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Mensagem por Lila em Ter 10 Abr 2018, 19:00

Conceitos Religiosos – Jorge Bertolaso Stella

Não sei se existirá assunto mais amplo, mais atraente e ao mesmo tempo mais árduo do que o da história das religiões.
O primeiro livro religioso é o próprio homem. O estudo das religião é o estudo da criatura. A fé é a qualidade da vida de um homem. Todas as religiões são novas cada manhã, pois as religiões não existem em lugar algum no céu, elaboradas, terminadas, estáticas. Elas existem no coração do homem.
Não há um Deus para cada religião. Deus é um e universal. Assim, este Deus não está só na Bíblia, mas também nos outros livros religiosos das outras religiões.
Toda criatura humana nasce com a idéia de Deus, expressa nesta frase preciosa: “Disse Deus, façamos o homem a nossa semelhança”. Gen 1:26
O indivíduo nasce sem religião. A religião é uma veste. Conforme a época, o lugar e o ambiente, essa veste muda, é diferente. Consoante a uma vestimenta que envelhece e se troca, assim é a religião. Se uma criança, por exemplo, nasce numa família budista ou cristã, será budista ou cristã, ...
A história das religiões universaliza o indivíduo. Ela, como a teologia, pesquisa o fenômeno religioso, sua origem e desenvolvimento. O homem recebeu uma herança de Deus, ao cria-lo a sua imagem e semelhança. Afastando-se do Gênesis, procura-se as fontes primeiras no homem da pré-história. Como a luz do sol é contínua, contínua é a revelação de Deus aos seus filhos. Consoante o desenvolvimento da razão e da consciência, foi se tornando mais elevada e espiritual essa revelação da divindade. Como a criança apanha as idéias com linguagem singela, apropriada a sua idade, assim Deus falou ao homem naquelas épocas, com linguagem simples e primitiva. Hebr 1: Essa revelação, núcleo da religião, se transmitiu através da pré-história, sendo arquivada pela tradição e pelos códigos sagrados ou livros religiosos da humanidade. A manifestação foi se desenvolvendo paulatinamente e é encontrada nas etapas da revelação, num crescendo espantoso, a ponto de se cristalizar nos diversos livros religiosos da humanidade: na Bíblia, no Rig- Veda, no Avesta, no Alcorão, etc. A revelação de Deus nesses livros não se contradiz, cada um apanha a manifestação de Deus sob um certo prisma.
A revelação de Deus é uma só. Os homens apanham diferentemente, segundo a sua compreensão. A religião, portanto, é uma só. Ela se desdobra pela lei do desenvolvimento, com o progresso da humanidade. Esses códigos sagrados ou livros religiosos, embora com nomes diferentes e manifestações diversas, conservam o núcleo central dessa revelação de Deus.
A Bíblia não é, cronologicamente, o livro mais antigo da humanidade. As idéias da criação do Gênesis são um eco dos Babilônicos e Egípcios, povos mais antigos do que aqueles da Bíblia. O próprio nome de Adão encontra-se na forma Admo entre os babilônicos.
A Bíblia, como os outros livros religiosos da humanidade, contém uma pequena porção da revelação de Deus. O Cristianismo é a interpretação nova da religião, isto é, dessa revelação de Deus. O Cristianismo é um capítulo luminoso da história da manifestação de Deus, e deve também ser interpretado à luz das outras religiões e das descobertas científicas.


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Re: Universalidade Divina

Mensagem por Arcolino em Ter 01 Maio 2018, 08:45

Não se pode negar o fenômeno religioso na alma humana, em qualquer fase da civilização e da história, e da cultura humana, porém em nenhum outro vernáculo "sagrado" aduz à universalidade e unicidade como ao do povo Judeu, afinal de contas o próprio JESUS disse, que a Salvação vem dos Judeus, e em nenhum vernáculo considerados sagrados retrata Deus com um nível tão elevado como proveniente do povo eleito a saber os Judeus.

