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Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

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Prof. Azenilto G. Brito
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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Prof. Azenilto G. Brito em Sab 24 Jan 2015, 18:19


O que eu acentuei sobre o 7 de setembro é o MEMORIAL referido. Não se pode aceitar outro dia como MEMORIAL DA INDEPENDÊNCIA, assim como o MEMORIAL DA CRIAÇÃO é o sétimo dia por razões que o próprio Deus definiu em Êxo. 20:11. Basta ler meus quadros anteriores e ver a lógica toda da questão

Quanto a afirmar que guardar o sábado é fácil porque os governos protegem minorias, isso é totalmente sem fundamento. Se no Brasil há algumas facilidades negociadas duramente com autoridades para facilitar as coisas para os adventistas, isso não ocorre em muitos outros países.

Mas a experiência abaixo de uma jovem adventista ilustra bem a questão das dificuldades, do caminho estreito que representa buscar obedecer plenamente a Deus, e de como o Senhor abençoa os que lhe são fiéis, embora provados muitas vezes de forma severa:


Deus é Emanuel Ainda Hoje

A jovem Ana Paula de Brito [nenhum parentesco comigo] é membro da Igreja Adventista Central de Piracicaba, SP. É ela quem nos conta sua experiência, mostrando o cuidado de um Deus Verdadeiro e Vivo.

No início de 1995, em São Luís, Maranhão, eu e um grupo de jovens adventistas nos inscrevemos no vestibular da Universidade Federal (UFMA), mesmo sabendo que o concurso ocorreria no sábado.

Tínhamos certeza de que Deus agiria em nosso favor. Tentamos através de todos os meios humanos, cancelar, adiar ou até um horário especial para que pudéssemos ter o direito de fazer a prova. O diretor de liberdade religiosa de nossa igreja, juntamente com o pastor, foi conversar com a reitora da universidade. A resposta foi negativa. Éramos uma minoria e a ordem do MEC era de que a data não poderia ser alterada e nenhuma concessão poderia ser feita.

Quando soubemos do fracasso da última tentativa, ficamos tristes. Por que Deus não havia agido em nosso favor?

A princípio, reagimos como fracassados. Depois resolvemos nos unir e perseverar em oração. Faltava uma semana pro vestibular. Deus faria alguma coisa em nosso favor.

Marcamos uma vigília com a maioria dos vestibulandos. Resolvemos permanecer fiéis a Deus. Na época, eu ainda não era batizada, mas cria nas verdades a mim apresentadas, incluindo a Santidade do Sábado.

Meu pai ficou bravo quando disse a ele que iria faltar à prova do vestibular. Ele disse que havia investido nos meus estudos e não entendia qual o problema de não ir fazer a prova só porque era sábado. Chegou o dia da prova. Meu pai me levou à força ao local do concurso e ficou me esperando do lado de fora.  Não me sentia bem em estar lá, queria estar na igreja, louvando a Deus. Isso me entristeceu e chorei muito! Queria entender porque Deus não tinha feito nada.

Pensava em mais um ano de cursinho, no tempo perdido. Mas decidi crer que Ele tinha algo melhor para mim. Esperei dar o prazo mínimo para entrega da prova e devolvi ao supervisor o gabarito limpo, só com minha assinatura e fui embora.

Chegando em casa, meu pai ligou a TV para assistir o noticiário da tarde. Ele me chamou e disse: “Filha, o vestibular foi anulado!” O quê? Será que entendi direito? “É, foi nulado!” Naquele dia, caiu um temporal e uma das escolas que servia de local do concurso teve seu muro derrubado com a força da chuva, além disso, um raio caiu na rede elétrica, deixando as salas sem iluminação. A repórter dava testemunho do poder do nosso Deus. Ela contou da nossa luta para convencer a reitora a abrir uma exceção.

Falou sobre nossa crença na santidade do Sábado. A reitora prometeu que a próxima seleção não aconteceria mais no sábado. O meu pai ficou comovido com a situação. Deus foi muito mais além do que imaginávamos!

Essa experiência marcou profundamente minha vida e a dos demais jovens que permaneceram fiéis a Deus. Era como se estivéssemos no tempo de Daniel. Experimentamos a certeza de que vale a pena ser submisso à vontade de Deus e ser fiel a Ele!

