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Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?


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Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma? - Página 11 Empty Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Norberto Sex 13 Fev 2015, 08:10

.
Antonio, na sua mensagem 148, você escreveu (os destaques são meus):

Antonio escreveu:... o adventismo contém sérios erros e equívocos. .... Combatiam a crença trinitariana de forma rigorosa pelos seus principais lideres da época de sua fundação como doutrina herética!

Ora como pode uma crença que era considerada vinho de babilônia e outras coisas piores de repente ser considerada doutrina bíblica?

A mudança do Adventismo passando a crê na Trindade, com declaração oficial e tudo, foi uma decisão deles, utilizada como estratégia pois notaram que a maioria das igrejas são trinitárias em seu credo, então a IASD corria o risco se ser classificada como herética, como uma seita pela maioria.

Foi isso que ouvi dizer. Uma estratégia para preservar a BOA REPUTAÇÃO da Igreja.
.

Valdomiro
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Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma? - Página 11 Empty Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Valdomiro Sex 13 Fev 2015, 23:25

Beto, Paz!

Enquanto aguardamos o teu comentário, vou falar alguma coisa a respeito da pergunta do Gilcimar.


"Por que Jesus pode ser o filho de hebreus 1:5 mas não pode ser
o Deus e senhor de hebreus 1:8 e hebreus 1:10?"
(Gilcimar)


Acredito que o bom amigo Gilcimar, salvo engano, não está conseguido perceber o cerne do argumento. O unitarismo não nega que Jesus foi chamado de “Deus” a partir do Sl. 45. Mas, o que o unitarismo mostra é que aquele que foi chamado de “Deus” não é uma identidade pessoal de Cristo, e nem condiciona que o vocábulo seja tomado em sentido da Deidade Plena. Há características suficientemente diferentes nos dois para não se estabelecer uma identidade, apesar de ambos serem chamados de “Deus” (isto se aplica a Hb. 1.10 também). Esse é um dos pontos não percebidos ou IGNORADO por ele. O segundo é o fato de que o termo “Deus” aplicado ali é referenciado a um homem que não é o mesmo Deus que o unge. A polissemia é tão clara ali que até mesmo trinitários concordam, como já citei as referências.

Veja..., ninguém disse a Gilcimar que Jesus “pode ser” ou “não pode ser” o filho de Hb. 1.5. Não tratamos dessa questão ainda, mas ele faz uma analogia achando que negamos que Jesus seja chamado de “Deus”, não de Filho. Parece até que NUNCA leu nada que o unitarismo tenha escrito sobre o termo “Deus” a partir da Bíblia mesmo.

Assim, como não negamos que Jesus foi chamado de “Deus”, não negamos que Jesus foi chamado de Filho em Hb. 1.5. O que está em causa é em que sentido essa palavra foi usada. Quem disse a ele que deveríamos negar uma coisa e (ou não) outra? Ele é que, mais uma vez está inferindo erradamente. Nesse mesmo verso de Hebreus encontramos a expressão: “Eu lhe serei por Pai, E ele me será por Filho”. Está é uma citação ipsis literis de II Sm 7.14 “Eu lhe serei por pai, e ele me será por filho” O que nós percebemos claramente nessa citação é que Jesus NÃO é e nem pode ser a pessoa de Salomão, embora essa palavra tenha sido igualmente dita por Deus e referenciada para Cristo em Hebreus. Não negamos o termo usado, negamos a identidade, pois se ele mesmo (Gilcimar) não negar vai ter que reconhecer que Jesus é o próprio Salomão em pessoa.

A outra saída que estão adotando é isolar termos, ou seja, não considerar que aquelas palavras puderam ser usadas para outros sem os torná-los Deus em pessoa, ou Filho de Deus em pessoa, e dizer: “Tá vendo Jesus foi chamado de Deus e etc”. E, ainda, talvez se queira dizer a partir do Sl. 102.25 que Jesus é o próprio Deus, o Senhor.  Estão tentando imputar um certo sentido que o escritor aos Hebreus “teria” usado ao referenciar o Sl. 45, que só serve para estabelecer a identidade de Jesus como Deus e para eles este suposto sentido seria suficiente, a despeito do uso nesse Salmo, para estabelecer essa identidade Jesus com Deus, mas não o suficiente para estabelecer uma identidade de Jesus com o personagem real do Salmo 45. E chamaram essa leitura com sentido seletivo de coerência.

Se o Gilcimar estiver certo na forma como ele quer usar os textos, então, o Pai falou do Filho de coisas que ele, o Pai, não é, ou seja, não eram coisas que se pode falar do Pai (relaciona o dizer aos anjos, o gerado, o filho e etc) ou que o Pai estivesse falando de si mesmo, mas talvez se seguirmos a linha do Gilcimar, ele deve querer que seja, pelo menos, na parte que fala de Criador ou então excluir o Pai da condição de Criador. Mas, ele deveria aceitar que nesse caso, já que é o Pai falando do Filho, que o Pai não seja Criador, só o Filho. Veja que nó!

Ora, Jesus não é aquele rei do Sl. 45.6, nem é o rei de II Sm. 7.14. Com nenhum dos dois se estabelece uma identidade. Mas o Gilcimar quer que Jesus tenha a identidade do Criador do Sl. 102.25. Ou que apenas façamos uso das palavras sem considerar os contextos e aleguemos, eisegeticamente que o sentido que o escritor aos hebreus falou é de identidade, não com o rei do Sl. 45, nem com o rei de II Sm. 7.14, mas com o Altíssimo do Sl. 102.25. É uma pena que façam isso com as Escrituras.


Paz!
Valdomiro.
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Mensagem por Ernesto Sab 14 Fev 2015, 14:31

Antonio diz

Sr Ernesto, sei que seus argumentos são direcionados ao Valdomiro, mas encontrei algo muito intrigante em um de seus argumentos.

Isso que o sr falou mostra realmente que os trinitarianos são de fato politeístas! Não existe outra forma de classifica-los, pois com uma declaração dessas vai precisar mais o que? veja o que o sr mesmo admite, e isso eu já havia percebido nessa crença politeísta!

Ernesto disse ao Valdomiro:

Ernesto escreveu: Meu caro ;

Esta dificuldade só está com os unitaristas porque creem que Deus é uma só pessoa; Deus é um titulo de um sistema de governo, no qual varias pessoas participam. E um participante desta divindade pode chamar o outro pelo titulo e não pelo nome. Por exemplo: Um diálogo entre dois professores, não aplicam o nome próprio, Só pelo titulo. Professor.


Aqui o sr admite que varias pessoas podem participar da divindade, ou seja, essa forma de interpretar a divindade abre espaço para dezenas de pessoas serem admitidas como sendo um só Deus!

Ora se 3 pessoas podem ser consideradas como um só Deus o sr está correto em afirmar que varias pessoas podem participar sem com isso ser politeísmo, pode ser 3, 4, 5 e até 100! Igual no catolicismo romano. Que babel!

Ernesto responde:

Meu caro Antonio; A sua réplica aqui apresentada não tem fundamento, Ou procuras uma razão para discordar do meu argumento. A divindade é composta de três pessoas. Pai, Filho e Espirito Santo; mas, o nosso assunto aqui gira em torno da segunda pessoa, que é Cristo.
Para não incluir a terceira pessoa no nosso debate, eu deixei em aberto, porque eu sabia que os mal intencionados poderiam fazer uso da ausência do Espirito Santo e sair dizendo que eu só creio em duas pessoas da divindade.
Quanto ao politeísmo católico; é problema deles. Eu creio em um só Deus composto de três pessoas, mas, segundo a bíblia, e não numa trindade que estão criando por aí.

Abraços Ernesto
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Mensagem por Gilcimar Seg 16 Fev 2015, 17:19

Apenas gostaria que as escrituras fossem mais bem manuseadas pelos amigos Unitaristas e que esses mesmos não mudassem de critério quando não deveriam....

Só vou citar um detalhe:

Todos os versos  com porções citadas do A.T  de Hebreus 1:5 á Hebreus 1:14 são  precedidas com expressões que indicam falas de Deus acerca do filho e dos anjos mesmo que nos textos no A.T não pareça que sejam falas diretas  de Deus acerca  do filho...

O verso 5 é um exemplo disso , vejam:

Hebreus  1.5   Pois a qual dos anjos disse jamais: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei? E outra vez: Eu lhe serei Pai, e ele me será Filho?