De fato, há um só DEUS, e esse se revelou a um povo pelo qual nesse povo seria feito à sua aliança, pelo qual alcançaria todos os demais povos, isso faz do Deus dos Judeus, o único, que aponta teleologicamente como um SER pessoal que aos poucos vai se manifestando pelos profetas até finalmente culminar-se na encarnação do Verbo de Deus.

Depois desse evento, a saber da incursão no espaço temporal do Verbo de Deus em carne e sangue, não há mais lugar para ideologia solipsista no âmbito da fé, que por ser fé, é salto para o sagrado onde não se verifica nenhum chão doutrinário nem ideológico, mas um ab eterno depender de JESUS enquanto Verbo de Deus, a se revelar em todos que à ele se renderem confiando inteiramente nele.

O Cristoísmo é uma Teofania indeclinável, efetiva e imutável, inalterável, inconversível de forma que tendo certo que em JESUS fora encarnado todos os princípios de DEUS, esse ao ser crido por parte das criaturas humana, como incursão no seu universo interior, constituirá esse(a) numa nova vida, cuja qualidade será de ser levado na estatura do próprio Salvador.

Por isto, não vejo o termo religião fundamentado numa consciência coletiva, mas no universo pessoal dos que a ele se rendem crendo, de forma que, não poderá haver acordo, entre indivíduos que pensaram diversamente da mente de Cristo, visto que a mente de JESUS, não poderá ser tolhida, atravessada, e muito menos colonizado por pensamentos diversos dos dele.

A obra de Deus, na alma humana, é um operandi, para uma consciência singular antes que coletiva, a unicidade do Espírito de Deus na interioridade da alma humana perfaz irredutivelmente em seu Amor derramado nos corações dos que se rendem ao Senhor Jesus, perfazendo assim a coescêncialidade no coletivo dos crentes fora daí, tudo fica muito mais na horizontalidade do espírito das criaturas humana sem nenhuma partícula da centelha proveniente do Divino, que somente é possível numa relação da verticalidade.

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Re: Universalidade Divina

Mensagem por Aldo Maro Ferraro em Qua 09 Maio 2018, 18:44

Olá Lila
Por gentileza, esse texto que tu postaste é de tua autoria ou uma transcrição de Bertolaso ?
Pois, se for de tua autoria, é obvio que estás expressando a tua opinião; se for uma transcrição então te pergunto se concordas com ele, isto é, se essa é igualmente a tua opinião.
Para então podermos iniciar um diálogo (por favor, "diálogar", não debater e muito menos discutir)
Deus Pai, revelado por Jesus, nos abençôe, Aldo

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Re: Universalidade Divina

Mensagem por Lila em Qui 10 Maio 2018, 17:13

Olá Aldo,

Este texto que postei é de autoria do pastor, já falecido, Jorge Bertolaso Stella.

Eu não sou estudiosa da Bíblia, nem de historia da religião, mas achei interessante a colocação dele.
O que eu entendi, é que a Bíblia tem uma revelação de Deus mais transparente e de acordo com o estagio do homem moderno e progresso da ciência. Aliás, a própria Bíblia contém inúmeros registros de mitos, festas e tradições de povos antigos. Ela mostra uma evolução no modo de se relacionar com Deus. O Novo Testamente (ainda que uma continuidade da historia da redenção através do povo judeu), altera muitos conceitos e Jesus propõe uma mudança radical na vida daqueles que querem segui-lo: "Ouviste o foi dito...Eu porém vos digo". E o que dizer do Sermão da Montanha?