Naquele ano, eu e outros jovens adventistas ingressamos na faculdade. Terminei o curso de odontologia, em 2000. Fiz especialização, mestrado e agora faço doutorado em clínica odontológica na UNICAMP, considerado pela CAPES-MEC, um curso de excelência mundial. Sinto-me privilegiada, não pelos títulos adquiridos, mas porque Deus dirige minha vida e me dá oportunidade de representá-Lo num lugar onde poucas pessoas têm acesso. Agradeço a Deus porque sinto Sua Poderosa Mão a me guiar. Sei que Ele está adiante de mim, criando situações, abrindo novas oportunidades. Deus é Emanuel ainda hoje.

Amém.

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XIX, não XVI. . .

Mensagem por Prof. Azenilto G. Brito em Dom 25 Jan 2015, 09:02


Uma correção necessária:

No início de minhas ponderações de réplica às respostas do Júlio Celestino ao nosso questionário de 40 perguntas sobre o tema da lei divina e do sábado, postei o seguinte:

Conseguem perceber como não existe essa de um “tempo da lei” suplantado por um “tempo de graça”? Isso é doutrina de homens, ensino dos instrutores do que eu chamo neoantinomismo dispensacionalista, ideias que se popularizaram no evangelicalismo desde meados do séc. XVI e que, em última análise, partem de uma visão com conceitos equivocados sobre a volta de Cristo da falsa profetisa Margaret MacDonald, como exposto em detalhes em três vídeos que convido J. C. e todos os demais debatedores a assistir, indicado na discussão referida acima sobre as origens da “escola interpretativa” dispensacionalista dianenhumista.

Não sei como escapou essa data errada de séc. XVI, quando o certo é séc. XIX. Sim, pois foi a partir da visão de Margaret MacDonald em 1830--sobre a volta de Cristo, com conceitos errados a respeito do evento--que alguns se despertaram para promover as interpretações que depois se configuraram no duplo viés do dispensacionalismo--o da mirabolante escatologia israelocêntrica e o das noções erradas de Lei X Graça, que contraria o que sempre constituiu o pensamento dos cristãos conservadores ao longo dos séculos.

Então, onde diz séc. XVI, entenda-se como séc. XIX.
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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Célio Saldanha em Seg 26 Jan 2015, 13:58

Prof. Azenilto G. Brito escreveu:
O que eu acentuei sobre o 7 de setembro é o MEMORIAL referido. Não se pode aceitar outro dia como MEMORIAL DA INDEPENDÊNCIA, assim como o MEMORIAL DA CRIAÇÃO é o sétimo dia por razões que o próprio Deus definiu em Êxo. 20:11. Basta ler meus quadros anteriores e ver a lógica toda da questão

Quanto a isso estamos em pleno acordo. 7 de Setembro, 1 de Abril, 25 de Dezembro.. são memoriais, assim como o sétimo dia, mas não em relação a semana, mas em relação ao dia em particular, que pode cair em qualquer dia da semana. Serve para um dia do ANO não para um dia da SEMANA. Infelizmente esse DIA não é lembrando no SÉTIMO ANO. Quem seria corajoso o suficiente para deixar a terra descansar no sétimo ano? Um dia até que vai, mas um ano, já é pedir demais.. pior ainda quando esse SETE equivale a um milênio.. Pensa em mil anos de repouso??

Prof. Azenilto G. Brito escreveu:
Quanto a afirmar que guardar o sábado é fácil porque os governos protegem minorias, isso é totalmente sem fundamento. Se no Brasil há algumas facilidades negociadas duramente com autoridades para facilitar as coisas para os adventistas, isso não ocorre em muitos outros países.
[/fonte][/quote]

O fundamento pode não ser declarado, mas é bastante óbvio. A maioria da população brasileira só tem poder somente para eleger governantes para favorecer com coisas pecaminosas, mas são manipulados por minorias. No geral, a multidão é sempre manipulada ao erro, de forma que aquilo que é agradável é logo aceito. No Brasil estamos presenciando inúmeras injustiças praticadas por grupos racistas e homofóbicos (que antes eram perseguidos e agora perseguem com apoio de leis injustas), incrédulos organizados que desviam milhões do governo com apoio de políticos e advogados inescrupulosos. Igrejas evangélicas que defendem doutrinas católicas como se fossem verdadeiras.. além de leis criadas somente para grupinhos que levam vantagem sobre a maioria, que até denunciar pode caracterizar preconceito ou injúria racial, além da tentativa de tornar os héteros em criminosos homofóbicos pelo simples fato de existirem. A inversão de valores se percebe claramente nas reportagens que mostram uma minoria destruindo a maioria com valores pervertidos e saqueando-os de todas as formas.

