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Lula: acabou para quem um dia foi o maior líder político

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Edison
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Re: Lula: acabou para quem um dia foi o maior líder político

Mensagem por Edison em Seg 24 Abr 2017, 09:48

E defender ladrão na urna é o que?

Chico Costa
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Re: Lula: acabou para quem um dia foi o maior líder político

Mensagem por Chico Costa em Seg 24 Abr 2017, 11:25

Uma elite amoral e mesquinha se revela nas delações da Odebrecht

https://leonardoboff.wordpress.com/2017/04/21/uma-elite-amoral-e-mesquinha-se-revela-nas-delacoes-da-odebrecht/


Precisava vir alguém de fora, de uma jornalista Carla Jiménez do jornal espanhol El Pais (17/04/2017) para nos dizer as verdades que precisamos ouvir. Seguramente a grande maioria concorda com o conteúdo e os termos desta catilinária contra corruptos e corruptores que tem caracterizado nos últimos tempos o Brasil. Formou-se entre nós, praticamente, uma sociedade de ladrões e de bandidos que assaltaram o país, deixando milhões de vítimas, gente humilde de povo, sem saúde, sem escola, sem casa, sem trabalho e sem espaços de encontro e lazer. E o pior, sem esperança de que esse rumo possa facilmente ser mudado. Mas tem que mudar e vai mudar. È crime demasiado. Nenhuma sociedade minimamente humana e honesta pode sobreviver com semelhante câncer que vai corroendo as forças vitais de um nação. Enganam-se aqueles que eu, pelo fato de defender as políticas sociais que beneficiaram milhões de excluidos, realizadas pelos dois governos anteriores, do PT e de seus aliados, tenha defendido o partido. A mim não interessa o partido mas a causa dos empobrecidos que constituem o eixo fundamental da Teologia da Libertação, a opção pelos pobres contra a pobreza e pela justiça social, causa essa tão decididamente assumida pelo Papa Francisco. É isso que conta e por tal casusa lutarei a vida inteira como cristão e cidadão.Estou convencido de que o Brasil poderá ser, quando bem governado, a mesa posta para as fomes e sedes do mundo inteiro. Creio que a revelação de tais crimes, sua punição, o resgate dos bilhões de reais ou de dólares roubados e devolvidos aos cofres públicos,nos deem duras lições. Que todos vigiemos para que nunca se esqueça e nunca mais aconteça. O texto foi tirado do IHU de 18de abril de 2017: Lboff

*****************************

Eis o artigo

O Brasil saltou de uma transmissão política em preto e branco para alta definição de uma semana para outra com a lista de Fachin. Tudo se conhecia mais ou menos por meio de vazamentos em um ou outro veículo de comunicação. Mas ouvir a voz dos corruptores e vê-los em vídeo relatando seus crimes por horas a fio é mais doloroso. É como se a própria mãe estivesse contando que na verdade você é filha do irmão do seu pai, ou de um ladrão de bancos, ou de um estuprador. O impacto é violento, ainda que você desconfie que a verdade da sua vida era outra.

Depreende-se das horas de gravação da delação da Odebrecht uma elite hipócrita, amoral e mesquinha que enxerga o Brasil como uma S.A. para seu usufruto, e não como a sociedade que deveria ser. Tudo ainda precisará de provas concretas, mas o mundo revelado por Emílio e Marcelo Odebrecht tem corrupção a la Casas Bahia ou a la galeria Lafayette, dependendo do freguês. Um ministro da Fazenda, Guido Mantega, que determinava os destinos do dinheiro público depois de supostamente negociar milhões de doação com uma fornecedora do Governo, anotando valores a pagar ao partido num papelzinho, segundo Marcelo Odebrecht. Um irmão do ex-presidente Lula que teria recebido mesada de 6.000 reais por ser simplesmente irmão do ex-presidente, segundo outro. Um governador, Aécio Neves, que teria cobrado 3% de empreiteiras numa obra bilionária em Minas Gerais, e teria levado milhões para defender a participação da Odebrecht no setor elétrico.

Tem até o ex-relator do impeachment no Senado, Antonio Anastasia – que discursava indignado sobre o crime das pedaladas fiscais de Dilma Rousseff no ano passado – e que agora terá de provar que não é criminoso, apesar da acusação de que teria recebido caixa 2 de baciada da Odebrecht. O presidente da República, Michel Temer, que diz não ter negociado propina, mas que recebeu em seu escritório um representante da empresa ao lado de dois dos nomes do seu partido que negociaram esses recursos ilícitos – um deles, Eduardo Cunha, comparado ao traficante Marcola, pelo também acusado Renan Calheiros –, segundo o denunciante. Hipócritas. Hipócritas. Hipócritas.

