20 E fiz-me como judeu para os judeus, para ganhar os judeus; para os que estão debaixo da lei, como se estivesse debaixo da lei, para ganhar os que estão debaixo da lei.
21 Para os que estão sem lei, como se estivesse sem lei (não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo), para ganhar os que estão sem lei.
22 Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns.
23 E eu faço isto por causa do evangelho, para ser também participante dele.
24 Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis.
25 E todo aquele que luta de tudo se abstém; eles o fazem para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, uma incorruptível.
26 Pois eu assim corro, não como a coisa incerta; assim combato, não como batendo no ar.
27 Antes subjugo o meu corpo, e o reduzo à servidão, para que, pregando aos outros, eu mesmo não venha de alguma maneira a ficar reprovado.



Comentário dos Versos 7,8,9,10 que esta em vermelho:
Isso que Paulo disse é real e verdadeiro, pois quem é o pastor ou lavrador que não come ou bebe do fruto do seu trabalho?


OBSERVE A PERGUNTA DE PAULO AOS CORINTIOS NO VERSO 11 :
11 Se nós vos semeamos as coisas espirituais, será muito que de vós recolhamos as carnais?

Comentário do verso 11:
TEM COMO PLANTAR TRIGO E COLHER JOIO?
TEM COMO PLANTAR ESPÍRITO E COLHER MATÉRIA?

E digo mais: Mat.7.15,16: Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores.
Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos?


OBSERVE A PERGUNTA DE PAULO E A RESPOSTA DELE NO VERSO 12 :
Se outros participam deste poder sobre vós, por que não, e mais justamente, nós? Mas nós não usamos deste direito; antes suportamos tudo, para não pormos impedimento algum ao evangelho de Cristo.

Comentário do verso 12:
Existiam alguns pregadores que recebiam salários dos Corintíos, mais Paulo argumentou que ele tinha mais direito de receber o tal sálario doque outros, mais preferiu não receber salários materiais para não por IMPEDIMENTO ao Evangelho de CRISTO.



OBSERVE O VERSO 14, POIS É UM PRATO CHEIO PARA OS LOBOS DEVORADORES:
Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho.

Comentário do verso 14:
Muitos obreiros e evangelistas de muitas denominações acreditam que aqueles que anunciam o Evangelho têm que viver do Evangelho, ou seja: receber salários e ser sustentado pelo Evangelho materialmente falando.

Mais o anunciante do Evangelho deve viver do Evangelho, ou seja: ser exprementado pelo Evangelho, viver dentro do Evangelho, ter o testemunho de Jesus, andar nos passos do Evangelho, isso é viver do Evangelho.
Devemos mostrar nas mais simples coisas do nosso modo de viver o Evangelho de CRISTO, e assim viveremos do Evangelho!

Não é viver pelo dinheiro do evangelho, mais sim viver na obediencia do Evangelho!


OBSERVE NO VERSO 18 QUE PAULO NÃO ABUSA DO SEU PODER:
Logo, que prêmio tenho? Que, evangelizando, proponha de graça o evangelho de Cristo para não abusar do meu poder no evangelho.

Comentário do verso 18:
Paulo não abusa da sua autoridade Espiritual para receber o material, mais pelo contrário, ele propoem o Evangelho de graça para receber um prêmio melhor, e maior do que as coisas materiais.

Paulo prefere o receber seu galardão no CÉU, pois concerteza áquele que recebe seu galardão aqui na terra, não receberá no CÉU!

VEJA CONTINUAÇÃO DA PREGAÇÃO DE PAULO AOS CORINTIOS SOBRE ESTE MESMO ASSUNTO EM 2 CORÍNTIOS CAP.11 .
OBSERVE E COMPARE 1COR.9 E 2COR.11 E VERÁ QUE É O MESMO ASSUNTO, APENAS SÃO EM TEMPOS DIFERENTES.



A Paz de DEUS.
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Pereira
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Re: Na prática, o que é, de fato, fornecer "DE GRAÇA" o que recebemos de Deus?

Mensagem por Pereira em Sab 17 Jul 2010, 19:41

Viver do evangelho não é mercadejar benção.

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Re: Na prática, o que é, de fato, fornecer "DE GRAÇA" o que recebemos de Deus?

Mensagem por Flavio da Silva em Sab 03 Maio 2014, 14:30

Estou recentemente estudando sobre isto também, vou estudar isto até obter as respostas

1Cor 9.14 na Bíblia do expositor diz que se refere a ser sustentado economicamente.

O pastor Jotinha disse que tudo bem que um cantor vendesse o seu CD, mas já o cobrar para pregar daí Daniel Berg e Gunnar Vingren teriam um ataque de coração.

Eu não tenho problema nenhum em pagar por uma bíblia de estudo por exemplo, mas acho que os Cds e Bíblias têm um preço meio alto demais.....