No Brasil, qualquer um que apresentar algo que seja bom para imobilizar a maioria é aceito amplamente e qualquer um que apresentar uma proposta de libertação de credos e dogmas é rejeitado ou até mesmo morto. Uma coisa é em tempo de guerra, termos perseguições por causa da Palavra ou do que é certo e que contraria os dominadores, outra coisa é tirar proveito da situação em tempos de paz para ser beneficiado simplesmente por oportunismo.



Prof. Azenilto G. Brito escreveu:
Mas a experiência abaixo de uma jovem adventista ilustra bem a questão das dificuldades, do caminho estreito que representa buscar obedecer plenamente a Deus, e de como o Senhor abençoa os que lhe são fiéis, embora provados muitas vezes de forma severa:



Deus é Emanuel Ainda Hoje

A jovem Ana Paula de Brito [nenhum parentesco comigo] é membro da Igreja Adventista Central de Piracicaba, SP. É ela quem nos conta sua experiência, mostrando o cuidado de um Deus Verdadeiro e Vivo.

No início de 1995, em São Luís, Maranhão, eu e um grupo de jovens adventistas nos inscrevemos no vestibular da Universidade Federal (UFMA), mesmo sabendo que o concurso ocorreria no sábado.

Tínhamos certeza de que Deus agiria em nosso favor. Tentamos através de todos os meios humanos, cancelar, adiar ou até um horário especial para que pudéssemos ter o direito de fazer a prova. O diretor de liberdade religiosa de nossa igreja, juntamente com o pastor, foi conversar com a reitora da universidade. A resposta foi negativa. Éramos uma minoria e a ordem do MEC era de que a data não poderia ser alterada e nenhuma concessão poderia ser feita.

Quando soubemos do fracasso da última tentativa, ficamos tristes. Por que Deus não havia agido em nosso favor?

A princípio, reagimos como fracassados. Depois resolvemos nos unir e perseverar em oração. Faltava uma semana pro vestibular. Deus faria alguma coisa em nosso favor.

Marcamos uma vigília com a maioria dos vestibulandos. Resolvemos permanecer fiéis a Deus. Na época, eu ainda não era batizada, mas cria nas verdades a mim apresentadas, incluindo a Santidade do Sábado.

Meu pai ficou bravo quando disse a ele que iria faltar à prova do vestibular. Ele disse que havia investido nos meus estudos e não entendia qual o problema de não ir fazer a prova só porque era sábado. Chegou o dia da prova. Meu pai me levou à força ao local do concurso e ficou me esperando do lado de fora.  Não me sentia bem em estar lá, queria estar na igreja, louvando a Deus. Isso me entristeceu e chorei muito! Queria entender porque Deus não tinha feito nada.

Pensava em mais um ano de cursinho, no tempo perdido. Mas decidi crer que Ele tinha algo melhor para mim. Esperei dar o prazo mínimo para entrega da prova e devolvi ao supervisor o gabarito limpo, só com minha assinatura e fui embora.

Chegando em casa, meu pai ligou a TV para assistir o noticiário da tarde. Ele me chamou e disse: “Filha, o vestibular foi anulado!” O quê? Será que entendi direito? “É, foi nulado!” Naquele dia, caiu um temporal e uma das escolas que servia de local do concurso teve seu muro derrubado com a força da chuva, além disso, um raio caiu na rede elétrica, deixando as salas sem iluminação. A repórter dava testemunho do poder do nosso Deus. Ela contou da nossa luta para convencer a reitora a abrir uma exceção.

Falou sobre nossa crença na santidade do Sábado. A reitora prometeu que a próxima seleção não aconteceria mais no sábado. O meu pai ficou comovido com a situação. Deus foi muito mais além do que imaginávamos!

Essa experiência marcou profundamente minha vida e a dos demais jovens que permaneceram fiéis a Deus. Era como se estivéssemos no tempo de Daniel. Experimentamos a certeza de que vale a pena ser submisso à vontade de Deus e ser fiel a Ele!