Doação de seis milhões de reais aqui, 50 milhões acolá, 2,5 milhões ali. De onde vem tanto dinheiro? Só a Odebrecht pagou 10,6 bilhões entre 2006 e 2014, segundo ela. É pornográfico imaginar quanto ela ganhou em troca nesses projetos de obras públicas, e quanto outros defensores da moral e dos bons costumes de Brasília ganhavam em nome de supostas campanhas políticas. E estamos falando de apenas um setor específico. Imagine um pente fino nos planos de saúde, a indústria de carne, as agências de publicidade, o setor automotivo. Sem ilusões de que quem não está na lista de Fachin é inocente. Ou podemos confiar na sensibilidade social do ministro da Saúde, o deputado Ricardo de Barros, que não deixa de lembrar em todas as suas entrevistas a quais interesses serve na hora de falar sobre o assunto que hoje administra?

Elite criminosa
O que é a pedalada fiscal hoje, se não cosquinhas perto da monstruosidade que o topo da pirâmide política e econômica promove no Brasil. Que fatiaram o país e o dividiram entre os partidos políticos, tal qual o boi nos cartazes do açougue, segundo as investigações. Cada pedaço pertence a um partido, a uma facção da legenda, e, confirmando-se as acusações da Lava Jato, seu trabalho parlamentar fica reduzido ao de um despachante, ou corretores de influência, cobrando uma fração do sucesso dos negócios com o Governo, pelo que consta até aqui. As diretorias da Petrobras era do PT, PP e PMDB. A Câmara, da turma do Temer e do Eduardo Cunha. O Senado, de Eunício Oliveira e Renan Calheiros, segundo delação de Delcídio do Amaral. As hidrelétricas de Furnas, do PSDB de Aécio, segundo Marcelo Odebrecht. O metrô de São Paulo, do PSDB paulista, segundo as investigações. E assim por diante. Está tudo ali, para quem quiser ver. Definitivamente, a propinocracia brasileira tem muitos reis.

Políticos que mentem descaradamente sem mexer um músculo do rosto. Vaidosos, gravaram vídeos no início da Lava Jato usando frases como “ninguém aguenta mais a corrupção do PT”, com lama até a cintura. Garantiram suas aposentadorias com dinheiro desviado e agora acreditam ter legitimidade para decidir o destino da velhice de todos os brasileiros que fizeram o verdadeiro papel de palhaços neste teatro.

Uma elite corruptora com representantes como Marcelo Odebrecht… Um executivo preparado para assumir os negócios da família que quis provar ser melhor que o pai da maneira mais irresponsável, comprando fatias de mercado. Análise freudiana à parte, deu aos executivos do grupo a prerrogativa de corromper seus políticos do entorno para conseguir obras públicas. E como prêmio, pagava bônus anuais milionários. “Vira uma bola de neve”, afirma Fernando Reis, ex-presidente da Odebrecht Ambiental, explicando por que deu propinas de 6 milhões de reais ao pastor Everaldo. “Tudo distorcido”, confessa Reis agora. E por que não questionou? Por que não se demitiu? Por que não denunciou?

Em determinado trecho da sua delação, Marcelo fala sobre um diálogo com Graça Foster, ex-presidente da Petrobras. “Sempre fui aberto com Graça… fui franco quando me perguntou… ”, diz ele. Na conversa, admitia que pagara por fora para o PMDB e para o PT por uma obra da petroleira. “Se não tivesse o PT no meio, eu não falaria”, querendo mostrar coerência e, quiçá, lealdade aos nomes que estavam ocultos. Mas o que é ser aberto, senhor Marcelo? Qual é o critério de correção, de lealdade, de franqueza que passa na cabeça de um homem que estruturou um setor que distribuiu bilhões em propinas ao longo de oito anos [ou será mais tempo]? É esse o modus operandi dos empresários bilionários deste país?

Que elite mais desgraçada. Jogam o Brasil na bacia das almas para 2018, entre um lunático como Jair Bolsonaro e um novato na política executiva, João Doria Jr., que insiste no discurso que o grande problema da corrupção brasileira é só o PT. Por favor, pare de repetir isso, prefeito. Seu padrinho e amigo há 38 anos, o governador tucano Geraldo Alckmin, é um dos políticos campeões em caixa 2, segundo a Odebrecht, usando o irmão da primeira dama de São Paulo como receptor. E sendo seu partido o terceiro mais celebrado pela Odebrecht, com 152 milhões de reais em recursos ilícitos, ao que consta das delações, segundo levantamento do jornal O Estado de S. Paulo. Ao PT coube a maior fração, 408,7 milhões, porque estava com a máquina pública federal. Vários governadores tucanos parecem ficar à vontade com quinhões obscuros nas gestões estaduais.

Lula, por outro lado, mais do que os crimes a que responde, feriu de golpe a esquerda no Brasil. Ajudou a segregá-la, a estigmatizar suas bandeiras sociais e contribuiu diretamente para o crescimento do que há de pior na direita brasileira. Se embebedou com o poder. Arvorou-se da defesa dos pobres como álibi para deixar tudo correr solto e deixou-se cegar. Martelou o discurso de ricos contra pobres, mas tinha seu bilionário de estimação. Nada contra essa amizade. Mas com que moral vai falar com seus eleitores?