Veja  como essa porção ( tu es meu filho eu hoje te gerei) foi precedida no texto do A.T:

Salmos 2.7   Proclamarei o decreto do SENHOR: Ele me disse: Tu és meu Filho, eu, hoje, te gerei.

1-O profeta deu a entender que foi algo dito a ele( Ele me disse)
2- "Tu" é a segunda pessoa  e indica a quem se fala...

Parece que o texto em uma leitura simples esteja falando que o filho ali gerado é o profeta e não o Cristo  mesmo  que o profeta já foi gerado e não naquele "Hoje" dito ali no texto.....

A discussão poderia prolongar num contexto  de geração diferente por causa da expressão que a precede mas antes disso ponto principal é esse abaixo :

Não faria sentido o autor de hebreus cita uma porção  do A.T como algo que o Pai fala acerca do filho se assim não fora ...

Por que os unitaristas aceitam a identidade de filho atribuída em Hebreus 1:5  mas ignoram  as de Hebreus 1:8 e Hebreus 1:10 ?

Seria estranho o Pai falar do filho quando na verdade  a porção citada fala de si mesmo...

Quem é esse que lançou os fundamentos da terra citada no texto?

É aquele de quem o Pai fala e que  segundo a expressão que precedem as porções citadas pelo autor do hebreus,  é  aquilo que alguém está dizendo acerca do outro....

Não somos nós que estamos  distribuindo identidade ao Filho mas é o autor do hebreus que disse que aquele citado nas porções repetidas por ele do A.T  é o filho  de quem cujo o Pai está falando acerca...

Isso é notável e não pode ser desconsiderado logo a argumentação que eu quero dar um identidade do Pai ao Filho  é mais um julgamento injusto pois eu não quero nada mas aceito aquilo que as escrituras me está oferecendo....

Se estou errado é  no entendimento e não que eu queira alguma coisa que não seja aquilo que eu posso  colher das escrituras....

Abraços a todos..!
Ernesto
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Mensagem por Ernesto Seg 16 Fev 2015, 21:40

Olá; meu irmão Gilcimar, tudo bem?

Eu não sei por que os unitaristas criam tanta confusão em torno de uma profecia, simplesmente porque nela dá de entender que a profecia aponta para o escritor da profecia.

Vamos comparar esta, com muitas outras semelhantes para provar que o escritor, embora, ele a aplica a si próprio, (primeira pessoa); a profecia sempre tem outro destino.

Nascimento do Messias

Isaías 9:6-7,
Porque um menino nos nasceu,um filho se nos deu;e o principado está sobre os seus ombros; e o seu nome será Maravilhoso,Conselheiro,, Deus forte, Pai da eternidade. Príncipe da Paz.
Do incremento deste principado e da paz, não haverá fim, sobre o TRONO DE DAVI e no seu reino, para o firmar e o fortificar em juízo e justiça, desde agora e para sempre, o zelo do Senhor dos Exércitos fará isto.
Ele se sentará sobre o trono de Daví, Mas, como é que fica? O trono de Davi foi extinto a vários milênios, Acontece que o Cristo que se fez carne, ele é da descendência de Davi, Mat,1:1,

A fuga para O Egito;

Oseias 11:1,
Quando Israel era menino, eu o amei; e do Egito chamei o meu filho.
Oseias profetizou sobre o menino Jesus, ele o chamou de Israel.

A morte do Messias;

Salmos 41:9, Um amigo o iria trair; Davi aplica esta profecia a si proprio, (primeira pessoa); Até o meu próprio amigo intimo em quem eu tanto confiava, que comia do meu pão, levantou contra mim o seu calcanhar.

Outra

Zacarias aplica a si o preço de Jesus. Zc 11.12,13.
E, eu disse-lhes: Se parece bem aos vossos olhos, daí-me o que é devido e, senão deixai-o. E pesaram o meu salario, trinta moedas de prata.
O Senhor, pois, me disse; Arroja isso ao oleiro, esse belo preço em que fui avaliado por eles.

Mais outra

Cuspiram em Jesus, mas Isaías aplicou a si mesmo essa profecia.
Profecia Is 50.6.
As costas; dou aos que me ferem e a face, aos que me arrancam os cabelos, não escondo o meu rosto aos que me afrontam e me cospem

Mais outra

O salmista aplica a si a profecia de: Sl 22.16
Pois me rodearam cães; o ajuntamento de malfeitores me cercou, traspassaram-me as mãos e os pés.

Mais uma,

O Salmista diz que darão a ele fel e vinagre: (
Profecia Sl 69.21, apontando para Cristo na cruz.

Será que é preciso de mais passagens para provar aos unitaristas que as profecias referente a primeira pessoa, elas apontam para Cristo?

Abraços Ernesto
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Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma? - Página 11 Empty Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Gilcimar Seg 16 Fev 2015, 22:45

Amado irmão Ernesto,

Tem uma situação que seria mais clara  do que as que estamos lidando  com Hebreus....

Veja essa situação:

João 2.19   Jesus lhes respondeu: Destruí este santuário, e em três dias o reconstruirei.
2.20   Replicaram os judeus: Em quarenta e seis anos foi edificado este santuário, e tu, em três dias, o levantarás?
2.21   Ele, porém, se referia ao santuário do seu corpo.
2.22   Quando, pois, Jesus ressuscitou dentre os mortos, lembraram-se os seus discípulos de que ele dissera isto; e creram na Escritura e na palavra de Jesus.

Percebeu que quando Jesus ressuscitou os seus discípulos lembraram das palavras ditas por cristo ( sobre  o santuário) e creram na escritura?

Se creram na escritura é porque existe uma relação entre aquilo que  disse Jesus é a escritura  pois do contrário a lembrança de uma coisa não faria crer na outra....

Sabemos que quando Jesus ressuscitou  as escrituras ainda se resumia no A.T.....

Então será que tem alguma coisa  no A.t sobre santuário ligado a pessoa de Cristo?

Eu lembrei de um texto quando fui fazer essa pesquisa, veja:

Isaías 8.13   Ao SENHOR dos Exércitos, a ele santificai; seja ele o vosso temor, seja ele o vosso espanto.
8.14   Ele vos será santuário; mas será pedra de tropeço e rocha de ofensa às duas casas de Israel, laço e armadilha aos moradores de Jerusalém.

 O  mesmo que será santuário seria  também pedra de tropeço e rocha de ofensa sendo claro que se trata da mesma pessoa...

 Até aqui nada se comprovaria mas um autor  do N.T assim como o autor de Hebreus  citou essa porção junto de outras do A.T  as precedendo  com expressões que indica  de quem está falando:


1 Pedro

2.4   Chegando-vos para ele, a pedra que vive, rejeitada, sim, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa,
2.5   também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo.
2.6   Pois isso está na Escritura: Eis que ponho em Sião uma pedra angular, eleita e preciosa; e quem nela crer não será, de modo algum, envergonhado.
2.7   Para vós outros, portanto, os que credes, é a preciosidade; mas, para os descrentes, A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular
2.8   e: Pedra de tropeço e rocha de ofensa. São estes os que tropeçam na palavra, sendo desobedientes, para o que também foram postos.

De quem está falando?

Do Cristo....

Assim os discípulos creram na escritura no ponto que fala do santuário  e  o mesmo que seria pedra e rocha de ofensa  seria santuário segundo a forma como Jesus tinha dito...

Ou seja, se o texto não falasse de Jesus por que o autor de 1 Pedro a precedeu com expressão indicando isso?

Tem outras questões mais decisivas do que essas....

Abraços querido Ernesto!!!
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Mensagem por Vasuilvan Seg 16 Fev 2015, 23:32

Escreveram;;;


A mudança do Adventismo passando a crê na Trindade, com declaração oficial e tudo, foi uma decisão deles, utilizada como estratégia pois notaram que a maioria das igrejas são trinitárias em seu credo, então a IASD corria o risco se ser classificada como herética, como uma seita pela maioria.

Foi isso que ouvi dizer. Uma estratégia para preservar a BOA REPUTAÇÃO da Igreja.




Não vejo fundamentação, principalmente quando percebo que já existiriam vários outros motivos para que a considerasse herética, a se considerar pela alegação da maioria...