Enfim vou buscar por mais respostas quanto a isto....

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Re: Na prática, o que é, de fato, fornecer "DE GRAÇA" o que recebemos de Deus?

Mensagem por Jefté em Sab 03 Maio 2014, 23:53

Olá irmãos

Conforme a sugestão do tópico:
Na PRÁTICA, o que é "não dar graciosamente" e o que é "dar graciosamente"?

Creio que "não dar graciosamente" não se aplicaria apenas a não cobrança pelo pregar o evangelho!
Nem tampouco seria apenas o "pregar" como que repassando-se apenas as palavras (embora elas seja preciosíssimas)
Pois, embora o Senhor nos tenha dito as palavras que ouvidos jamais ouviram, e também aquilo que muitos justos e profetas do passado desejaram ouvir e ver, e não ouviram nem viram; contudo tudo o que o Senhor não só falou como também fez; fê-lo com sublime compaixão e amor!
Assim, o dar de graça, necessitaria estar englobado com tudo o que o Senhor (de Si) nos deu!

Creio que o "dar graciosamente" só pode é em nós comprido, quando somos felizes dispenseiros da graça de Deus, a distribuamos com amor (aquele Amor Dele recebido p/ conosco); de maneira que isso se torna possível ao provarmos que o Senhor é Benigno); então Ele nos capacita p/ distribuirmos de graça o que de graça Dele recebemos...
Só o amor torna isso possível.

Conforme diz São Paulo:
14 Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho.
15 Mas eu de nenhuma destas coisas usei, e não escrevi isto para que assim se faça comigo; porque melhor me fora morrer, do que alguém fazer vã esta minha glória.
16 Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho!
17 E por isso, se o faço de boa mente, terei prêmio; mas, se de má vontade, apenas uma dispensação me é confiada.
18 Logo, que prêmio tenho? Que, evangelizando, proponha de graça o evangelho de Cristo para não abusar do meu poder no evangelho.
19 Porque, sendo livre para com todos, fiz-me servo de todos para ganhar ainda mais.
20 E fiz-me como judeu para os judeus, para ganhar os judeus; para os que estão debaixo da lei, como se estivesse debaixo da lei, para ganhar os que estão debaixo da lei.
21 Para os que estão sem lei, como se estivesse sem lei ( não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo ), para ganhar os que estão sem lei.
22 Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns.
23 E eu faço isto por causa do evangelho, para ser também participante dele.

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Re: Na prática, o que é, de fato, fornecer "DE GRAÇA" o que recebemos de Deus?

Mensagem por Rasabino em Dom 11 Maio 2014, 19:55

Estou de acordo com as duas exposições do Gerson Witezak e do Jefté. Apenas acrescento algo muito simples sobre Graça, que nada mais é que "favor imerecido".

Se não somos merecedores da Graça de Deus, mas Deus nos concedeu a Graça, devemos repassar esta mesma Graça as pessoas, por meio do Evangelho, com o mesmo sentido e sentimento que a nós foi dispensada, qual seja, sem a merecermos.

Transmitir o Evangelho a outrem, como quem sabe que ninguém é merecedor desta GRAÇA, é exaurir dos nossos conceitos e pensamentos a acepção de pessoas.

Fazer isto, com o mesmo sentimento de Deus, é um desafio tremendo: "de graça recebestes, de graça dai". É olhar o próximo como Deus me olha. É contemplar a necessidade humana como Deus me contempla... é dispensar o AMOR e o PERDÃO de Deus como dEle o recebi.
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Re: Na prática, o que é, de fato, fornecer "DE GRAÇA" o que recebemos de Deus?

Mensagem por Diephe em Sex 22 Ago 2014, 19:57

Segundo o Evangelho devemos amar ao próximo acima de quase tudo; só não acima de Deus...

Acima de tudo o que temos... dar o que temos, ao próximo, é um "efeito" e não a "causa".

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Re: Na prática, o que é, de fato, fornecer "DE GRAÇA" o que recebemos de Deus?

Mensagem por HugoDorio em Qui 06 Nov 2014, 18:30

Não vejo o menor sentido em alguém receber salário da igreja.
Todo o trabalho deveria ser voluntário.
Todos deveriam ter seus empregos para com eles manterem a si e às suas famílias, e no final de semana, aqueles que tivessem talentos graciosamente recebidos de Deus poderiam, se quisessem oferecê-los graciosamente pregando, cantando, varrrendo o chão, consertando as cadeiras etc.
Essa cultura de fazer seminário e depois arrumar emprego de pastor me parece um completo absurdo.
Pior que isso, só mesmo esses que resolvem abrir suas próprias igrejas e aí, ao invés de receber salário da igreja, são os próprios donos da igreja, retirando das ofertas a sua remuneração.