Saiam todos, por favor. Vocês são maus exemplos a seguir. Despertam ojeriza. Dediquem o que resta de suas vidas a entregar tudo, a detalhar tudo, a terminar de contar o que falta para que o Brasil se estabeleça como uma sociedade mais sadia, menos tóxica. Nenhum país merece que a riqueza seja comandada por quem não tem um mínimo de solidariedade com o país e vive da mesquinharia que alimenta a miséria. Acordão? Só se for para admitir crimes. Ambicionem entrar para a história como os que ajudaram a mudar o rumo, sem violentar a esperança alheia. Uma mensagem que cabe ao Judiciário, inclusive, que como disse o ministro Luís Roberto Barroso ao citar o direito penal, “deixou erguer um país de ricos delinquentes, que vivem de fraudes às licitações, lavagem de dinheiro entre outros crimes”. Vistam a carapuça. Deixem a Justiça atuar e paguem pelos seus crimes. É o melhor que vocês podem fazer para justificar a própria existência.

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Re: Lula: acabou para quem um dia foi o maior líder político

Mensagem por Chico Costa em Seg 24 Abr 2017, 11:26

Edison escreveu:E defender ladrão na urna é o que?

É a mesma coisa.


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Re: Lula: acabou para quem um dia foi o maior líder político

Mensagem por Chico Costa em Seg 24 Abr 2017, 13:02

Covarde e desleal, esquerdista Boff deixa Lula e rola em si mesmo

Depois de Paulo Henrique Amorim, chegou a vez do face mais visível da Escatologia da Libertação chutar seu aliado histórico. Que monumento moral!


É… Nada como viver tempos interessantes. Dia desses, Paulo Henrique Amorim resolveu abandonar o barco de Lula. Escrevi a respeito. Agora, outro notório esquerdista, que há muito vive à sombra do petismo, faz a mesma coisa: Leonardo Boff, o ex-frei do que chamo “Escatologia da Libertação”. Já volto a ele. Quero antes fazer algumas considerações gerais.

Coragem e lealdade
Já escrevi e reitero que há duas qualidades que admiro independentemente de conteúdo ou postulações: coragem e lealdade. Não posso pensar em nada mais asqueroso do que seus respectivos contrários: covardia e traição. Ainda que eu repudie a causa deste corajoso ou daquele; ainda que eu possa achar que o beneficiado pelo amigo leal não vale o esforço, aplaudirei sempre as duas virtudes, mesmo que combata seus protagonistas. Só vale a pena viver assim. E, por óbvio, quero-me e sou corajoso e leal. A leitura de “A Ilíada” explica com mais riqueza o que vai aqui. Se um dia tiverem tempo, leiam-na.

Ao fazer essa lembrança, relevo que trato de virtudes antigas, que não têm marca ideológica. Até porque a esquerda pode ser notavelmente traiçoeira e covarde em nome da “causa”. Há rica literatura, muito especialmente a política, a respeito. E a direita pode praticar as duas coisas em nome do “pragmatismo”, já que costuma ter pouca imaginação para utopias.

“Causa” e “pragmatismo” são, pois, vestes que os pusilânimes e os vigaristas envergam sob o pretexto de cuidar da coisa pública. Cedo ou tarde, os fatos os aguardam. Se cedo, melhor: talvez haja tempo para aprender alguma coisa. Se tarde, nada a fazer. A terra há de comer mais um infeliz.

Vamos a Boff.

Este senhor, certa feita, escreveu um artigo com um ataque violento contra mim. Por quê? Quando morreu o arquiteto Oscar Niemeyer, escrevi, citando Millôr sobre um seu amigo do “Pasquim”, que o artista era “metade gênio e metade idiota”. Eu admirava — e admiro — seu trabalho; acho algumas de suas soluções admiráveis; a leveza que o concreto armado assume em sua prancheta não tem paralelo. Mas pensava o que pensava em política. O homem morreu stalinista!

Boff ficou revoltado. Este senhor pio, religioso, generoso, decidiu me chamar de “besouro rola-bosta”, expressão que a esgotosfera esquerdista repetiu até se fartar. Hoje em dia, conheço também a esgotosfera de extrema direita. São iguais em tudo. Até na venalidade. Aquela tinha seus financiadores secretos. Esta também.

O homem que me brindou com associação tão poética escreve agora um escreve um post em que entrega Lula e o PT às cobras — sim!, claro, os demais partidos, o PSDB em particular, apanham muito, ainda que de forma oblíqua. Já explico.

Espancando um tanto a língua, o que não lhe é estranho, Boff manda ver:
“Enganam-se aqueles que eu, pelo fato de defender as políticas sociais que beneficiaram milhões de excluídos, realizadas pelos dois governos anteriores, do PT e de seus aliados, tenha defendido o partido. A mim não interessa o partido mas a causa dos empobrecidos que constituem o eixo fundamental da Teologia da Libertação, a opção pelos pobres contra a pobreza e pela justiça social, causa essa tão decididamente assumida pelo Papa Francisco.”