Por exemplo; A grande maioria dos que se dizem cristão, não guardam o sábado e nem evitam consumir consumir carne impura...
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Mensagem por Gilcimar Ter 17 Fev 2015, 00:08


Perfeito irmão Vasuilvan,

Se a IASD abriu mão de um ensino só para deixar de ser chamado de herética abriria mão de outros também pelo mesmo motivo porque ela continuou sendo chamado assim por causa de outras doutrinas...

Essas especulações sem fundamento e sem fonte,documentação, sem qualquer prova sendo construído talvez pela imaginação de alguma mente que julga a intenção de uma suposta mudança de conceito sem provas alguma,deveria ser proibido aqui no fórum pois não ajuda em nada e até pode transformar um debate organizado do jeito que tem que ser em debate de especulações sem sentido.....

Abraços..!


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Mensagem por Edison Ter 17 Fev 2015, 10:28

Já que tocaram no nome da IASD vou dar meu palpite; A uns 40 anos atrás um amigo adventista que trabalhava comigo no Bradesco (ele era ancião na IASD na época), me disse certa vez que a aproximação entre a IASD e a ICAR tinha por objetivo ter acesso aos projetos internos da ICAR, como que fazendo um certo patrulhamento, considerando que nos escritos adventistas a ICAR, a besta, o anti Cristo, tem tudo em comum.

Na época não sei porque ele me disse isso. Eu acho que foi porque, nessa época, eu estava tomando conhecimento da mensagem de William Branham e por certo estávamos falando sobre trindade.
Até então eu não sabia da guinada que a IASD estava fazendo quando em 1980 apresentou oficialmente o dogma católico como seu também. Foi um combate longo, exaustivo, até que a facção vitoriosa foi aquela que afinou a mira adventista para o alvo católico romano.

A IASD tomou exatamente o sentido contrário que a Igreja Genuína tomou a partir da primeira metade do século 20, quando houve uma conversão em direção ao Evangelho Apostólico praticado pela Igreja Primitiva. Os crentes que estavam encarcerados na doutrina trinitariana foram sendo libertados do credo romano enquanto a IASD se encaminhou para dentro da cilada católica.
História com detalhes aqui: http://www.arquivoxiasd.com/

Aquilo que o meu amigo me disse na época (que estavam se aproximando da ICAR para policia-la), hoje imagino que foi um dos argumentos da facção vitoriosa pró trinitarismo durante as campanhas internas adventistas.
Realmente, vídeos na internet mostram que hoje há uma aproximação da IASD com a ICAR. Há um flerte, um namoro, ou quiçá um compromisso mais íntimo ainda não muito revelado.

No livro "O Ecumenismo" da CNBB, a ICAR considera a IASD uma igreja irmã e que os padres do mundo inteiro podem considerar o batismo adventista como válido, quando algum adventista quiser ser católico nominal (pois espiritualmente já o são) e participar das missas e da comunhão com a hóstia redonda.

Essa é minha impressão e lamento que isso tenha acontecido. É um povo sério, honesto, trabalhador, muito voltado à saúde física, educação, obras sociais e crescimento natural da organização como um todo. Sua fé é totalmente intelectualizada e o Espírito Santo não tem liberdade em seus cultos, a ponto de condenarem os pioneiros que eram bem pentecostalzinhos (rsrsrsrs). - http://edrissepinho.blogspot.com.br/2010/12/adventista-pentecostal-no-inicio.html





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Mensagem por Gilcimar Ter 17 Fev 2015, 15:55

Eu sugiro que informações mas seguras e oficiais seriam tomadas diretamente da fonte com documentos que pudessem depois ser apresentados como provas pois a fala de um membro não tem esse valor seguro e nem podem ser tomados com aquilo que a igreja realmente disse oficialmente sobre o assunto...

Acho que todo mundo sabe que é assim que as coisas funcionam de modo mais correto..

Abraços..!

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Mensagem por Valdomiro Ter 17 Fev 2015, 21:59

Paz a todos!


Gilcimar escreveu:Apenas gostaria que as escrituras fossem mais bem manuseadas pelos amigos Unitaristas e que esses mesmos não mudassem de critério quando não deveriam....
Eu não conheço nenhuma linha teológica que mude mais de critério que o trinitarismo. Em tempo oportuno citarei alguns exemplos, mas para não mudar o foco, vamos analisar se essa afirmação de que os unitaristas estão mudando de critério é verdadeira conforme alegado na postagem 154.

Por que os unitaristas aceitam a identidade de filho atribuída em Hebreus 1:5  mas ignoram  as de Hebreus 1:8 e Hebreus 1:10 ?
Essa, parece, vai ser mais uma daquelas ocasiões que terá que se dizer a mesma coisa mais de uma vez e de várias maneiras diferentes para ver se uma vai ser entendida.
O curioso é que, às vezes, podemos ficar sem saber como ser mais claro do que já fomos!


os unitaristas aceitam a identidade de filho atribuída em Hebreus 1:5
Sim, mas não como uma identidade estrita e literal daquele que foi referenciado no Sl. 45, já que lá o personagem do contexto, claramente, não é Jesus.

mas ignoram  as de Hebreus 1:8
Quem disse que ignoramos? Preciso da 'quotagem' onde isso está dito. Mas, pelo contrário, já foi afirmado que: “O unitarismo não nega que Jesus foi chamado de “Deus” a partir do Sl. 45” Também foi dito na postagem 152 “Assim, como não negamos que Jesus foi chamado de “Deus”, não negamos que Jesus foi chamado de Filho em Hb. 1.5.”. E também dissemos: "O que está em causa é em que sentido essa palavra foi usada."

Se alguém me perguntasse por que mais uma vez as perguntas se repetem para coisas já ditas, eu não saberia dizer o porquê.

Com Hb. 1.10 na cabeça escreveram na postagem 154:

Seria estranho o Pai falar do filho quando na verdade  a porção citada fala de si mesmo...
Aqui é a parte interessante, e que eu já havia previsto que aconteceria (a coisa estava tomando forma lá trás). E já havia chamado a atenção e esclarecido que “Jesus não é aquele rei do Sl. 45.6, nem é o rei de II Sm. 7.14”. Ou seja, aqui, certamente, eles não quererão ser imputadores de identidade, e admitirão (acertadamente) que o autor aos  hebreus NÃO está distribuindo identidades literais daqueles reis a Jesus, pois teriam que admitir que Jesus era, literalmente, pelo menos, o próprio Salomão, mas mudam o critério ao manusearem a Bíblia quando não deveriam e falam de uma identidade “distribuída” pelo escritor aos Hebreus no que se refere ao Sl. 102.25.

É uma pena ver essa mudança de critério onde Jesus não seria aqueles personagens literalmente, mas teria que ser este, ainda que TUDO tenha sido dito pelo mesmo autor de aos Hebreus.

Paz seja com todos!
Valdomiro.
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Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma? - Página 11 Empty Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Valdomiro Ter 17 Fev 2015, 22:40

Beto, Paz!


Noberto escreveu:A mudança do Adventismo passando a crê na Trindade, com declaração oficial e tudo, foi uma decisão deles, utilizada como estratégia pois notaram que a maioria das igrejas são trinitárias em seu credo, então a IASD corria o risco se ser classificada como herética, como uma seita pela maioria.

Na verdade, uma admissão como unitarista por parte da IASD selaria seu destino como "seita" ou "movimento herético" na visão das igrejas tradicionais e "ortodoxas". Eu tenho vários livros antigos de heresiologia e em todos constam a IASD classificada como seita por aqueles autores.

Com a evolução do pensamento teológico de muitos dos ramos protestantes, surgiu a ideia do "essencial" e do "assessório".  Ou seja, se nos pontos essenciais determinado grupo se adequar as demais, ele passa ser considerado religião e não um seita. Isso seria impossível para a IASD se ela se declarasse unitarista como o eram muitos de seus principais pioneiros e vários e vários adventistas ao longo dos anos, ainda hoje inclusive.

Faz parte do "acordo final feito por toda denominação que deseja se integrar ao CMI (Concelho Mundial das Igrejas) afirmar que 'Jesus é Deus e Salvador'" Roger Olson em História das Controvérsias na Teologia Cristã, pg. 316.

A IASD não anda mais distante da CMI como já foi um dia. Vejam AQUI

Seguindo o acordo, mesmo que não seja integrante do CMI, já livra qualquer denominação do stigma.

Evidentemente que o receio de continuar a ser taxada de seita não deveria mesmo constar de qualquer documento oficial da IASD.