Naquele ano, eu e outros jovens adventistas ingressamos na faculdade. Terminei o curso de odontologia, em 2000. Fiz especialização, mestrado e agora faço doutorado em clínica odontológica na UNICAMP, considerado pela CAPES-MEC, um curso de excelência mundial. Sinto-me privilegiada, não pelos títulos adquiridos, mas porque Deus dirige minha vida e me dá oportunidade de representá-Lo num lugar onde poucas pessoas têm acesso. Agradeço a Deus porque sinto Sua Poderosa Mão a me guiar. Sei que Ele está adiante de mim, criando situações, abrindo novas oportunidades. Deus é Emanuel ainda hoje.

Amém.


As palavras sublinhadas e coloridas mostram a inocência e ingenuidade religiosa acerca das escrituras, que apesar de terem uma certa significância no meio religioso, ignora que foi um caso isolado, já que milhares de sabatistas na mesma situação não teria o mesmo relato. Se perceber bem, o relato teria o mesmo peso se ocorresse no DOMINGO ou em qualquer outro dia da semana. O fato de não ser batizada e já ser induzida a guardar o sábado (depois da sexta-feira) de forma natural, levou essa jovem a canalizar suas necessidades dentro dessa visão de certo ou errado, questionando Deus e sua soberania, para depois de ter sua aparente petição atendida, então glorifica-lo. O personalismo clientelista leva pessoas ingênuas a questionarem a Deus, ao invés de simplesmente o servirem. Essa prática de imposição do homem contra a vontade de Deus por ingenuidade constitui pecado, mas por ser misericordioso, Deus costuma atender os apelos conforme a fé pessoal para na frente mostrar o quanto estava na verdade tentando a Deus. Acaz se referiu a petição de sinais como tentar a Deus e querer forçar uma situação, ainda que de forma ingênua compromete não só a pessoa, mas também os seus ensinadores e o sistema na qual dá base para tal condição.

A irmã Madalena citou um testemunho de uma pessoa da CCB que sentiu no coração de dar uma oferta maior, mas que foi convencida por revelação que deveria doar menos. A inclinação é justamente mostrar que quanto menos melhor, pois o que predomina sobre essa instituição é a "economia" e para isso é necessário desprezar o dízimo e qualquer coisa que dê base para isso. A maioria das pentecostais da prosperidade alega que as maldições são relativas ao dízimo não pago e a negativa de ofertas, compra e vendas de mandingas, etc.. É sempre uma particularidade que é priorizada e isso é um erro.

Uma jovem cristã da Mensagem chegou a sofrer perseguição na escola de uma mulher pervertida por causa dos cabelos compridos, que nunca foram cortados. Ela simplesmente perseverou na fé e deixou na mão de Deus. A dita perseguidora que zombada dos cabelos compridos dela agora sofre de calvície, além de ser uma pervertida. Outra jovem que zombou das vestes de uma cristã na escola acabou sendo estuprada pelo próprio padrasto que alegou a exposição da nudez e por isso passou a molestá-la. Deus faria esses tipos de livramento e juízo com qualquer mulher que fosse cristã, independente de igreja, desde que o ato seja comum a todas e seja escriturístico. Até mesmo no meio dos evangélicos essas práticas de bullyng é amplamente aceita, onde os que possuem suas particularidades são discriminados.
No basicão, temos relatos de "curas" promovidos por peregrinos que vão para a cidade de Trindade ou de Aparecida, onde os católicos afirmam terem sidos curados, mas na verdade foi a determinação da pessoa em alcançar a cura que levou Deus a ter misericórdia delas. Nas evangélicas, igrejas personificadoras relatam comumente acontecimentos de curas sobrenaturais e exploram as pessoas ingênuas alegando devoção, mas não passa de enganações. Como se encontra a vida pessoal dessa pessoa em relação a Palavra?

Veja que em nenhum momento o nome de JESUS foi glorificado, mas primeiramente o sábado e por último - Deus. Por causa desse dia de sábado, certamente TODAS as jovens adventistas passaram a entrar na faculdade e etc.. de forma que se esse dia fosse um domingo, a mesma pessoa não teria alcançado essa benção. Faltaria espaço para divulgar os milagres acontecidos nos outros dias da semana, que não tem nada a ver com o sábado.