E ainda torcem as coisas, dizendo que isso é bíblico.
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Re: Na prática, o que é, de fato, fornecer "DE GRAÇA" o que recebemos de Deus?

Mensagem por Maria Madalena em Qui 06 Nov 2014, 19:53

Falando DIRETAMENTE
Eu acho que fornecer de graça é pregar o Evangelho sem instigar ninguem a fazer ofertas.

Se a pessoa quiser ofertar, que o faça - MAS não por necessidade da Obra.

Ofertar sem compromisso mensal. Isso é receber graciosamente o Ensino do Evangelho.
Eu recebo graciosamente o Evangelho
.
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Re: Na prática, o que é, de fato, fornecer "DE GRAÇA" o que recebemos de Deus?

Mensagem por Janete em Sex 07 Nov 2014, 00:50

Rasabino escreveu:Estou de acordo com as duas exposições do Gerson Witezak e do Jefté. Apenas acrescento algo muito simples sobre Graça, que nada mais é que "favor imerecido".

Se não somos merecedores da Graça de Deus, mas Deus nos concedeu a Graça, devemos repassar esta mesma Graça as pessoas, por meio do Evangelho, com o mesmo sentido e sentimento que a nós foi dispensada, qual seja, sem a merecermos.

Transmitir o Evangelho a outrem, como quem sabe que ninguém é merecedor desta GRAÇA, é exaurir dos nossos conceitos e pensamentos a acepção de pessoas.

Fazer isto, com o mesmo sentimento de Deus, é um desafio tremendo: "de graça recebestes, de graça dai". É olhar o próximo como Deus me olha. É contemplar a necessidade humana como Deus me contempla... é dispensar o AMOR e o PERDÃO de Deus como dEle o recebi.

Perfeita esta definição.
Está cada vez mais escassa esta prática, especialmente com a institucionalização da igreja, onde até os dons são comercializados, onde pastorear virou emprego, onde quem escreve quer vender livro e quem canta quer vender CDs. Sem contar com a distorção da Palavra para extorquir dinheiro do povo. Poucos são os que conservam este entendimento tão coerente com o Evangelho.
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Re: Na prática, o que é, de fato, fornecer "DE GRAÇA" o que recebemos de Deus?

Mensagem por Luiz da Rocha em Qui 11 Dez 2014, 10:41

Gerson Witezak escreveu:OBSERVE O VERSO 14, POIS É UM PRATO CHEIO PARA OS LOBOS DEVORADORES:
Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho.

Comentário do verso 14:
Muitos obreiros e evangelistas de muitas denominações acreditam que aqueles que anunciam o  Evangelho têm que viver do Evangelho, ou seja: receber salários e ser sustentado pelo Evangelho materialmente falando.

Mais o anunciante do Evangelho deve viver do Evangelho, ou seja: ser exprementado pelo Evangelho, viver dentro do Evangelho, ter o testemunho de Jesus, andar nos passos do Evangelho, isso é viver do Evangelho.
Devemos mostrar nas mais simples coisas do nosso modo de viver o Evangelho de CRISTO, e assim viveremos do Evangelho!

Não é viver pelo dinheiro do evangelho, mais sim viver na obediencia do Evangelho!

Repare que logo após essa passagem não se pode ignorar ou omitir o que Paulo falou na sequência:

Mas eu não tenho usado de nenhum desses direitos. Não estou escrevendo na esperança de que vocês façam isso por mim. Prefiro morrer a permitir que alguém me prive deste meu orgulho.
(1 Coríntio 9:15 NVI)


Portanto se a passagem tivesse o sentido que você quer impor, Paulo não teria experimentado o Evangelho, vivido dentro do Evangelho, tido o testemunho de Jesus e andado nos passos do Evangelho, ou ter vivido do Evangelho conforme você quer ler da passagem. Pois o versículo 15 nega todos os direitos anteriores, afirmando que ele não se utilizou desses direitos. Ora, e o que é um direito senão um benefício. Está explícito no próprio versículo anterior os exemplo Levítico, descrito em Leviticus:

Vocês não sabem que aqueles que trabalham no templo alimentam-se das coisas do templo, e que os que servem diante do altar participam do que é oferecido no altar.
(1 Coríntio 9:13 NVI)


Portanto a passagem é clara, se Paulo, como você mesmo concorda, afirma que não busca recursos para se sustentar do evangelho, então é porque esses direitos aos quais ele se refere, do versículo 14 por exemplo, são justamente relativos a recursos financeiros ou de fomento. Paulo, como um evangelizador não buscar esse direito, visa não parecer pregador de "uma nova doutrina" por interesse próprio em competição com o judaísmo que havia por exemplo.