Veja o que diz o site http://centrowhite.org.br

Em 1980 a Associação Geral estabeleceu um Concílio sobre Relações Inter-Igrejas a fim de dar orientação geral e supervisão sobre as relações com outros organismos religiosos. Esse concílio tem, de vez em quando, autorizado conversações com outras organizações religiosas onde sentiu-se que isto deveria demonstrar-se proveitoso.
Alguém lembra do que ocorreu na década de 80 na IASD?

Paz seja com todos!
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Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma? - Página 11 Empty Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Antonio Qua 18 Fev 2015, 20:21

Qual é o foco principal desse tópico? Não é " unitarismo no inicio do adventismo - regressão ou não ao credo de Roma" ? Creio que deveria ser apresentado aqui através dos escritos dos adventistas do principio do movimento de 1844 até cerca de 1900, suas declarações acerca de suas crenças na divindade, como criam. Isso sim seria a evidencia de suas crenças como realmente criam. Eu já andei examinando os escritos dos pioneiros do adventismo e pelo que eu pude perceber eles realmente não criam em trindade, mas também suas crenças acerca da natureza de Cristo são completamente diferentes dos dissidentes da iasd da atualidade! Hoje muitos grupos adventistas anti-trinitarianos que sustentam seguir o que criam os pioneiros em relação a crença na divindade, não creem como os pioneiros. Para os pioneiros Cristo era Deus, mas acreditavam que como filho ele teve um principio em algum período na eternidade, vejam que disse Waggoner: " As Escrituras declaram que CRISTO é o "unigênito de DEUS". Ele é gerado, não criado. Quando Ele foi gerado não nos compete indagar, nem nossas mentes poderiam assimilá-lo se nos fosse indicado. O profeta Miquéias nos diz tudo quanto podemos saber sobre isto nestas palavras: "E tu, Belém Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade". Miquéias 5:2. Houve um tempo em que CRISTO procedeu e veio de DEUS, do seio do PAI (João 8:42; 1:18), mas esse tempo está tão recuado nos dias da eternidade que para a compreensão finita é praticamente sem início." Muitos adventistas anti-trinitarianos não creem que Jesus fosse Deus durante seu ministério terreno, mas Waggoner apesar que não era trinitariano ele expressa assim sobre Cristo quando aqui na terra: " O próprio CRISTO ensinou do modo mais enfático que é DEUS. Quando o jovem chegou a Ele para perguntar: "Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna?" JESUS, antes de responder à pergunta direta, disse: "Por que Me chamas bom? Ninguém é bom senão um só, que é DEUS". Marcos 10:17, 18. O que quis JESUS dizer com tais palavras? Pretendeu negar a atribuição de ser bom, a Ele aplicada? Estaria dando a entender que não era absolutamente bom? Seria uma modesta depreciação de Si próprio? De modo algum, pois CRISTO era absolutamente bom.

Aos judeus, que continuamente estavam observando-O para detectarem alguma falha pela qual pudessem acusá-Lo, Ele ousadamente declarou: "Quem dentre vós Me convence de pecado?" João 8:46. Em toda a nação judaica homem algum poderia ser encontrado que tivesse jamais visto a Ele fazer algo, ou ouvi-Lo pronunciando uma palavra que tivesse a mínima semelhança com o mal, e aqueles que estavam determinados a condená-Lo só poderiam fazê-lo mediante falsas testemunhas contra Ele levantadas. " Essas e outras declarações que se encontram no livro " Cristo e sua Justiça" de Waggoner, mostram que ele acreditava que Jesus era Deus mesmo estando aqui na terra, nesse aspecto era igual a crença trinitariana, sendo diferente no aspecto da geração, criam que ele teria sido gerado na eternidade. Sobre o episódio em Jo cap 8 veja o que disse waggoner: " Os judeus não entenderam mal os ensinos de CRISTO concernentes a Si próprio. Quando Ele declarou que era um com o PAI, os judeus tomaram pedras para apedrejá-Lo, e quando lhes perguntou por qual de Suas obras eles buscavam apedrejá-Lo, responderam-Lhe: "Não é por obra boa que Te apedrejamos, e, sim, por causa da blasfêmia, pois sendo Tu homem, Te fazes DEUS a Ti mesmo". João 10:33. Se Ele tivesse sido o que consideravam que fosse, um mero homem, as palavras Dele teriam realmente constituído uma blasfêmia, mas Ele era DEUS.

O objeto de CRISTO ao vir à Terra foi revelar DEUS aos homens a fim de que pudessem vir a Ele. Desse modo o apóstolo Paulo afirma que "DEUS estava em CRISTO, reconciliando Consigo o mundo" (2 Cor. 5:19), e em João lemos que a Palavra, que era DEUS, foi tornada "carne". João 1:1, 14. No mesmo contexto é declarado: "Ninguém jamais viu a DEUS; o DEUS unigênito, que está no seio do PAI, é quem O revelou". João 1:18.

Note a expressão: "o DEUS unigênito que está no seio do PAI". Ali tem Ele a Sua morada, e ali Se acha como parte da Divindade, tão certamente enquanto na Terra, também assim no céu. O uso do tempo presente subentende existência contínua. Apresenta-se a mesma idéia na declaração de JESUS aos judeus (João 8:58): "Antes que Abraão existisse, Eu sou". E isso novamente revela Sua identidade como Aquele que apareceu a Moisés na sarça ardente, tendo declarado o Seu nome como "EU SOU O QUE SOU". Mas é necessário ler outros escritos para entendermos melhor qual real pensamento dos pioneiros adventistas.
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Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma? - Página 11 Empty Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Antonio Qua 18 Fev 2015, 20:40

Cristo, o primogênito do céu - Gerado em Eternidade (declarações dos pioneiros tradução translate.google)

"As Escrituras declaram que Cristo é" o filho unigênito de Deus. "Ele é gerado, não criado" (EJ Waggoner, Cristo e Sua Justiça , 21 p.).

"Ele nasceu do Espírito Santo. Em outras palavras, Jesus Cristo nasceu de novo. Ele veio do céu, primogênito de Deus, para a terra, e foi No Jonesnascido de novo. Mas tudo na obra de Cristo passa opostos para nós: Ele, o único sem pecado, foi feito pecado, para que nele fôssemos feitos justiça de Deus nele. Ele, o Vivente, o Príncipe e Autor da vida, morreu para que pudéssemos viver. Ele e cujas origens são desde os dias da eternidade, o primogênito de Deus, nasci de novo, a fim de que pudéssemos nascer de novo "(AT Jones, Perfeição Cristã , nº 53). (Isso também é encontrada em Lições sobre a Fé , p. 154.)

"Aquele que nasceu em forma de Deus tomou a forma de homem" (AT Jones, The Conference Boletim Geral , 1895, p. 449).

"Cristo é o único Filho literal de Deus. "O unigênito do Pai." João 1:14. Ele é Deus, porque ele é o Filho de Deus; não em virtude da sua ressurreição. Se Cristo é o unigênito do Pai, então não pode ser gerado pelo Pai em um sentido literal. Só pode ser em um sentido secundário da palavra "(John Matteson, The Review & Herald , 12 de outubro de 1869).

"As Escrituras em nenhum lugar falar de Cristo como um ser criado, mas, pelo contrário, afirma claramente que ele foi gerado pelo Pai." (Uriah Smith, Daniel e Apocalipse , p. 430)

"Só Deus é sem começo. Na época mais antiga, quando um começo poderia ser, - um período tão remoto que para mentes finitas é essencialmente eternidade, - apareceu o Word. "No princípio era o Verbo, eo Verbo estava com Deus, eo Verbo era Deus." João 1: 1. Esta Palavra incriado era o Ser, que, na plenitude do tempo, se fez carne, e habitou entre nós. Seu início não foi como o de qualquer outro ser no universo. Ele é apresentado nas expressões misteriosas ", seu [de Deus] Filho unigênito" (João 3:16; 1 João 4: 9), "o unigênito do Pai" (João 1:14), e "Eu saí e vim de Deus. "João 8:42" (Uriah Smith, Contradições Jesus , p. 10).

"O arco-íris nas nuvens, mas é um símbolo do arco-íris, que envolveu o trono da eternidade. Voltar nas idades, que mente finita não pode sondar, o Pai eo Filho estavam sozinhos no universo. Cristo era o primogênito do Pai, e para ele, o Senhor deu a conhecer o plano divino da Criação "(Stephen Haskell, História do Vidente de Patmos , 93 pp., 94).