A essência do Cristianismo é o amor ao próximo e a Deus. Porém, ninguém viu a Deus. No entanto, não sendo visto, é sentido, experimentado pela consciência, que toda criatura possui. A consciência é um Deus no ser humano.
"Amarás ao Senhor teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de todas as tuas forças...e ao teu próximo como a ti mesmo". Este diamante só é lapidado pela consciência de cada criatura, na obra que realiza. Se amo ao meu próximo, sirvo a Deus. Aquele que ama a Deus em grau supremo vê Deus em todas as criaturas e revela esse amor divino para com elas (Conceitos Religiosos-J. Bertolaso)

A questão é: ao longo da história (antes do registro bíblico), Deus se revelava aos homens?
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Re: Universalidade Divina

Mensagem por Aldo Maro Ferraro em Qui 10 Maio 2018, 22:10

Olá Lila, olá Arcolino
Muito interessante o texto de Berlolaso, vem ao encontro de meu pensamento. Quanto ao que manifesta Arcolino, minha compreensão diverge em alguns pontos, como poderá ser notado do que exponho a seguir.

Na minha compreensão a existência de Deus está vinculada a três premissas:
1- Se Deus existe Ele é necessariamente único. É inadmissível que possa haver mais que um Deus, duas ou mais vontades distintas.
2- Se Deus existe Ele é necessariamente universal. Sendo único, Ele é o mesmo para todo o universo, para todos os povos, inclusive para eventuais povos que porventura habitem em outros planetas. Consequentemente, não há “povo eleito”.
3- Se Deus existe Ele é necessariamente um Deus de paz. É inadmissível que, sendo Deus para todos os povos Ele determine ou estimule guerras e matanças. A violência é fruto apenas da intolerância e da ambição humana, no passado e ainda atualmente.
As várias religiões resultam de buscas puramente humanas que visam entender e compreender Deus, mas o fazem segundo suas culturas e, principalmente, segundo suas conveniências; o que resulta em uma diversidade de credos, às vezes até conflitantes. As várias doutrinas dizem como desejariam que Deus fosse, não como Ele é.
A única revelação de Deus que atenda às premissas é a expressa no Novo Testamento por Jesus, por seus discípulos e epígonos.

Deus Pai revelado por Jesus nos abençôe. Aldo

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Re: Universalidade Divina

Mensagem por Arcolino em Dom 13 Maio 2018, 13:19

Aldo Maro Ferraro escreveu:Olá Lila, olá Arcolino
Muito interessante o texto de Berlolaso, vem ao encontro de meu pensamento. Quanto ao que manifesta Arcolino, minha compreensão diverge em alguns pontos, como poderá ser notado do que exponho a seguir.

Na minha compreensão a existência de Deus está vinculada a três premissas:
1- Se Deus existe Ele é necessariamente único. É inadmissível que possa haver mais que um Deus, duas ou mais vontades distintas.
2- Se Deus existe Ele é necessariamente universal. Sendo único, Ele é o mesmo para todo o universo, para todos os povos, inclusive para eventuais povos que porventura habitem em outros planetas. Consequentemente, não há “povo eleito”.
3- Se Deus existe Ele é necessariamente um Deus de paz. É inadmissível que, sendo Deus para todos os povos Ele determine ou estimule guerras e matanças. A violência é fruto apenas da intolerância e da ambição humana, no passado e ainda atualmente.
As várias religiões resultam de buscas puramente humanas que visam entender e compreender Deus, mas o fazem segundo suas culturas e, principalmente, segundo suas conveniências; o que resulta em uma diversidade de credos, às vezes até conflitantes. As várias doutrinas dizem como desejariam que Deus fosse, não como Ele é.
A única revelação de Deus que atenda às premissas é a expressa no Novo Testamento por Jesus, por seus discípulos e epígonos.

Deus Pai revelado por Jesus nos abençôe. Aldo


Boa tarde Aldo.

Concordo a premissa de número 1.
Concordo parcialmente com a premissa número 2, visto que não posso concordar com a conclusão da universalidade Divina, visto que o mesmo em sua Santa Soberania quis escolher um povo dentre todos outros na terra, JESUS disse: A Salvação vem dos Judeus a samaritana, além de dizê-la que ela não sabia o que adorava, mas em relação aos Judeus o mesmo alegara que adorava o que sabiam.
Concordo com a premissa de número 3, porém não posso concordar com a conclusão, visto que a Paz de Deus, não deve-se inferir ausência de guerra, mas sim diante das circunstâncias não se é abalado pela segurança, patrocinada pela Paz. De medo que não temos que lutarmos nem com carne e sangue mas com Potestade e principados e hordeas espirituais das trevas.