Jesus também afirmou:

Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas. Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã trará as suas próprias preocupações. Basta a cada dia o seu próprio mal.
(Mateus 6:33-34 NVI)


De maneira nenhuma foi afirmado aqui que Cristão devam procurar um emprego secular de toda forma para se sustentar. Isso inclusive não era política da Igreja primitiva, onde vários Cristãos abandonaram seus empregos seculares (porque eram ofícios anti-cristãos) e foram viver em comunidade, como Atos demonstra. E Paulo mais uma vez informa a mesma população de Coríntio, aos mesmos endereçados das passagens discutidas acima, sobre a coleta para os santos, inclusive os que estão a serviço do Evangelho mas também aos irmãos das outras comunidades, como detalhado mais abaixo:

Não tenho necessidade de escrever-lhes a respeito dessa assistência aos santos. Reconheço a sua disposição em ajudar e já mostrei aos macedônios o orgulho que tenho de vocês, dizendo-lhes que, desde o ano passado, vocês da Acaia estavam prontos a contribuir; e a dedicação de vocês motivou a muitos. Contudo, estou enviando os irmãos para que o orgulho que temos de vocês a esse respeito não seja em vão, mas que vocês estejam preparados, como eu disse que estariam, a fim de que, se alguns macedônios forem comigo e os encontrarem despreparados, nós, para não mencionar vocês, não fiquemos envergonhados por tanta confiança que tivemos. Assim, achei necessário recomendar que os irmãos os visitem antes e concluam os preparativos para a contribuição que vocês prometeram. Então ela estará pronta como oferta generosa, e não como algo dado com avareza
(2 Coríntio 9:1-5 NVI)


Fica portanto inviável esse tipo de manipulação das passagens para menosprezar um direito e inclusive um claro comando da própria comunidade Cristã, assim como era realizado no início da Igreja também. Em várias dessas comunidades primitivas muitos tinham mantinham ali as suas funções, para que "trabalhassem" ali, e não no mundo, além de dividirem e compartilharem de todos os bens.

Portanto, meus amados irmãos, mantenham-se firmes, e que nada os abale. Sejam sempre dedicados à obra do Senhor, pois vocês sabem que, no Senhor, o trabalho de vocês não será inútil
(1 Corinthians 15:58 NVI)

Aquele que supre a semente ao que semeia e o pão ao que come, também lhes suprirá e multiplicará a semente e fará crescer os frutos da sua justiça
(2 Corintio 9:10 NVI)


E ainda:

O serviço ministerial que vocês estão realizando não está apenas suprindo as necessidades do povo de Deus, mas também transbordando em muitas expressões de gratidão a Deus. Por meio dessa prova de serviço ministerial, outros louvarão a Deus pela obediência que acompanha a confissão que vocês fazem do evangelho de Cristo e pela generosidade de vocês em compartilhar seus bens com eles e com todos os outros.
(2 Corintio 9:12-13 NVI)


E para quem será a coleta que Paulo solicita e instrui as várias Igrejas?

Quanto à coleta para o povo de Deus, façam como ordenei às igrejas da Galácia. No primeiro dia da semana, cada um de vocês separe uma quantia, de acordo com a sua renda, reservando- a para que não seja preciso fazer coletas quando eu chegar.
(1 Corintio 16:1-2 NVI)


As duas cartas fazem longas referências as ofertas para o Povo de Deus, ministros e irmãos. É de estranhar vilanizar a oferta para a Igreja que irá sustentar seus membros, utilizando uma "deturpação" do "Dar de graça", mas ao mesmo tempo justificar e louvar pagar médicos e a maligna industria farmacêutica de remédios que cobram até para fornecer tratamento do mais básico. É uma total dissonância cognitiva, eu diria dissonância espiritual na verdade. Já que parece que tudo par ao mundo se paga e e compra do melhor, mesmo sendo preços altos, serviços desnecessários, vaidades, etc., mas para qualquer coisa relativa ao Cristianismo impera a mesquinharia, a crítica, o julgamento... é viver completamente on avesso da fé declarada explicitamente nas Escrituras. E tem gente que paga mais de 40% da renda em impostos achando bom, sendo que 50% da arrecadação é para sustentar políticos, funcionários públicos. Os funcionários públicos que também vivem desses impostos não acham ruim também (inclusive os apostatas). Ou seja coletar imposto obrigatório para servir ao governo secular pode, mas voluntariamente para a obra de Deus não pode?

Porém, nem dízimo nem oferta deveriam ser obrigação, por efeito de "Lei", pois o próprio Abraão dizimou pela Fé. Ou seja obrigar ofertas e dízimos por meio de medo, ou por venda de campanhas de milagres é estranho ao Evangelho. Infelizmente as comunidades do início da Igreja praticamente não existem atualmente, e os que trabalham nas Igrejas não vivem nelas, compartilhando da comida e dos seus bens, portanto recebem salário para manterem as suas casas. Obrigar todos os pastores, evangelistas e obreiros a trabalharem mundanamente, e só se dedicar ao Evangelho nas horas vagas (ou no dia vago), é uma clara tentativa do mundo de silenciar Evangelho, de podar sua constante pregação; uma tentativa de impor um legalismo de circuncisão, de impedimento ao ministro de Deus.