"Cristo era o primogênito no céu; Ele também era o primogênito de Deus sobre a terra, e herdeiro do trono do Pai. Cristo, o primogênito, embora o Filho de Deus, estava vestida de humanidade, e foi feito perfeito através do sofrimento "(Stephen Haskell, História do Vidente de Patmos p 98.).

"O SD adventistas segurar a divindade de Cristo, de modo quase com os trinitários que apreendemos nenhum julgamento aqui" (James White, The Review & Herald , 12 de outubro de 1876).



"Mas se me perguntarem o que eu penso de Jesus Cristo, a minha resposta é, eu acredito que todos que as Escrituras dizem dele. Se o testemunho representa-o como sendo em glória com o Pai antes que o mundo existisse, eu acredito nisso. Se é dito que ele estava no princípio com Deus, que ele era Deus, que todas as coisas foram feitas por ele e para ele, e que sem ele nada do que foi feito, eu acredito nisso. Se as Escrituras dizem que ele é o Filho de Deus, eu acredito nisso. Se for declarado que o Pai enviou o seu Filho ao mundo, eu acredito que ele teve um filho para enviar. ... Crianças herdar o nome de seu pai. O Filho de Deus "por herança obteve um nome mais excelente que "os anjos" (RF Cottrell, The Review & Herald , 1 de junho de 1869, grifos no original).

"Quando Ele foi gerado, não é para nós para perguntar, nem poderia nossas mentes agarrá-lo se nos foi dito. O profeta Miquéias tudo o que podemos nos diz EJ Waggonersaber sobre ele com as seguintes palavras: "Mas tu, Belém Efrata, posto que pequena entre os milhares de Judá, de ti, Ele veio a mim que há de reinar em Israel ; cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade "Miquéias 5: 2., a margem. Houve um tempo em que Cristo saí e vim de Deus, desde o seio do Pai (João 8:42; 1:18), mas que o tempo estava tão longe de volta nos dias de eternidade que para a compreensão finita é praticamente sem começando "(EJ Waggoner- Cristo e Sua Justiça , 21 pp., 22).

"Ao defender a igualdade perfeita do Pai e do Filho, e do fato de que Cristo é em forma de Deus, não projetar a ser entendida como ensinar que o Pai não foi antes do Filho. Não deve ser necessário para proteger esse ponto, para que alguns devem pensar que o Filho existia logo que o Pai; ainda alguns chegar a esse extremo, que não acrescenta nada à dignidade de Cristo, mas sim diminui a honra que lhe era devido, uma vez que muitos jogar tudo fora, em vez de aceitar uma teoria tão obviamente fora de harmonia com a linguagem das Escrituras, que Jesus é o unigênito Filho de Deus. Ele foi gerado, não criado. Ele é da substância do Pai, de modo que, em sua própria natureza, ele é Deus; e uma vez que isso é assim "porque aprouve a Deus que nele residisse toda a plenitude." Col. 1:19 ... Enquanto ambos são da mesma natureza, o Pai é o primeiro no ponto de tempo. Ele também é maior na medida em que ele não teve começo, enquanto a personalidade de Cristo teve um começo "(EJ Waggoner, The Signs of the Times , 08 de abril de 1889).

"O Pai é maior do que o Filho em que ele foi o primeiro. O Filho era igual ao Pai em que recebeu todas as coisas do Pai "(James White, The Review & Herald , 4 de janeiro de 1881).

"E como o Filho de Deus, ele seria excluído também, pois ele tinha a Deus por seu Pai, e fez, algum ponto na eternidade do passado, tem princípio de dias. De modo que, se usarmos a linguagem de Paulo em um sentido absoluto, seria impossível de encontrar, mas um ser no theuniverse, e que é Deus, o Pai, que está sem pai, ou mãe, ou de descida, ou princípio de dias ou fim de vida "(JN Andrews, The Review & Herald , 7 de setembro de 1869).

"Os anjos, por isso, são seres criados, necessariamente, de uma ordem inferior ao seu Criador. Cristo é o único ser unigênito do Pai "(James Edson White [Filho de Ellen White], Present Past and Future , p. 52).

"A dedicação do primogênito teve sua origem nos primeiros tempos. Deus havia prometido dar o Primogênito dos céus para salvar o pecador. "{ O Desejado de Todas as Nações , p. 51}

"Anjos de Deus olhou com espanto sobre Cristo , que tomou sobre Si a forma de homem e, humildemente, unidos a Sua divindade com a humanidade, a fim de que ele poderia ministro ao homem caído. É uma maravilha entre os anjos celestiais. Deus nos disse que Ele fez isso, e estamos a aceitar a Palavra de Deus como se lê. E embora possamos tentar razão em relação ao nosso Criador, quanto tempo ele teve existência , onde o mal entrou em nosso primeiro mundo, e todas estas coisas, podemos raciocinar sobre eles até nós caímos fraco e exausto com a pesquisa, quando há ainda uma infinidade além. "{EG White, SDA Bible Commentary Vol. 7 , p. 919} 1888

"O Senhor Jesus Cristo, o divino Filho de Deus , existe desde a eternidade, uma pessoa distinta, mas um com o Pai. Ele era a glória do Céu. Ele era o comandante dos seres celestiais, e da homenagem de adoração dos anjos foi recebido por ele como seu direito . Este não foi um roubo de Deus. "O Senhor me possuiu no princípio do seu caminho", declara ele , "antes de suas obras mais antigas. I foi criado desde a eternidade, desde o início, ou sempre que a terra era. Quando ainda não havia abismos, eu nasci; quando ainda não havia fontes carregadas de águas. Antes que os montes fossem firmados, antes dos outeiros, eu fui gerada; quando ele ainda não tinha feito a terra, nem os campos, nem sequer o princípio do pó do mundo. Quando ele preparava os céus, aí estava eu, quando traçava um círculo sobre a face do abismo "" {EG White,. Review and Herald , 05 de abril de 1906 par. 7}

"Ao recapitular a nossa história passada, depois de ter percorrido todos os passos de avanço para o nosso estado atual, posso dizer: Louvado seja Deus! Quando vejo o que o Senhor tem feito, eu estou cheio de admiração e de confiança na liderança de Cristo. Não temos nada a temer quanto ao futuro, a menos que nos esqueçamos a maneira como o Senhor nos tem guiado, e seu ensino em nossa história do passado " (Ellen White Life Sketches , p. 196).

"O inimigo das almas tem procurado introduzir a suposição de que uma grande reforma devia ter lugar entre os adventistas do sétimo dia, e que essa reforma consistiria em renunciar às doutrinas que se erguem como pilares de nossa fé, e se engajar em um processo de reorganização. Se tal reforma se concretize, o que seria o resultado? Os princípios da verdade que Deus, em sua sabedoria deu à igreja remanescente, seria descartado. Nossa religião seria alterada. Os princípios fundamentais que sustentaram o trabalho forthe últimos cinqüenta anos seriam considerados como erro. A nova organização seria estabelecida. Livros de uma nova ordem seriam escritos. Um sistema de filosofia intelectual seria introduzido. Os fundadores deste sistema iriam às cidades, e fazer um trabalho maravilhoso. O sábado, é claro, seria considerada levianamente, como também o Deus que o criou. Nada teria permissão para ficar no caminho do novo movimento. Os líderes ensinaria que a virtude é melhor do que o vício, mas, removido Deus, colocariam sua confiança no poder humano, que, sem Deus, é inútil. Sua fundação seria construído na areia, e os vendavais e tempestades varrer a estrutura "(Ellen White Special Testimonies , Série B, no. 2, p. 54).
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Mensagem por Antonio Qua 18 Fev 2015, 20:43

Esse material postado acima se encontra aqui nesse site: http://www.thethirdangelsmessage.com/pioneers_trinity_sda.php , ai poderão entrar e verificar as declarações de cada pioneiro acerca da crença trinitariana.
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Mensagem por Antonio Qua 18 Fev 2015, 20:51

AS DECLARAÇÕES DOS PIONEIROS ADVENTISTAS CONTRA A TRINDADE



Para sabermos em que criam os pioneiros teremos que pesquisar e analisar suas declarações nos artigos que escreveram.
O principal e mais importante periódico da Igreja Adventista do Sétimo Dia chamava-se “The Advent Review and Sabbath Herald”, conhecido popularmente como “Review and Herald”, e equivale a nossa Revista Adventista atual.
As declarações estão expostas em ordem cronológica.
Analisemos uma a uma:

JOSEPH BATES - 1827

Joseph Bates wrote regarding his conversion in 1827, “Respecting the trinity, I concluded that it was impossible for me to believe that the Lord Jesus Christ, the Son of the Father, was also the Almighty God, the Father, one and the same being.”