DEUS é inapreensível pela razão lógica das criaturas humana, mas se revela utilizando-se a mesma, por essa razão, a fé nele, não poderá ser resultado da dedução da razão humana, que são conhecimentos calcados no limitado raciocínio das criaturas, sem contar que a fé é um âmbito exclusivamente do Sagrado, o que faz com que a moeda da fé não seja calcada em dedução da lógica, mas sim em sua revelação devidamente registrada no cânon sagrado (Bíblia Sagrada).

A fé sendo salto para o Sagrado onde não se achará chão, é ab eterno depender de JESUS, o que reafirma nossa confiança no mesmo e dele dependendo.
Por isso, cabe admoestação, quando a fé fica apenas em premissas das lógicas da razão, visto que essa fé carece da luz divina para enxergar as nossas trevas que de uma forma insuspeitado tem a forma de luz das próprias razões( Se a luz que há em vós for trevas terríveis serão, JESUS)
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Re: Universalidade Divina

Mensagem por Aldo Maro Ferraro em Ter 15 Maio 2018, 15:54

Caro amigo Arcolino,

Entendo que tua opinião, expressa em tua mensagem, é perfeitamente coerente com a doutrina oficial das igrejas cristãs, nada tenho a objetar. Entretanto, no exercício de meu livre arbítrio, não me sinto adstrito a aceita-la de pleno, tenho minhas reflexões próprias e convicções que, por vezes, não se alinham com a doutrina.
Este posicionamento se inicia a muitos anos atrás. Nascido em família Católica, segui inquestionadamente; até que um dia pensei : “porque devo seguir uma religião que provém de um povo com o qual eu nada tenho em comum? Poderia então adotar qualquer outra religião !”. Afastei-me para conhecer as demais religiões para que eu pudesse adotar alguma segundo minha convicção e não segundo uma tradição. Encontrei no Novo Testamento a revelação de Deus que eu procurava, Deus Pai, ABBA, como o chamava Jesus. Mas somente no NT; o entendimento acerca de Deus contido no Antigo Testamento, YAVEH deus dos exércitos, não me serve, não me convence.
Ainda segundo minha compreensão, historicamente, todas as guerras, inclusive a tomada da “terra prometida”, são atos de violência nascidos em pura ambição humana, nada têm de divino. Os povos, cuja terra Josué tomou, eram pastores, totalmente despreparados para a guerra; a meu ver, longe de heroica, aquela foi uma matança covarde.
O raciocínio, a razão, é o maior dos dons que recebemos do Deus verdadeiro; logo, podemos chegar a Deus pela razão. “fides quaerens intelectum” = o intelecto busca a fé, disse Santo Tomas de Aquino na Summa Teológica.
É claro que essas convicções servem para mim, aqui apenas as exponho, não pretendo mudar a opinião de ninguém, pois cada um tem direito de ter seu próprio entendimento, sua própria compreensão e formar sua própria opinião.
Deus Pai, revelado por Jesus, nos ilumine e abençôe. Aldo


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Re: Universalidade Divina

Mensagem por Arcolino em Ter 15 Maio 2018, 17:08

Boa tarde Aldo.
Não pretendi representar em minha fala, nenhum seguimento institucional religioso, mas colocando a disposição apenas, o testemunho de minha própria consciência, estou bem longe aqui do proselitismo, no entanto, devo respeitar o arbítrio de cada pessoa.

Sem porém deixar de contestar certa interpretação historiográfica do desenrolar dos eventos bíblicos a saber "todas as guerras, inclusive a tomada da "terra prometida", são atos de violência nascidos em pura ambição humana, nada tem de divino."