Reproduzindo um texto imbecil

Na sequência, Boff reproduz, em sinal de endosso, um artigo da jornalista de esquerda Carla Jiménez, publicada na edição online para o Brasil do jornal “El País”. O texto dela é de uma ruindade assombrosa. Entre outras razões porque mistura alhos com bugalhos. Leiam isto, por exemplo:
“[políticos] Garantiram suas aposentadorias com dinheiro desviado e agora acreditam ter legitimidade para decidir o destino da velhice de todos os brasileiros que fizeram o verdadeiro papel de palhaços neste teatro.”

Demagogia barata e intelectualmente vigarista. A Previdência estaria quebrada ainda que ninguém houvesse roubado um centavo.

Num outro momento, diz esta senhora:
“Tem até o ex-relator do impeachment no Senado, Antonio Anastasia — que discursava indignado sobre o crime das pedaladas fiscais de Dilma Rousseff no ano passado — e que agora terá de provar que não é criminoso, apesar da acusação de que teria recebido caixa 2 de baciada da Odebrecht.”

Em primeiro lugar, ela inventou que existe a acusação de que Anastasia recebeu caixa dois “de baciada”. Candidamente — nota-se que a escriba é, digamos, modesta —, ela parece achar muito justo que alguém tenha de “provar que não é criminoso”… É o que acontecia na Espanha do franquismo, né? As pessoas tinham de provar que eram inocentes. O órgão acusador não precisava evidenciar a culpa. Bons tempos, não é, Carla?

No ápice, desculpem-me a expressão dura, da delinquência intelectual, diz a tal:
“Elite criminosa. O que é a pedalada fiscal hoje, se não cosquinhas perto da monstruosidade que o topo da pirâmide política e econômica promove no Brasil.?”

Ora, o crime das pedaladas independe da roubalheira institucionalizada. E foi igualmente cometido. Qual é a sugestão? Que Dilma permanecesse no cargo já que o país é esculhambado?

E, claro!, a doutora em Brasil tem uma receita para resolver a crise:
“Saiam todos, por favor. Vocês são maus exemplos a seguir.”

Não foi o que fez a Espanha. Resolveu enterrar os cadáveres do franquismo e ressuscitar, ora vejam, as varizes azuis da monarquia. E não é que a transição deu certo? Ainda bem que Carla não tinha como opinar. Seu texto é de um jacobinismo ginasiano. Duvido que algo tão ruim saia nas páginas do El País espanhol. Mas sabem como é… Devem pensar: “Para brasileiros, está bom demais”.

Lula

E Carla Jiménez desce o sarrafo em Lula, com o endosso de Boff. Num trecho de esquerdismo pedestre, escreve:
“Lula, por outro lado, mais do que os crimes a que responde, feriu de golpe a esquerda no Brasil. Ajudou a segregá-la, a estigmatizar suas bandeiras sociais e contribuiu diretamente para o crescimento do que há de pior na direita brasileira. Se embebedou com o poder. Arvorou-se da defesa dos pobres como álibi para deixar tudo correr solto e deixou-se cegar. Martelou o discurso de ricos contra pobres, mas tinha seu bilionário de estimação. Nada contra essa amizade. Mas com que moral vai falar com seus eleitores?”

Notem que, nos políticos “de direita”, muito grave é o roubo do dinheiro público. No caso de Lula, um esquerdista, não! Seu maior pecado foi “ferir de golpe (?) a esquerda do Brasil” (…), contribuindo “diretamente para o crescimento do que há de pior na direta brasileira”. Num momento de uma parvoíce ímpar, escreve: “[Lula] Martelou o discurso de ricos contra pobres, mas tinha seu bilionário de estimação. Nada contra essa amizade. Mas com que moral vai falar com seus eleitores?”. Não é que Carla ache errado o discurso dos “ricos contra os pobres”. Parece que disso ela gosta. Ela só não aprova que o chefão petista o faça tendo um amigo bilionário…

Carla não deve ter noção de quão ruim é. Não por acaso, o Boff gostou…

A jornalista do El País só está praticando seu, como direi?, “hedge” com o espírito da Lava Jato. Ao agir assim, tenta fazer com que seu conhecido alinhamento com as esquerdas não se confunda com eventual desprestígio à força-tarefa. E ela percebeu também que, hoje, alinhar-se fanaticamente com os procuradores faz bem às esquerdas. Afinal, eles deram a esta senhora a oportunidade de escrever um texto que iguala todos os citados na operação, sejam ladrões ou não. Daí que ela peça que todos saiam.

De volta ao Boff

Boff reproduziu o texto porque concordou. Ele também está procurando se livrar da herança petista. O homem santo já ligou os radares de sua sofisticada moral em busca de outro salvador da pátria. E ele o faz quando Lula está numa pior, convenham.

Esse é o cara que me chamou de besouro rola-bosta. Ainda que eu fosse, uma coisa é certa: jamais rolaria na matéria de que são feitos os Boffs da vida. Eu seria um besouro muito exigente. Vá lá o estrume… Mas nunca a covardia e a deslealdade.