Alguns estão confundindo a palavra utilizada para gratuitamente com a palavra Graça, que é a utilizada por Paulo para se referir a "Graça de Jesus." Nesta passagem a palavra é simplesmente gratuitamente. Ou seja, não cobrar por nenhum dom que lhe foi dado gratuitamente também pela Graça de Jesus, da qual é impossível se pagar. Não cobrar para pregar o Evangelho, curar, expulsar demônios... tudo isso não tem cabimento de ser cobrado mesmo.

Agora essa passagem (Mateus 10:5), não é relativa a passagem onde Jesus institui a Igreja (Mateus 16:18), que é posterior e relativa a pregação a todos, não apenas a Israel. E a Igreja, a comunidade, formada é que recebe as ofertas para sua manutenção e sustento de todos, como é explicado nas Epístolas. É diferente de alguém sair pregando e cobrando de terceiros, dos evangelizados, curados, etc., arrecadando para si próprio.
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Re: Na prática, o que é, de fato, fornecer "DE GRAÇA" o que recebemos de Deus?

Mensagem por MateusAlcântara em Sex 12 Dez 2014, 09:00

Entendo que não devemos cobrar pelo nosso trabalho (evangelizar, doutrinar, curar enfermos, expulsar demônios etc). Isso é receber de Graça e dar de Graça.
No entanto, aqueles que se dedicam à pregação do Evangelho e ao presbitério, se se dedicam mesmo, isso requer muito tempo. Podem então ser sustentados pela Igreja, seja recebendo doações de roupa e comida, por exemplo, que foi a forma normal de eles se sustentarem (1 Coríntios 9 diz que só Paulo e Barnabé trabalhavam); seja também recebendo salário. Creio ser lícito qualquer um desses tipos de sustento (receber doações de roupa e alimento ou salário).
Todavia, outra coisa bem diferente são os milhares de dinheiro que os falsos lideres recebem, enriquecendo cada vez mais.

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Re: Na prática, o que é, de fato, fornecer "DE GRAÇA" o que recebemos de Deus?

Mensagem por Rasabino em Seg 15 Dez 2014, 09:07

Na prática é isto:


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Re: Na prática, o que é, de fato, fornecer "DE GRAÇA" o que recebemos de Deus?

Mensagem por DiaconoJonas em Sex 13 Fev 2015, 10:09

A Paz do Senhor

Maria Madalena escreveu:Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai.Mateus 10:8

No meu entendimento os dons que recebemos de Deus,não pode ser vendidos.
Exemplos: pra te curar é x pra ressucitar seu parente é y
Os dons são de Deus e toda honra e glória seja dada a Ele.
No entanto a Biblia justifica o sustento daquele que vive da obra(note vive da obra,ou seja não tem outro serviço apenas a obra para seu sustento)

veja em
1 Coríntios 9 versículo 13 e 14
13 Não sabeis vós que os que administram o que é sagrado comem do que é do templo? E que os que servem ao altar, participam do altar?  
14 Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho.
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Re: Na prática, o que é, de fato, fornecer "DE GRAÇA" o que recebemos de Deus?

Mensagem por Gerson Witezak em Dom 15 Fev 2015, 11:28

Olá Luiz da Rocha, a Paz de Deus!

As duas cartas fazem longas referências as ofertas para o Povo de Deus, ministros e irmãos.


Disseste bem caro Luiz, as cartas fazem longas referências as ofertas para o povo de Deus. Como eu disse em outro tópico "Todas as coisas lhes eram comuns", não havia distinção entre eles.
Todos, tanto o povo como o corpo ministerial eram um corpo só, exatamente por que viviam em comunidade!



É de estranhar vilanizar a oferta para a Igreja que irá sustentar seus membros, utilizando uma "deturpação" do "Dar de graça", mas ao mesmo tempo justificar e louvar pagar médicos e a maligna industria farmacêutica de remédios que cobram até para fornecer tratamento do mais básico.


Ninguém "vilanizou" as ofertas para a Igreja.
Se existe algum Vilão, são àqueles que querem deturpar o dar e receber de Graça, como se o receber de Graça fosse causa de Ganho, conforme descrito em 1Timóteo 6:3-6.