Fico na referência bíblica dada por Deus, para extinguir aqueles povos, se utilizando duma nação, em vez de se utilizar doutra forma como exemplo de Sodoma e Gomorra com pedras de fogo, ao passo que preservara todo o espaço ambiental, e em alguns casos houve até mesmo repulsa por Deus, que não palpassem nem seus animais, ali se tratava claramente de um juízo Divino, se utilizando em sua Soberania dum povo, para deserdar povos em iniquidade.

Sem contar que fora advertido ao povo Israelita para não seguirem o exemplo dos mesmos sob pena de sofrerem os mesmo juízos, como se viu no desenrolar da história o cativeiro de Israel sob vários povos por terem cometidos pecados considerado abomináveis por Deus.

Rol dos costumes abomináveis: Levítico 18.2, ...27,28 confira.
Sim meu caro, foi juízos divino nessa modalidade, assim como antes houvera uso da natureza, a partir daquele povo passara ser utilizado o método de deserdar os seus habitantes por tais práticas. Daí deve-se inferir que do Senhor é o céus e a terra e todos que nele habitam.

Sendo dono e Soberano de suas criaturas, confere-lhes o arrogo de julgar, e fazer o que lhe apraz.
É claro que Deus busca o melhor para suas criaturas, mas não havendo nenhum jeito, para abandonarem práticas abomináveis, restando ser aplicado juízos, porque ele é Santo.

Nesse passo, insisto em dizer que não sou prosélito, mas apenas crente em que reside seu testemunho, o que me dá o encargo de anunciar, e corrigir pensamentos equívocados, sob pena, de está cometendo lesa majestade divina, por omissão.
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Re: Universalidade Divina

Mensagem por Aldo Maro Ferraro em Ter 15 Maio 2018, 21:55

Olá Arcolino

Como podemos afirmar que aqueles povos eram realmente iníquos e que tinham "práticas abomináveis" ?

abraços, Aldo

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Re: Universalidade Divina

Mensagem por Arcolino em Ter 15 Maio 2018, 22:30

É somente ler em Levítico na referência do Capítulo 18, e verá sendo denunciado as práticas dos mesmos.
Na formulação das leis também sempre eram feita referência das práticas daqueles povos que estavam sendo deserdado, e advertido para não seguirem naquelas práticas.

Deuteronômio 18.9 falam das abominações das nações proibidas para Israel.
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Re: Universalidade Divina

Mensagem por Aldo Maro Ferraro em Ter 15 Maio 2018, 23:53

A fonte é o Antigo Testamento, ou seja, a acusação parte daqueles que estão interessados em assim qualifica-los a fim de justificar sua barbárie. Não há, portanto, nenhuma outra fonte, que seja idônea, a não ser o livro (AT) por eles mesmos escrito.
Na conquista da América, os espanhois obtiveram do papa uma declaração de que os nativos não tinham alma, portanto podiam ser mortos como se fossem bichos.
Sinto muito, mas, para ser confiável é necessário que tal afirmação seja feita por uma fonte idônea, que não tenha interesse direto. Inexistente.

Deus Pai nos abençoe. Aldo

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Re: Universalidade Divina

Mensagem por Arcolino em Qua 16 Maio 2018, 01:25

Aldo Maro Ferraro escreveu:A fonte é o Antigo Testamento, ou seja, a acusação parte daqueles que estão interessados em assim qualifica-los a fim de justificar sua barbárie. Não há, portanto, nenhuma outra fonte, que seja idônea, a não ser o livro (AT) por eles mesmos escrito.
Na conquista da América, os espanhois obtiveram do papa uma declaração de que os nativos não tinham alma, portanto podiam ser mortos como se fossem bichos.
Sinto muito, mas, para ser confiável é necessário que tal afirmação seja feita por uma fonte idônea, que não tenha interesse direto. Inexistente.

Deus Pai nos abençoe. Aldo




Ás escrituras são divinamente inspiradas e não instrumentos humanos de projeto de poder.