TRADUÇÃO:
Joseph Bates escreveu com relação a sua conversão em 1827, “Com respeito à Trindade eu concluí ser impossível acreditar que o Senhor Jesus Cristo, o Filho do Pai, como também o Todo Poderoso Deus, o Pai, são um e o mesmo Ser.”

Analise o contexto de onde a declaração acima foi tirada:
“Meus pais eram membros de muitos anos da igreja Congregacional, com quase todas as crianças convertidas desde o inicio. E ansiosamente esperavam que eu também me unisse a eles. Mas eles abraçaram alguns pontos na fé que eu não podia entender. Eu só nomearei dois destes pontos: o modo de batismo por aspersão, e a doutrina da Trindade.
Meu pai, que tinha sido diácono por muitos anos na igreja, esforçou-se para me convencer que eles tinham razão em seus pontos doutrinários. … Com respeito à Trindade, eu concluí que era uma impossibilidade acreditar que o Senhor Jesus Cristo, o Filho do Pai, também era o Deus Todo-poderoso, o Pai, um e o mesmo ser. Eu disse a meu pai: “Se o senhor puder me convencer que nós somos a mesma pessoa dentro deste conceito, o de que você é meu pai, e eu seu filho; e também que eu seja seu pai, e você meu filho, então eu posso acreditar na Trindade.” Joseph Bates, 1868, A Autobiografia do Ancião Joseph Bates (The Autobiografyhy of Elder Joseph Bates), pág. 204.
Em uma carta que Joseph Bates escreveu para Guilherme Miller, ele disse:
“Uma coisa mais: Muita zombaria é feita sobre esses que estão em nossa companhia e que participam do grupo dos Shakers. Eu digo que é primeiro uma vergonha para eles, ter orado tão claramente e distintamente pela breve vinda pessoal de nosso Senhor Jesus Cristo para juntar os santos - e assim mesmo acompanham os Shakers em sua crença de que Ele (Jesus) entrou espiritualmente na Mãe deles, Ann Lee, mais de setenta anos atrás. Isto, sem dúvida em minha mente, é devido ao ensino prévio dado a eles, e a convicção que eles têm de uma doutrina chamada Trindade. Como você pode achar falta na fé deles enquanto você estiver ensinando a mesma essência disso. Esta doutrina que nunca será entendida? Para o conforto e fé deles, e claro que para o seu próprio, você diz ‘Cristo é Deus, e Deus é amor.’ Como você não deu nenhuma explicação, nós entendemos que isto veio de você como uma exposição literal da palavra; …
Nós acreditamos que Pedro e Seu Mestre dele resolveram esta questão definitivamente, Mat. 16:13-19; e eu não posso ver por que Daniel e João não tem completamente confirmado que Cristo é o Filho, e nem Deus o Pai. Como pode então Daniel explicar a visão dele do 7º capítulo de seu livro, se ‘Cristo era Deus.’ Aqui ele vê um ‘como o Filho (e não pode ser provado que era outra pessoa) do homem, e havia determinado e foi dado Ele Domínio, e Glória, e um Reino;’ pelo Ancião de Dias. O mesmo Ancião João descreve sentado em um trono com um livro na mão direita dele, e ele viu a Jesus distintamente diante do trono, e tirou o livro da mão dele que assentado estava no trono. Agora se é possível fazer estas duas transações completamente diferentes aparecer em uma pessoa, então eu poderia acreditar que Deus morreu e foi enterrado em vez de Jesus, e Paulo estava enganado quando ele disse, ‘Agora o Deus de paz que trouxe novamente da morte o Senhor Jesus que é o grande pastor da ovelha’; e que Jesus também não quis dizer o que ele disse quando ele afirmou que ele veio de Deus, e ia para Deus, etc; e muito mais, se necessário, para provar o absoluto absurdo de tal fé.” - Uma carta escrita por Joseph Bates a William Miller, 1848, Experiência Passada e Presente (A letter written by Joseph Bates to William Miller, Past and Present Experience) Página 187. Tradução: Davi Souto.

JAMES WHITE – 24 de janeiro de 1846, ESCREVEU:

A forma espiritualista pela qual negam a Deus como o único Senhor, e Jesus Cristo está numa primeira posição, constitui um antigo credo trinitariano, fora das escrituras; que Jesus é Deus eterno. No entanto não existe passagem das escrituras que dê suporte isso. Temos testemunhos bíblicos em abundância que ele é Filho do Eterno Pai.


J.N. ANDREWS – 05 de agosto de 1852, escreveu:


“... está tão longe da verdade como a velha e absurda doutrina trinitariana na qual diz que Jesus é verdadeiramente o Deus eterno”
J.B. FRISBIE – 04 de abril de 1854


“Razões Católicas Para Guardar o Domingo”

1. Porque também é chamado na antiga denominação Romana o “Dies Solis”, o dia do sol o qual era sagrado.
2. Porque é em louvor à santíssima Virgem Maria.
3. Porque é o dia dedicado pelos apóstolos em louvor à Santa Trindade.
4. Porque Jesus nasceu num domingo.
5. Porque Jesus ressuscitou dos mortos num domingo.

J.N. ANDREWS – 06 de março de 1855


A doutrina da Trindade foi estabelecida na igreja pelo concílio de Nicéia 325 AD. Essa doutrina destrói a personalidade de Deus e seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor. A forma infame como foi imposta à igreja, aparece nas páginas da história eclesiástica, que causa aos que acreditam na doutrina corar de vergonha.

JAMES WHITE – 11 de dezembro de 1855, escreveu:

“Mas, a fábula Pagã e Papal da natural imortalidade, fez do maior inimigo do homem, a morte, a porta para a felicidade eterna, e deixa a ressurreição como uma coisa de pequena significação. É a base do espiritualismo moderno.
Aqui nos devemos mencionar a Trindade que acaba com a personalidade de Deus, e de seu Filho Jesus Cristo, e o batismo por aspersão que em vez de sepultar em Cristo no batismo, em significado da sua morte. Mas nós saímos destas fábulas para encontrar outra, que é sagrada para quase todos os cristãos, católicos e protestantes. É a, (5.) a mudança do sábado do quarto mandamento, do sétimo para o primeiro dia da semana. O festival pagão do domingo ... ”

JAMES WHITE – 07 de fevereiro de 1856, escreveu:

“A grande falta da Reforma foi que os reformadores pararam de reformar. Se tivessem levado avante, não teriam deixado nenhum vestígio do papado atrás, tal como a natural imortalidade, batismo por aspersão, a trindade, a guarda do domingo, e a igreja agora estaria livre de erros escriturísticos.”
Esta é uma publicação bem do início da Igreja Adventista. Trata-se de uma seção de perguntas e respostas e no final da resposta está a sigla J.W.
O redator da Revista era Urias Smith e os editores correspondentes: J.N.Andrews, James White, J.H.Waggoner, R.F.Cottrell e Stephen Pierce. A sede da publicadora era em Battle Creek, Michigam. A pergunta formulada pelo leitor é a seguinte:
“M.H. Porque a igreja caiu em muitos erros depois dos dias dos apóstolos? Não é porque ela não andou na luz da palavra? Certamente não é porque a Bíblia ou seus autores mudaram. ...”