Que estão abaixo da bosta!

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/covarde-e-desleal-esquerdista-boff-deixa-lula-e-rola-em-si-mesmo/

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Re: Lula: acabou para quem um dia foi o maior líder político

Mensagem por Edison em Qua 26 Abr 2017, 15:25

Chico Costa escreveu:
Edison escreveu:E defender ladrão na urna é o que?

É a mesma coisa.


Você votou em quem para presidente? Se lembra? Você já disse aqui. KKKKK

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Re: Lula: acabou para quem um dia foi o maior líder político

Mensagem por Edison em Qua 26 Abr 2017, 15:32

Gilmar adia depoimento de Aécio Neves e proíbe a Polícia Federal de “surpreender” presidente do PSDB




da Folha Vitoria
(http://www.folhavitoria.com.br/politica/noticia/2017/04/gilmar-proibe-policia-federal-de-surpreender-aecio-neves.html)


Ao suspender o interrogatório do senador Aécio Neves (PSDB-MG) no caso Furnas, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou a Polícia Federal disponibilizar “todos os depoimentos de testemunhas já colhidos”. Em despacho nesta terça-feira, 25, o ministro proibiu a PF de “surpreender” Aécio.

“O argumento da diligência em andamento não autoriza a ocultação de provas para surpreender o investigado em seu interrogatório”, advertiu Gilmar.

Aécio é investigado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no âmbito da estatal mineira. No início de abril, o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo, autorizou a abertura de outros cinco inquéritos contra o tucano, todos com base na delação da Odebrecht.

Na iminência de ser interrogado, Aécio recorreu a Gilmar — relator do inquérito no Supremo — a quem pediu a suspensão da audiência na PF.

A defesa do senador alegou que lhe foi negado o acesso a depoimentos já produzidos, sob o argumento de que representariam diligência em andamento.

Para Gilmar Mendes, “o depoimento de testemunhas é uma diligência separada do interrogatório do investigado”.

“Não há diligência única, ainda em andamento. De forma geral, a diligência em andamento que pode autorizar a negativa de acesso aos autos é apenas a colheita de provas cujo sigilo é imprescindível”, assinalou o ministro.

“É direito do investigado tomar conhecimento dos depoimentos já colhidos no curso do inquérito, os quais devem ser imediatamente entranhados aos autos. Em consequência, a defesa deve ter prazo razoável para preparar-se para a diligência, na forma em que requerido.”


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Re: Lula: acabou para quem um dia foi o maior líder político

Mensagem por Chico Costa em Qui 27 Abr 2017, 07:19

Edison escreveu:

Você votou em quem para presidente? Se lembra? Você já disse aqui. KKKKK

Você esqueceu?

Eu votei no Pastor Everaldo no primeiro turno e no Aecio no segundo turno.

E note que mesmo assim você não vê eu defendendo apaixonadamente esses dois bandidos, como você faz com o Lula.

Não aceito qualquer comparação minha com você e tratarei isso como uma ofensa pois eu me recuso a defender bandidos.

Já disse que o Aécio tem mais é que ir para a cadeia mesmo. Se ele não tivesse foro privilegiado, possivelmente estaria passando por dificuldades.

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Re: Lula: acabou para quem um dia foi o maior líder político

Mensagem por Arcolino em Qui 27 Abr 2017, 15:08

Uma administração pública com visão inclusiva, somente terá a aprovação justamente da maioria excluída, não vejo com bons olhos esses neoliberalista, que não tem pátria apenas sempre cada vez mais o que considera a sua pátria que é o dinheiro.
Qualquer gestão que vise incluir a maioria dos brasileiro, vemos ser levantado uma onda dos contrários que optam por um País de castas, cujo número ou melhor a ordem da letra já que número fica muito óbvio a noção de distância entre uma casta e outra a saber: A, B,C,D,E...Z
A classe A é a classe de altíssima renda, altíssima quadrilha de salteadores, altíssimo bando de exploradores e escravocratas encubados enfim essa é a natureza da classe "A".
A classe B é a classe dos bandos de bandidos, que se beneficiam cada vez mais, por está muito próximo da anterior, são favoráveis obviamente ao escravagismo, a corrupção ativa, o que eles querem é dinheiro público, sem nenhum risco, não pagam a previdência nem os impostos, que sabem repassarem assim como a A.
A classe C, só tem corruptos, quem negar também deve ser.
Finalmente vem a classe D- desprovido de quase tudo, desafortunado, desesperado e desempregados e vão passando sendo demonizado de delinquente.
A classe E, assim como a D é a classe dos efetivamente EXCLUÍDOS, esfolados da fome, executados, ponto final, feliz neoliberalistas brasileiros, é claro estou falando dos brasileiros de 1ª classe, de 2ª e até terceira os demais não são brasileiro são apenas seres existentes que descenderam dos deserdados e desalmados.

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Re: Lula: acabou para quem um dia foi o maior líder político

Mensagem por Chico Costa em Qui 27 Abr 2017, 15:25

Arcolino escreveu:Qualquer gestão que vise incluir a maioria dos brasileiro, vemos ser levantado uma onda dos contrários que optam por um País de castas.