Esse é âmbito unicamente de fé, a fé é salto para o Sagrado, onde não se existe chão, para ser apalpado, buscando sua mensuração.

Lamento suas desconfiança nas escrituras divinamente inspirada, que somente trata-se do apelo da fé do interlocutor, bem antes que a sua interpretação.

A minha fonte são das escrituras como divinamente inspirada, desse jeito fica descartado, amostragem, como algo que se tenha que palpar, para que se dê algum grau de assentimento.

Não são tratativas das ciências naturais ou sociais, são tratados do Sagrado e sua relação com sua criaturas, desde o início.

Esse tipo de conhecimento aduzido pela fé,. desde o início para ser obtido, como método epistemológico, fora dada por JESUS, de que recebamos tais conhecimentos como crianças.

Visto que criança,não questiona,mas se lança aos braços do Pai, sem se preocupar se vai quedar-se.

Se examinai com premissas próprias, e questionamentos, se esbarra no horizonte apenas do espírito estritamente duma criatura humana, sem nenhuma centelha proveniente do Divino.

Sem contar que JESUS disse: que se a luz que temos for trevas, terríveis seriam. Quer dizer a luz das razões humana, insuspeitadamente são trevas sem à luz da fé em JESUS.

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Re: Universalidade Divina

Mensagem por Lila em Qua 16 Maio 2018, 18:01

Caro Arcolino,

ref. a sua msg nº2:

De fato, há um só DEUS, e esse se revelou a um povo.

Como voce interpreta o fato da Bíblia não ser, cronologicamente, o livro mais antigo da humanidade e conter idéias da criação e dilúvio, já descritos anteriormente pelos Babilônicos e Egípcios?



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Re: Universalidade Divina

Mensagem por Arcolino em Qua 16 Maio 2018, 19:02

Olá Lila, boa noite!

Ás criaturas humana ontologicamente foram feitas para conhecimento imanente a si por reflexo Divino, o que o faz serem privilegiadamente um ente cuja autenticidade de ser pela sua radical interioridade.

Ora a aquisição do saber nessa magnitude, há de ser admitida como insuperável sofisticação existencial para aquisição do saber.

Portanto, a impressão do saber registrados em pergaminhos ou couros, barros, papéis, e por fim eletrônico não fora o ideal para aquisição do saber idealizado pelo PAI.

O fato de existirem tais registros, deve-se inferir, favoravelmente, que de fato se cumprira as profecias diluviana, mas nem todos morreram, ou se morreram exceto à família de Noé, creio que ao se dispersarem após o crescimento populacional, guardaram tais conhecimento registrados primeiramente na própria consciência, e após crescerem em pontos diversos da terra, registraram de acordo com seu desenvolvimento culturais e social onde se situaram.

Afinal de contas os babilônicos e egípcios derivam de criaturas humana de um mesmo tronco originário, cuja diversidade linguística pós diluviano deu-se no episódio da construção da cidade e de uma torre cujo cume toque nos céus( Gn.11.4).

Tendo uma mesma origem, apesar das diversidades linguística, ficaram devidamente registrado nas próprias consciência o evento histórico do dilúvio;

De modo que ter registros de fatos acontecidos com deslindes históricos, não faz dessas literaturas divinamente inspirada, mas sim, se é admissível de inspiração do espírito das próprias criaturas humana a despeito das tradições e história geral.
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Re: Universalidade Divina

Mensagem por Aldo Maro Ferraro em Qua 16 Maio 2018, 19:06

Caro amigo Arcolino
Entendo e compreendo perfeitamente a tua convicção, tens toda a minha simpatia. A maioria dos meus amigos aqui em Florianópolis são presbiterianos e pensam como tu.
Minha fé em Deus não necessita de uma doutrina; para simplificar digo que, para satisfazer minha necessidade de Deus, me basta o NT, dispenso o AT.
Deus Pai nos abençôe

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