D.W. Hull – 10 de novembro de 1859,escreveu:

A Doutrina Bíblica da Divindade de Cristo
“A inconsistente posição mantida em relação à Trindade, sem dívida é a causa de muitos outros erros. Errôneos pontos de vista da divindade de Cristo, levam a erros quanto à expiação. Vendo a expiação num quadro arbitrário, (e todos devem acreditar assim, os que acreditam que Jesus é Deus eterno) levam a conclusões arbitrárias a uma ou duas classes de pessoas: Os que crêem na predestinação e universalismo, (e correlatos).
A doutrina que propomos examinar foi estabelecida pelo concílio de Nicéia, 325 AD. e desde esse período, as pessoas que não acreditam nela são denunciadas pelos sacerdotes e papas como perigosos heréticos. Isso para tornar anátema os chamados arianos. (os que acreditavam na doutrina de Ário) AD 513.
Nós não conseguidos seguir para trás essa doutrina, que teve origem no “Homem do Pecado” e nós encontramos esse dogma estabelecido através da força, ao contrário do direito de investigar nas Escrituras esse assunto.
Aqui encontramos uma pergunta que é freqüentemente feita: Você acredita na divindade de Cristo? Inquestionavelmente, a maioria de nós acredita. Mas nós não acreditamos como a igreja M. E. que ensina, que Cristo é verdadeiramente o Deus eterno, e ao mesmo tempo homem; ...”
Observe o termo “Homem do Pecado” tirado de II Tessalonicenses capítulo 2 e verso 3 usado em relação à invenção da doutrina da trindade.
J.N. Lougborough – 05 de novembro de 1861

“Esta doutrina da Trindade foi trazida para a igreja no mesmo tempo em que a adoração de imagens, e a guarda do domingo e não é mais do que a doutrina dos persas remodelada.”

JAMES WHITE – 10 de novembro de 1863, escreveu:


A Doutrina da Trindade Degrada a Expiação

O grande equívoco dos trinitarianos, ao argumentarem esse assunto, parece ser esse: Eles não fazem diferença entre negar a Trindade e negar a divindade de Cristo. Eles só vêem os dois extremos em que está a verdade; tomam cada expressão referente à preexistência de Cristo como uma prova da Trindade. As Escrituras ensinam abundantemente a preexistência de Cristo e a sua divindade, mas são inteiramente silenciosas quando à Trindade. A declaração que o divino Filho de Deus não morre, está tão longe dos ensinamentos da Bíblia como as trevas da luz. Eu perguntaria aos trinitarianos: A qual das duas naturezas devemos a redenção? A resposta seria obviamente a natureza que morre e que derramou seu sangue por nós; “pela qual tivemos redenção pelo seu sangue”. Então fica evidente que unicamente a natureza humana morre, e o nosso redentor é unicamente humano. O divino Filho de Deus não teve parte na nossa salvação, pela qual não morreu e nem sofreu. Eu estava certo, quando disse que a doutrina da Trindade degrada a expiação, trazendo o sacrifício, o sangue pelo qual fomos comprados, para baixo num padrão de comprometimento.

R.F. Cottrell – 06 de julho de 1869,escreveu:



“Sustentar a doutrina da Trindade, não é mais que uma evidência da intoxicação pelo vinho que todas as nações beberam. O fato dessa ser uma das principais doutrinas, senão a principal, pela qual o bispo de Roma foi exaltado ao papado, não recomenda muito em seu favor. Isto deveria fazer alguém investigar por si mesmo, como quando os demônios fazem milagres para provar a imortalidade da alma. Se eu nunca duvidei antes, agora eu tenho que ir até o fundo para provar .... ”
O Pastor Cotrell era redator da Revista Adventista e era quem preparava as primeiras lições da escola sabatina.

JAMES WHITE – 06 de julho de 1869,escreveu:

“Que uma pessoa seja três pessoas, e que três pessoas sejam uma só pessoa, é uma doutrina que nós podemos proclamar ser um doutrina contrária à razão e ao senso comum.”


Não parece que existe algo de estranho?
Ellen White fez uma guerra contra o livro do Dr. Kelloggs, por descaracterizar Deus pelo panteísmo, e nunca disse uma palavra sequer reprovando esses pioneiros que combatiam a Trindade?
Supondo a Trindade como uma concepção correta sobre Deus, por que ela nunca procurou corrigir o pensamento destes homens, entre eles seu esposo, que eram tão enfáticos em denunciar a Trindade como uma mentira inventada pelo papado?
Mas o que encontramos de Ellen G. White são estas orientações:
“Deus me tem dado luz acerca dos nossos periódicos. O que é isto? Ele falou que os mortos hão de falar; como? As suas obras os seguirão. Nós estamos repetindo as palavras dos pioneiros em nosso trabalho; de quem sabe quanto custa procurar pela verdade como um tesouro escondido. Eles avançaram passo por passo sob a influência do Espírito de Deus. Um por um desses pioneiros já morreu. A palavra que me foi dada é: Faça com que, o que esses homens escreveram no passado, torne a ser escrito.”
“Quando o homem vier mover um alfinete do nosso fundamento o qual Deus estabeleceu pelo seu Santo Espírito, deixe os homens de idade que foram os pioneiros no nosso trabalho falar abertamente, e os que estiverem mortos falem também, reimprimindo os seus artigos das nossas revistas. Juntemos os raios da divina luz que Deus tem dado, e como Ele guiou seu povo, passo a passo no caminho da verdade. Esta verdade permanecerá pelo teste do tempo e da experiência.”
24 de Maio de 1905 - Manuscript Release Vol. 1 pág. 55.

FONTE: http://nitrogricerinapura2010.blogspot.com.br/2011/04/as-declaracoes-dos-pioneiros.html
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Mensagem por Antonio Qui 19 Fev 2015, 07:25

Vejam essa declaração de Waggoner acerca da trindade e a expiação:

Joseph Waggoner sobre a Trindade

Doutrina da Trindade
subversiva da Expiação

Joseph WaggonerÉ, sem dúvida, parecem muitos para ser irreverente de falar assim da doutrina da trindade. Mas achamos que eles devem ver o assunto sob uma luz diferente se eles vão com calma e franqueza analisar os argumentos que iremos apresentar. Sabemos que escrever com os mais profundos sentimentos de reverência para com as Escrituras, e com o maior respeito por todas as doutrinas Escritura e verdade das Escrituras. Mas reverência para com as Escrituras não necessariamente abraçar reverência para com pareceres das Escrituras dos homens.

Não é nosso propósito de apresentar qualquer argumento sobre a doutrina da Trindade, mais longe do que ele tem uma influência sobre o assunto em questão, ou seja, sobre a Expiação. E estamos dispostos, com confiança dispostos a deixar a decisão sobre a questão com todos os que se leia atentamente nossas observações, com um esforço para despojar-se de preconceitos, se infelizmente possuí-la. As inconsistências da trinitários, que devem ser apontadas para livre a doutrina Bíblica da Expiação de injúrias sob as quais ela tem muito tempo deitado, são a consequência necessária do seu sistema de teologia. Não importa o quão capazes são os escritores a quem nos referiremos, eles nunca poderiam libertar-se de inconsistências sem corrigir sua teologia.

Muitos teólogos realmente acha que a Expiação, no que diz respeito à sua dignidade e eficácia, repousa sobre a doutrina da trindade. Mas nós não vemos qualquer ligação entre os dois. Ao contrário, os defensores da doutrina que realmente cair na dificuldade que eles parecem preocupados em evitar. Sua dificuldade consiste nisto: Eles tomam a negação de uma trindade para ser equivalente a uma negação da divindade de Cristo. Se fosse esse o caso, devemos agarrar-se a doutrina da trindade como tenazmente como qualquer pode; mas não é o caso. Eles que leram nossas observações sobre a morte do Filho de Deus sabe que nós acreditamos firmemente na divindade de Cristo; mas não podemos aceitar a idéia de uma trindade, como é realizada por trinitários, sem abrir mão da nossa reivindicação sobre a dignidade do sacrifício feito para a nossa redenção.