A única forma de "incluir" os brasileiros com dignidade, pensando nos mais pobres, é dando a eles a possibilidade de vender a única coisa que possuem: sua mão de obra.

Não há emprego aqui para todos porque a esquerda é totalmente contra o capital, o lucro, o empreendedorismo, etc. Quando escrevo isso, não me refiro a esses safados, como Lula, Dilma, Aecio, Cunha, etc, etc, etc (politicos de esquerda em geral). Me refiro ao esquerdista "raiz", que é até mais perigoso do que esses bandidos comuns que gostam é de viver no bem bom.

A esquerda, para sobreviver, precisa dividir o povo em castas: pobres, gays, negros, indios, aleijados, etc. Precisa incutir nessas castas criadas por eles que eles existem para cumprir o dever divino de lhes proteger de supostos grupos chamados de elite (midia, empresarios, burguesia, etc).




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Re: Lula: acabou para quem um dia foi o maior líder político

Mensagem por Arcolino em Sab 29 Abr 2017, 17:03

Não vi esses anos, as gestões pública contrariando nenhum capital, exceto, se o capital quiserem ditar com sofismas, de taxas de juros extorsivos e baixíssima remuneração, não é viável para a dignidade da pessoa humana ser explorado por um capital que só sabe desvalorizar a mão de obra dos trabalhadores brasileiro, e vivem se gabando de sucesso pelo excelente empreendedorismo das altíssimas taxas de juros, e baixíssimas remuneração pela mão de obras, esse tipo de sucesso eu particularmente não quero, e sei que também a maioria das pessoas de consciência não querem, sem contar que muito desses empreendimentos são financiado pelo Banco do Desenvolvimento Social, com carência e baixíssima taxa de juros quase zero, afim de produção e incremento de emprego, quem é que quer trabalhar num regime cuja remuneração configura-se a de uma relação escravocrata, meu caro?

A gestão da esquerda nesses dez ou doze anos deu muito lucro aos donos de capital, estão se queixando de que?

Os capitalistas neoliberalistas brasileiro são tipo de política econômica no nível de escravocrata, esses sim são fomentadores de divisão do país em castas, cuja numeração fora substituída por letras, visto que números dão noção de distância muito mais que letra, mais reitero a classe A, são classe de altíssima renda, extorquida pelo juros altíssimos e baixíssimas remuneração pelo trabalho, a classe B só tem bandidos muitos pelos quais tanto da A quanto da B estão presas, não vejo nas prisões que estão sendo efetuadas das classe A e B e C, nenhum trabalhador da classe D e nem E etc, dos que estão roubando o país, o BNDS, e outras formas de saquear o país no caso da Petrobrás entre outras que surgirão já que a Petrobrás sendo uma economia de Sociedade Anônima igual aos bancos públicos e geral, não vejo logo porque ainda não saiu a máfia das instituição financeira brasileira instalada no país, essa sociedade da panelinha da sociedade anônima são os maiores exploradores desse país sem dá nada em troca, constantemente, repassam qualquer imposto a eles tributado, como é que vem falar de dono de capital de terrores contra os trabalhadores do país digo sem nenhuma dúvida que os donos de capital desse país são literalmente terroristas contra o povo brasileiro, não vejo a hora de chegar, desse desmonte de quadrilha e organização criminosa através do capital nesse país, de gente explorada e abusada e zombada e escarnecida, e ridicularizada.

Edison
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Re: Lula: acabou para quem um dia foi o maior líder político

Mensagem por Edison em Seg 01 Maio 2017, 11:43

O caso das APAEs, os Arns e a esposa de Sérgio Moro





Circula na Internet um vídeo editado de palestra que proferi no mês passado em um evento em São Paulo. O vídeo é fiel ao que eu disse. Mas o título e o texto podem induzir a conclusões taxativas que não fiz ou passar a ideia de que o vídeo faz parte dessas guerrilhas que ocorrem periodicamente em redes sociais. As informações foram divulgadas em 2014 e 2015. Estão sendo agitadas agora.

O trecho em questão faz parte de um seminário no mês passado, do qual participei com a colega Helena Chagas

Limitei-me a apontar indícios, indícios fortes, sem dúvida, que merecem ser investigados, mas não acusações frontais.


A história é a seguinte.

Historicamente, as APAEs (Associações de País e Amigos de Excepcionais) fizeram-se contando, na ponta, com cidadãos bem intencionados, mas passando a trabalhar com recursos públicos, sem prestar contas para os órgãos formais de controle.

Essas liberalidades abriram espaço para desvios e uma utilização política da estrutura das APAEs, através da Confederação e das Federações estaduais de APAEs, incluindo a do Paraná.

Na sua gestão, o ex-Ministro da Educação Fernando Haddad decidiu assumir a tese da educação inclusiva – segundo a qual, o melhor local para desenvolvimento de crianças com necessidades especiais seria as escolas convencionais, convivendo com crianças sem problemas.