É uma total dissonância cognitiva, eu diria dissonância espiritual na verdade. Já que parece que tudo par ao mundo se paga e e compra do melhor, mesmo sendo preços altos, serviços desnecessários, vaidades, etc., mas para qualquer coisa relativa ao Cristianismo impera a mesquinharia, a crítica, o julgamento... é viver completamente on avesso da fé declarada explicitamente nas Escrituras. E tem gente que paga mais de 40% da renda em impostos achando bom, sendo que 50% da arrecadação é para sustentar políticos, funcionários públicos. Os funcionários públicos que também vivem desses impostos não acham ruim também (inclusive os apostatas). Ou seja coletar imposto obrigatório para servir ao governo secular pode, mas voluntariamente para a obra de Deus não pode?


Eu acredito que ninguém aqui no tópico disse que não se deve "dar de Graça oque de Graça recebeu"...
Não existe comparativo da Graça de Deus com os impostos mundanos!
E outra coisa, é "Ordem do Senhor" que devemos dar a Cézar oque é de Cézar (os impostos), infelizmente o Cézar do Brasil é injusto, e por isso pagamos altos impostos!
Já pensou se Deus fosse cobrar por sua Graça? E tivessemos que pagar a Deus pela Graça?
Além de pagar altos impostos que é mandamento do Senhor, ainda teríamos que pagar por sua Graça, e o que sobraria para nós?
Se as coisas já estão dificeis recebendo a Graça por Graça, imagina pagando por Ela?




Porém, nem dízimo nem oferta deveriam ser obrigação, por efeito de "Lei", pois o próprio Abraão dizimou pela Fé. Ou seja obrigar ofertas e dízimos por meio de medo, ou por venda de campanhas de milagres é estranho ao Evangelho.


E é exatamente contra isso que Lutamos, por isso eu disse:

OBSERVE O VERSO 14, POIS É UM PRATO CHEIO PARA OS LOBOS DEVORADORES:
Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho.

E é isso que vemos hoje em dia sendo posto em prática por inúmeras igrejas.


Infelizmente as comunidades do início da Igreja praticamente não existem atualmente, e os que trabalham nas Igrejas não vivem nelas, compartilhando da comida e dos seus bens, portanto recebem salário para manterem as suas casas. Obrigar todos os pastores, evangelistas e obreiros a trabalharem mundanamente, e só se dedicar ao Evangelho nas horas vagas (ou no dia vago), é uma clara tentativa do mundo de silenciar Evangelho, de podar sua constante pregação; uma tentativa de impor um legalismo de circuncisão, de impedimento ao ministro de Deus.

É aí que vc se engana Luiz da Rocha.
Muitos seguiram o Exemplo de Paulo, que não quis receber salários para anunciar auilo que ele recebeu de Graça; Será que o Apóstolo Paulo dissiminou uma clara tentativa de silenciar o Evangelho? de podar a constante pregação? de Impor um legalismo de circuncisão, de impedimento ao ministros de Deus?
Pelo contrário, O Apóstolo disse que não queria colocar "impedimento" algum ao Evangelho de Cristo, e por isso não quis receber salários! Veja: Se outros participam deste poder sobre vós, por que não, e mais justamente, nós? Mas nós não usamos deste direito; antes suportamos tudo, para não pormos impedimento algum ao evangelho de Cristo.
1 Coríntios 9:12


Quem será que está colocando algum tipo de impedimento ao Evangelho?
Por acaso não são os que querem receber algo em troca, e não se conforman em dar de Graça aquilo que de Graça receberam?






Alguns estão confundindo a palavra utilizada para gratuitamente com a palavra Graça, que é a utilizada por Paulo para se referir a "Graça de Jesus." Nesta passagem a palavra é simplesmente gratuitamente. Ou seja, não cobrar por nenhum dom que lhe foi dado gratuitamente também pela Graça de Jesus, da qual é impossível se pagar. Não cobrar para pregar o Evangelho, curar, expulsar demônios... tudo isso não tem cabimento de ser cobrado mesmo.

Agora essa passagem (Mateus 10:5), não é relativa a passagem onde Jesus institui a Igreja (Mateus 16:18), que é posterior e relativa a pregação a todos, não apenas a Israel. E a Igreja, a comunidade, formada é que recebe as ofertas para sua manutenção e sustento de todos, como é explicado nas Epístolas. É diferente de alguém sair pregando e cobrando de terceiros, dos evangelizados, curados, etc., arrecadando para si próprio.


Mais é oque muitos tem feito...Amantes de sí mesmos!
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Re: Na prática, o que é, de fato, fornecer "DE GRAÇA" o que recebemos de Deus?

Mensagem por Luiz da Rocha em Seg 16 Fev 2015, 12:07

Gerson Witezak escreveu:
E outra coisa, é "Ordem do Senhor" que devemos dar a Cézar oque é de Cézar (os impostos), infelizmente o Cézar do Brasil é injusto, e por isso pagamos altos impostos!
Já pensou se Deus fosse cobrar por sua Graça? E tivessemos que pagar a Deus pela Graça?
Além de pagar altos impostos que é mandamento do Senhor, ainda teríamos que pagar por sua Graça, e o que sobraria para nós?
Se as coisas já estão dificeis recebendo a Graça por Graça, imagina pagando por Ela?