E aqui é mostrado como notavelmente os mais amplos os extremos se tocam em teologia. Os mais altos e mais baixos trinitários Unitários se encontram e são perfeitamente unidos na morte de Cristo -a fé de ambas as quantidades para Socinianism. Unitários crer que Cristo era um profeta, um professor inspirado, mas meramente humana; que sua morte foi a de um corpo humano só. Trinitários sustentam que o termo "Cristo" compreende duas naturezas distintas e separadas: uma que era meramente humano; a outra, a segunda pessoa da Trindade, que habitava na carne por um breve período, mas não poderia sofrer, ou morrer; que o Cristo que morreu foi apenas a natureza humana em que a divindade havia habitado. Ambas as classes têm uma oferta humano, e nada mais. Não importa o quão exaltado o Filho preexistente foi; não importa o quão glorioso, quão poderoso, ou mesmo eterna; se a masculinidade só morreu, o sacrifício era apenas humano. E até agora como a morte vicária de Cristo está em causa, este é Socinianism. Assim, a observação é apenas, que a doutrina da Trindade degrada a Expiação, apoiando-o apenas em uma oferta humana como base. Algumas citações irá mostrar a justeza desta afirmação. (JH Waggoner, 1884, A Expiação Na Luz da Natureza e da revelação, páginas 164, 165)

Nós confio que temos mostrado para a plena convicção de cada um que "treme com a palavra" do Senhor, que o Filho de Deus, que estava no princípio, por quem os mundos foram feitos, sofreu a morte por nós; as declarações reiteradas de escritores teológicos que um mero corpo humano morreram são, pelas Escrituras, revelou-se falso. Esses escritores tomar a doutrina da Trindade para a sua base, e assumir que Cristo é a segunda pessoa da Trindade, e não podia morrer. Mais uma vez, eles assumem que a morte não é a cessação da vida; e entre as duas hipóteses não bíblicas eles se envolvem em inúmeras dificuldades, e carregar a doutrina da Expiação de contradições não razoáveis. Nós não nos colocar desnecessariamente em oposição aos sentimentos religiosos de qualquer classe, mas, a fim de limpar a doutrina da Expiação das consequências destas premissas, somos compelidos a notar alguns dos argumentos apresentados em favor proeminentes da doutrina da trindade.

No "Manual da Expiação," 1 João 5:20 é citado como contendo mais evidências conclusivas de uma trindade e da Divindade Suprema de Cristo. É lá alegou que ele é chamado de "o verdadeiro Deus ea vida eterna." O todo versículo diz assim: "E sabemos que o Filho de Deus é vindo, e nos deu entendimento para que possamos saber o que é verdadeiro, e nós estamos naquele que é verdadeiro, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus ea vida eterna. " A pessoa deve ser fortemente associada a uma teoria que pode ler este verso e não vejo a distinção nele contida entre o verdadeiro Deus e Filho de Deus. "Nós estamos naquele que é verdadeiro. "Como? ". Em seu Filho Jesus Cristo" A distinção entre Cristo e o verdadeiro Deus é mais claramente demonstrado pelas próprias palavras do Salvador em João 17: 3: "Que eles te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, ea Jesus Cristo, aquele que tu enviou. "

Muita ênfase é colocada sobre Isa. 9: 6, como prova de uma trindade, que temos antes citado, como se referindo ao nosso Sumo Sacerdote, que derramou seu sangue por nós. Os defensores da teoria que vai dizer que ele se refere a uma trindade, porque Cristo é chamado de Pai da Eternidade. Mas, para isso, com os outros, nós afirmamos que ele pode ter nenhuma referência a uma trindade. Cristo é o Pai na trindade? Se sim, como é que ele o Filho? ou se ele é pai e filho, como pode haver uma trindade? para uma trindade é três pessoas. Para reconhecer uma trindade, a distinção entre o Pai eo Filho deve ser preservada. Cristo é chamado de "a segunda pessoa da Santíssima Trindade;". Mas se este texto revela uma trindade, ou refere-se a ele em tudo, isso prova que ele não é o segundo, mas o primeiro E se ele é o primeiro, que é o segundo? É muito claro que este texto não tem nenhuma referência a tal doutrina. (JH Waggoner, 1884, A Expiação Na Luz da Natureza e da revelação, páginas 167-169)

Como antes observado, o grande erro de trinitários, em discutir este assunto, é o seguinte: eles não fazem distinção entre a negação de uma trindade e uma negação da divindade de Cristo. Eles vêem apenas os dois extremos, entre os quais está a verdade; e tomar todas as expressões referindo-se a pré-existência de Cristo como prova de uma trindade. As Escrituras ensinam abundantemente a pré-existência de Cristo e de sua divindade; mas eles são totalmente silencioso no que diz respeito a uma trindade. A declaração, que o divino Filho de Deus não podia morrer, é tão longe dos ensinamentos da Bíblia como a escuridão é da luz. E gostaríamos de pedir a trinitária, para qual dos duas naturezas estamos endividados para a redenção? A resposta deve, naturalmente, ser, para que aquele que morreu ou derramar o seu sangue por nós; para "temos a redenção, pelo seu sangue". Então, é evidente que, se apenas a natureza humana morreu, nosso Redentor é apenas humano, e que o divino Filho de Deus não tomou parte na obra da redenção, pois ele nem poderia sofrer nem morrer. Certamente, dizemos direito, que a doutrina da Trindade degrada a Expiação, trazendo o sacrifício, o sangue de nossa compra, até o padrão de Socinianism. (JH Waggoner, 1884, A Expiação Em A luz da natureza e Apocalipse, página 173) (Isso também é encontrada em Review & Herald, 10 de novembro de 1863, vol. 22, página 189)

"A divindade e pré-existência de nosso Salvador são mais claramente provado por essas escrituras que se referem a ele como" o Verbo ". "No princípio era o Verbo, eo Verbo estava com Deus, eo Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito foi "João 1: 1-3.. Isto expressa claramente uma divindade pré-existente. O mesmo escritor diz novamente: "O que era desde o princípio, ... o Verbo da vida." 1 João 1: 1. O que João chama o Word, nestas passagens, Paulo chama de "Filho", em Hebreus. 1: 1-3. "Deus ... nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo; O qual, sendo o resplendor da sua glória, ea expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder. "Em outros lugares nesta carta esta mesma exaltado é chamado de Jesus Cristo. Nestas passagens encontramos a divindade ou "natureza superior" de nosso Senhor expressa. De fato, a linguagem não poderia mais claramente expressá-la; por isso, é necessário chamar outro testemunho para provar isso, ele já está sendo suficientemente provada.

A primeira das citações acima diz que o Verbo era Deus, e também o Verbo estava com Deus. Agora não precisa de prova de verdade, é auto-evidente, que a Palavra de Deus, não era o Deus a quem ele estava com. E como não há, mas "um só Deus", o termo deve ser usado em referência à palavra em um sentido subordinado, o que é explicado por Paulo está chamando a mesma pessoa pré-existente, o Filho de Deus. Isso também é confirmado por João dizendo que a Palavra 1 João 1 "estava com o Pai.": 2; também chamando a Palavra "seu Filho Jesus Cristo." O versículo 3. Agora, é razoável que o Filho deve conter o nome e título de seu Pai, especialmente quando o Pai faz dele o seu representante exclusivo para o homem, e reveste-o com tal poder- "por quem fez o universo." Que o termo Deus é usado em tal sentido também é comprovado por Paul, citando Ps. 45: 6, 7, e aplicá-lo a Jesus. "Mas, do Filho, diz: O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre, ... por isso Deus, o teu Deus, te ungiu com o óleo de alegria mais do que a teus companheiros." Heb. 1: 8, 9. Aqui, o título de Deus é aplicada ao Filho e seu Deus ungiu. Este é o título mais alto que ele pode suportar, e é, evidentemente, utilizado aqui num sentido subordinado à sua aplicação ao seu Pai.

Muitas vezes, é afirmado que este exaltado veio à terra e habitava um corpo humano, que ele deixou na hora da sua morte. Mas as Escrituras ensinam que este exaltado era a pessoa idêntica que morreu na cruz; e nisto consiste o imenso sacrifício feito para o homem-o maravilhoso amor de Deus e condescendência de seu único filho. João diz: "A Palavra de vida", "o que era desde o princípio", "que estava com o Pai", que exaltou, Uma pré-existente ", o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que nós temos contemplado, e as nossas mãos tocaram. "1 João 1: 1, 2." (JH Waggoner, 1884, a expiação Na Luz da Natureza e da revelação, páginas 152-154)

"Ques. O que é domingo, ou dia do Senhor, em geral?

Ans. É um dia dedicado pelos Apóstolos para a honra da Santíssima Trindade, e na memória que Cristo, nosso Senhor ressuscitou dos mortos após domingo, enviou o Espírito Santo em um domingo, & c .; e por isso é chamado o Dia do Senhor. É também chamado de domingo a partir da antiga denominação romana de dies Solis, o dia do sol, ao qual foi sacred.- Douay Catecismo, página 143. "(JH Waggoner, 18 de julho de 1854, Review & Herald, vol. 5 , 24 no., página 86, par. 16-18)


FONTE: http://www.thethirdangelsmessage.com/joseph_waggoner_trinity.php

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