Sabendo da resistência que seria feita pelas APAEs – já que a segregação de crianças com deficiência, apesar de tão anacrônica quanto os antigos asilos para tuberculoses, é o seu negócio – Haddad pensou em um modelo de dupla matrícula: a escola pública que acolhesse um aluno com deficiência receberia 1,3 vezes o valor original da matrícula; e uma segunda matrícula de 1,3 se houvesse um projeto pedagógico específico para aquela criança. Imaginava-se que essa parcela seria destinada à APAE de cada cidade, atraindo-a para os esforços de educação inclusiva.

As APAEs mais sérias, como a de São Paulo, aderiram rapidamente ao projeto, sabendo que a educação inclusiva é pedagogicamente muito superior ao confinamento das pessoas, tratadas como animais.

O jogo das Federações de APAES foi escandaloso. Trataram de pressionar o Congresso para elas próprias ficarem com as duas matrículas, preservando o modelo original.

O ápice desse jogo é a proposta do inacreditável senador Romário, nesses tempos de leilão escancarado de recursos públicos, visando canalizar para as APAEs e Institutos Pestalozzi todos os recursos da educação inclusiva.

É um jogo tão pesado que, na época da votação do Plano Nacional da Educação, a própria Dilma Rousseff pressionou senadores a abrandar a Meta 4, que tratava justamente da educação inclusiva, com receio de que as APAEs do Paraná boicotassem a candidatura da então Ministra-Chefe da Casa Civil Gleise Hoffmann.

O caso do Paraná

Comecei a acompanhar o tema através da procuradora da República Eugênia Gonzaga, uma das pioneiras da luta pela educação inclusiva.

Em 2002, Eugenia levantou princípios constitucionais - do direito à educação - para forçar o poder público a preparar a rede para crianças com deficiência. Na ocasião, foi alvo de 3.500 ações judiciais de APAEs de todo o país.

No auge da pressão política das APAEs, ainda no governo Dilma, decidi investigar o tema.

As APAEs tem dois lobistas temíveis. A face "boa" é a do ex-senador Flávio Arns, do Paraná; a agressiva de Eduardo Barbosa, mineiro, ex-presidente da Federação das APAEs, que pavimentou sua carreira política com recursos das APAEs.

Uma consulta ao site da Secretaria da Educação do Paraná confirmou o extraordinário poder de lobby das APAEs. O então Secretário de Educação Flávio Arns direcionou R$ 450 milhões do estado para as APAEs, com o objetivo de enfrentar a melhoria do ensino inclusivo da rede federal.

No próprio site havia uma relação de APAEs. Escolhi aleatoriamente uma delas, Nova California.

Indo ao seu site constatei que tinha um clube social, com capacidade para 2.500 ou 4.500 pessoas; uma escola particular. Tudo em cima das isenções fiscais e dos repasses públicos dos governos federal e estadual.

O argumento era o de que o clube era local para os professores poderem confraternizar com a comunidade; e a escola privada para permitir aos alunos com necessidades especiais conviverem com os demais.

Telefonei para a escola. Não havia ninguém da direção. Atendeu uma senhora da cozinha. Indaguei como era o contato dos alunos com deficiência e os da escola convencional. Respondeu-me que havia um encontro entre eles, uma vez por ano.

A república dos Arns
As matérias sobre as APAEs, especialmente sobre o caso Paraná, tiveram desdobramentos. Um dos comentários postados mencionava o controle das ações das APAEs do estado pelo escritório de um sobrinho de Flávio, Marlus Arns.

Entrei no site do Tribunal de Justiça. Praticamente toda a ação envolvendo as APAEs tinha na defesa o escritório de Marlus.

Uma pesquisa pelo Google mostrou um advogado polêmico, envolvido em rolos políticos com a Copel e outras estatais paranaenses, obviamente graças à influência política do seu tio Flávio Arns.

Quando a Lava Jato ganha corpo, as notícias da época falavam da esposa de Sérgio Moro. E foi divulgada a informação de que pertencia ao jurídico da Federação das APAEs do estado.

Por si, não significava nada.

No entanto, logo depois veio a dica de um curso de direito à distância, de propriedade de outro sobrinho de Flávio Arns, irmão de Marlus, o Cursos Online Luiz Carlos (http://www.cursoluizcarlos.com.br).. No corpo docente do cursinho, pelo menos um da força tarefa da Lava Jato.

Finalmente, quando Beatriz Catta Preta desistiu de participar dos acordos de delação, um novo elo apareceu. Até hoje não se sabe o que levou Catta Preta a ser tão bem sucedida nesse mercado milionário. Nem o que a levou a sair do Brasil.Mas, saindo, seu lugar passou a ser ocupado justamente por Marlus Arns que, pouco tempo antes, escrevera artigos condenando o instituto da delação premiada.

Sâo esses os elementos de que disponho.

Recentemente, fui convidado pela Polícia Federal para um depoimento em um inquérito que apura um suposto dossiê criado pela inteligência da PF supostamente para detonar com a Lava Jato – conforme acusações veiculadas pela Veja.