Esses "argumentos" me parece favorecer o mundo e o legalismo mundano ao invés de honrar a obra para o Reino dos Céus. O mais absurdo eu li agora que foi o que você disse acima "além de pagar impostos teríamos que dar para Obra...". Que absurdo. Ninguém que contribui com o evangelho está pagando pela Graça, nos estamos ajudando porque amamos os irmãos e o evangelismo que salva os que estão perdidos! Não leu que está escrito:

Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos.
(João 15:13 Almeida RA)

O fiel vive pela fé, não pela ansiedade da falta de dinheiro. É uma terrível deturpação insinuar que aquele que dá esta pagando pela Graça. Da mesma forma aquele que se utiliza dos excessivos impostos mundanos, e ainda tentando justificar estes como mandamento de Deus, para não contribuir ou evangelizar, este último sim, que é o verdadeiro mandamento de Jesus, se deixa levar pelo temor e a ansiedade da falta de dinheiro.

A passagem de César fala sobre idolatria, e inclusive idolatria ao dinheiro!

Dize-nos, pois: Qual é a tua opinião? É certo pagar imposto a César ou não?” Mas Jesus, percebendo a má intenção deles, perguntou: “Hipócritas! Por que vocês estão me pondo à prova? Mostrem-me a moeda usada para pagar o imposto”. Eles lhe mostraram um denário, e ele lhes perguntou: “De quem é esta imagem e esta inscrição?” “De César”, responderam eles.
E ele lhes disse: “Então, dêem a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”. Ao ouvirem isso, eles ficaram admirados; e, deixando-o, retiraram-se.
(Mateus 22:17-22 NVI)

Reparem que o objetivo dos fariseus era armar uma armadilha, já esperando que Jesus fosse contra o pagamento de impostos, o que poderia resultar em sua prisão imediata. Resolveram então se fingir de inocentes e perguntar a Jesus em público sobre o assunto. Porém a resposta de Cristo apontou neles uma culpa ainda maior do que apoiar às abusivas cobranças de impostos de Roma, a culpa da prática de idolatria conforme seus próprios costumes,pois os judeus tinham uma moeda própria, apenas para não levar imagem nenhuma com eles.

A primeira pergunta que Jesus faz é “de quem é essa imagem que se encontra na moeda?”, claramente questionando qual é o ídolo que eles carregavam. Portanto os aliados de Herodes estavam carregando moedas romanas com a imagem de César, que é como um lembrete de idolatria ao dinheiro.

Jesus então conclui diante da confirmação a desobediência à regra que exigiam que a população cumprisse, para que dêem a César o que é dele, o ídolo que carregavam. E então dêem a Deus o que deve ser entregue a Deus, obediência e honra, piedade.

A mesma imagem de César está presente nas nossas notas, como um lembrete para não idolatrar o dinheiro. Pois como Jesus mesmo disse:

“Nenhum servo pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará outro, ou se dedicará a um e desprezará outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro”
(Lucas 16:13 NVI)

Ou você trabalha por Deus e pelo Reino ou trabalha por Dinheiro...

Ainda sobre impostos, na passagem abaixo, Jesus utiliza a lei Romana para traçar um comparativo aos filhos de Deus. Na Roma antiga cidadãos romanos não pagavam impostos, apenas os povos conquistados e estrangeiros pagavam. E o imposto, para não escandalizar, foi provido por Deus!

Quando Pedro entrou na casa, Jesus foi o primeiro a falar, perguntando- lhe: “O que você acha, Simão? De quem os reis da terra cobram tributos e impostos: de seus próprios filhos ou dos outros?” “Dos outros”, respondeu Pedro. Disse-lhe Jesus: “Então os filhos estão isentos. Mas, para não escandalizá-los, vá ao mar e jogue o anzol. Tire o primeiro peixe que você pegar, abra-lhe a boca, e você encontrará uma moeda de quatro dracmas. Pegue-a e entregue-a a eles, para pagar o meu imposto e o seu”
(Mateus 17:25-27 NVI)

E ainda, ao irmão que não quer dar sair do erro/pecado:

Mas, se não ouvir, leve com você uma ou duas pessoas, para fazer o que mandam as Escrituras Sagradas. Elas dizem: “Qualquer acusação precisa ser confirmada pela palavra de pelo menos duas testemunhas.”  Mas, se a pessoa que pecou não ouvir essas pessoas, então conte tudo à igreja. E, se ela não ouvir a igreja, trate-a como um pagão ou como um cobrador de impostos.
(Mateus 18:16-17 NTLH)

Justamente porque os cobradores de impostos cobravam além do legal (que era um valor bem baixo mesmo para estrangeiros), e extorquiam. Ou seja, o mesmo pode ser aplicado no ministério seguindo o conselho de João:

 Então o povo perguntava:
— O que devemos fazer?
  Ele respondia:
— Quem tiver duas túnicas dê uma a quem não tem nenhuma, e quem tiver comida reparta com quem não tem.
  Alguns cobradores de impostos também chegaram para serem batizados e perguntaram a João:
— Mestre, o que devemos fazer?
  — Não cobrem mais do que a lei manda! — respondeu João.
  Alguns soldados também perguntavam:
— E nós, o que devemos fazer?
E João respondia:
Não tomem dinheiro de ninguém, nem pela força nem por meio de acusações falsas. E se contentem com o salário que recebem.
(Lucas 3:12-14 NTLH)

E sobre o chefe dos cobradores de Impostos (O apóstolo/Evangelista Mateus):

— Escute, Senhor, eu vou dar a metade dos meus bens aos pobres. E, se roubei alguém, vou devolver quatro vezes mais.
  Então Jesus disse:
Hoje a salvação entrou nesta casa, pois este homem também é descendente de Abraão.  Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar quem está perdido.
(Lucas 19:8-10 NTLH)

E os pobres certamente faz referência aos irmãos que pouco possuem. Se um irmão trabalha na Obra e é pobre, ele não deve receber nada? Tem que mandar ele largar a obra e ir para o mundo trabalhar? Pare com esse legalismo robótico, o que é infrutífero é o trabalho mundano por dinheiro, que não é empregado na obra. Mas o trabalho que tem o seu benefício entregue a obra é rentável. Da mesma forma que o trabalho dedicado a obra é rentável. 

O próprio Paulo recebia ofertas e era mantido por irmãos, você fica citando uma só passagem (sobre impedimento ao evangelho) e criando uma teologia própria que ignora todo o resto das Epistolas e os fatos. Paulo se referia a não ser comparado com os outros que estavam interessados apenas no dinheiro, e não se tornar um peso, como novamente ele afirma aqui:

Quando estive entre vocês e passei por alguma necessidade, não fui um peso para ninguém; pois os irmãos, quando vieram da Macedônia, supriram aquilo de que eu necessitava. Fiz tudo para não ser pesado a vocês, e continuarei a agir assim.
(2 Coríntios 11:9 NVI)

pois, estando eu em Tessalônica, vocês me mandaram ajuda, não apenas uma vez, mas duas, quando tive necessidade. Não que eu esteja procurando ofertas, mas o que pode ser creditado na conta de vocês. Recebi tudo, e o que tenho é mais que suficiente. Estou amplamente suprido, agora que recebi de Epafrodito os donativos que vocês enviaram. São uma oferta de aroma suave, um sacrifício aceitável e agradável a Deus. O meu Deus suprirá todas as necessidades de vocês, de acordo com as suas gloriosas riquezas em Cristo Jesus.
(Filipenses 4:16-19 NVI)

E João sobre contribuir com evangelistas:

 Meu querido amigo, você tem sido fiel naquilo que faz pelos irmãos, mesmo quando são estrangeiros.  Eles têm falado à igreja daqui a respeito do amor de você. Por favor, ajude essa gente a continuar a sua viagem de um modo que agrade a Deus.  Pois eles começaram a sua viagem a serviço de Cristo sem aceitar nenhum auxílio dos pagãos.  Portanto, nós, os cristãos, precisamos ajudar essas pessoas, pois assim poderemos tomar parte no seu trabalho de anunciar a verdade.
(3 João 1:5-8 NTLH)

Então Gerson, peço que entenda que não existe esse legalismo impedindo a ajuda a evangelistas, pregadores e a Igreja no geral, pelo contrário, as Epístolas repetem o conselho de incentivar o auxilio a Obra Evangelista. Então não se pode pegar o joio, o trabalho do inimigo que pode existir no meio cristão, e criar um impedimento para todo o evangelho. Você estaria caindo na arapuca armada. Deus observa tudo, e Jesus é o nosso Juiz, Ele julgará a Igreja, como Apocalipse informa. Se você vê um erro ou pecado em um irmão, vá lá naquela obra e informe, vá naquela Igreja e alerte, mande uma carta se for o caso. E do governo secular cobre 7 vezes mais, pois o mesmo te ameaça com penalidades caso você não pague todos os impostos, para que tais impostos sejam realmente empregados para benefício geral da população, e nunca se tornem abusivos!

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Re: Na prática, o que é, de fato, fornecer "DE GRAÇA" o que recebemos de Deus?

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    Data/hora atual: Qui 19 Out 2017, 18:00