Fui informado sobre o dossiê na hora do depoimento. Indagaram se eu tinha tomado conhecimento das informações.

Informei que o dossiê tinha se limitado a reproduzir os artigos que escrevi acerca da República dos Arns.

http://jornalggn.com.br/noticia/a-historia-do-novo-campeao-das-delacoes-premiadas 10/8/2015

http://jornalggn.com.br/noticia/a-lava-jato-e-a-influente-republica-dos-arns de 1/10/2015

http://jornalggn.com.br/noticia/o-caso-das-apaes-os-arns-e-a-esposa-de-sergio-moro








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Re: Lula: acabou para quem um dia foi o maior líder político

Mensagem por Edison em Seg 01 Maio 2017, 12:41

Apesar de eu não concordar com o título do vídeo, penso que é um bom momento para refletirmos diante de tudo o que está acontecendo no país.


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Re: Lula: acabou para quem um dia foi o maior líder político

Mensagem por Chico Costa em Ter 02 Maio 2017, 10:13

O Lula é réu de vários processos. Cabe a ele se defender e só. O resto é ladainha e besteirol para alimentar a militancia petista que vive disso e não tem o minimo de discernimento de nada.

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Re: Lula: acabou para quem um dia foi o maior líder político

Mensagem por Arcolino em Sex 19 Maio 2017, 10:40

A Hora das panelinha dos donos de capital desse país está chegando, cujo estigma jurídico é o de SOCIEDADE ANÔNIMA OU S/A OU S&A vai chegar aos verdadeiros covis de salteadores desse país vão cair, quero ver mais esses bandos de organização criminosa continuar pousando de donos da verdade ou da realidade que deve ser seguida, eles que estão querendo assaltar a Seguridade Social querendo atrasar a Previdência para 49 anos de contribuição, abaixo disso cai numa proporção aviltante, é desse jeito que esses bandidos ficam tirando onda com a cara da gente e cheio de pose é isso o que eles chamam de sucesso ou de bem sucedido ou de vencedores chamando os restantes de fracassados. Bandos de raléss...........

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Re: Lula: acabou para quem um dia foi o maior líder político

Mensagem por Chico Costa em Sex 19 Maio 2017, 12:59

Vale lembrar que essa grana da JBS saiu do BNDES nos governos Dilma e Lula.

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Re: Lula: acabou para quem um dia foi o maior líder político

Mensagem por Chico Costa em Sex 19 Maio 2017, 13:02

JOESLEY COMPROU DEPUTADOS A PEDIDO DO PT PARA EVITAR IMPEACHMENT DE DILMA

No anexo 13, obtido com exclusividade por O Antagonista, Joesley Batista conta que foi procurado pelo deputado João Bacelar - a mando de Guido Mantega - para tentar evitar o impeachment de Dilma Rousseff.
Bacelar apareceu na casa de Joesley, às 22h30, do sábado anterior ao da votação do impeachment, com a missão de convencer o empresário a "comprar alguns deputados para votar em favor da presidente Dilma".
"Que Bacelar apresentou então uma lista de não menos do que 30 deputados dispostos a votar em favor de Dilma, em troca do pagamento de propina solicitada de até 5 milhões de reais para cada qual."
Joesley acabou concordando em comprar 5 deputados federais ao custo de R$ 3 milhões cada. Dos R$ 15 milhões, o dono da JBS diz que já pagou R$ 3,5 milhões, sendo que os últimos R$ 500 mil foram pagos na sua casa, em março de 2017.


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Re: Lula: acabou para quem um dia foi o maior líder político

Mensagem por Chico Costa em Qui 01 Jun 2017, 13:01

Palocci concluirá o mosaico que desenha o rosto do chefão




Os devotos da seita que tem em Lula seu único Deus festejaram a delação de Joesley Batista, e a consequente derrocada de Michel Temer, com a euforia insensata típica de portadores de cérebros danificados pelo fanatismo. Ainda não descobriram que a presença de Temer entre os alvos prioritários da Lava Jato dinamitou a conversa fiada repetida a cada discurseira do palanque ambulante: a ofensiva anticorrupção desencadeada pela Justiça Federal de Curitiba não passa de uma trama concebida exclusivamente para destroçar o patrimônio eleitoral de Lula e desmoralizar o PT.

Sem álibis e sem saída, afundado até o pescoço no pântano infestado de larápios, o ex-presidente acaba de saber que o cerco está prestes a fechar-se: a delação premiada de Antonio Palocci fornecerá as peças que completam o mosaico que desenha, com chocante nitidez, o rosto e a alma do chefão do bando criminoso. Se alegar num tribunal que também não conhece Palocci, Lula só reforçará a suspeita de que, para escapar da cadeia, resolveu percorrer a rota que leva a uma clínica especializada em senilidade precoce.

http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/palocci-concluira-o-mosaico-que-desenha-o-rosto-do-chefao/

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Re: Lula: acabou para quem um dia foi o maior líder político

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