O sábado é um dia de descanso. É um dia depois do sexto. Sei que já se convenceu disso, mas há algo particular que o impede de aceitar isso.
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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Prof. Azenilto G. Brito em Seg 26 Jan 2015, 23:33


O nome de Deus (automaticamente também o de Jesus) foi glorificado no testemunho do magnífico resultado de INTERVENÇÃO DIVINA para que se resolvesse a questão. O próprio título do artigo já exalta a Deus como presente na vida dos Seus filhos fiéis. Muitos outros relatos de como Deus abençoa os que Lhe são fiéis poderiam ser indicados, não só em termos estudantis como trabalhistas.

Quanto à questão do MEMORIAL, não importa que a data da Independência ou outras históricas sejam firmadas em calendários civis. Deus estabeleceu o Seu memorial noutra base, mas isso não faz diferença quanto ao aspecto do que Ele tornou um RECORDATIVO de Suas obras.

Disse o salmista:

“Grandes são as obras do Senhor, procuradas por todos os que nelas tomam prazer. A sua obra tem glória e majestade, e a sua justiça permanece para sempre. Fez com que as suas maravilhas fossem lembradas; piedoso e misericordioso é o Senhor”. (Sal.  111:2-4).

Pois Ele fez isso com o sábado, e uma mensagem importantíssima a ser proclamada pelo povo de Deus dos últimos dias (aliás, caracterizado como os que “guardam os madamentos de Deus e têm a fé de Jesus”--Apo. 14:12) trata disso, como o trecho abaixo de um artigo de minha autoria expõe:

Outro dia vi por uma estação evangélica da TV americana um pregador dizendo, com base em Apocalipse 14:6-14, que no final da história, três anjos vão passar pelo meio do céu pregando o evangelho para os judeus! Quando ouvi isso, pensei comigo, “Mamma mia, como pode um pregador do evangelho dizer um disparate tão grande desses?!” Amigos e irmãos, a missão de pregar o evangelho foi atribuída a HOMENS, não a anjos. Nós que somos da Igreja de Jesus Cristo é que temos essa tarefa (Mat. 28:19, 20), e não seres sobrenaturais.

Aliás, por essa interpretação fantasiosa temos um Deus que discrimina judeu contra judeu. Pois se Ele vai mandar anjos pregarem o evangelho à última geração de judeus, por que as gerações anteriores não puderam ter o mesmo privilégio? E quem iria jamais resistir à pregação sabendo ser de um anjo? Todos se converteriam “na marra”, pela força do próprio aspecto sobrenatural de tal pregação. Esses anjos apenas representam os mensageiros humanos com tal tarefa a cumprir. O sentido da palavra anjo é exatamente, “mensageiro”.

Ideias falsas surgem quando se perde o rumo do sentido real da mensagem do “evangelho eterno”, a se pregar a todas as nações (não só aos judeus), como lemos em Mateus 24:14 e Apocalipse 14:6-14. Nesta última passagem identificamos uma mensagem final de advertência a ser dada ao mundo. E à  luz do capítulo 13 do mesmo Apocalipse vemos mais uma vez que o conflito final se dará em torno de genuína versus falsa adoração.

A mensagem de Apocalipse 14 centraliza-se na genuína adoração a Deus como Criador “do céu, da Terra, do mar e das fontes das águas” em contraste com a denúncia da falsa adoração.

A pregação final do “evangelho eterno” se preocupa em despertar o mundo a esse aspecto da genuína adoração a Deus como Criador de obras “memoráveis”, um aspecto da mensagem cristã que foi deturpado pela Igreja dominante na Idade Média e que a Reforma Protestante falhou em corrigir.

Por influência da negligência em corrigir pontos falhos no entendimento da mensagem bíblica, da parte dos Reformadores, hoje se observa crescente número de religiosos tanto católicos quanto protestantes aderindo às noções modernistas de evolução da espécie, o que contraria o ensino básico das Escrituras sobre o chamado “trinômio basilar da fé cristã”—Criação-Queda-Redenção.

Comparemos os dizeres de Apo. 14:6 e 7 com Êxo. 20:11 para se ter uma importante descoberta:

“E vi outro anjo voando pelo meio do céu, e tinha um evangelho eterno para proclamar aos que habitam sobre a terra e a toda nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Apo. 14:6, 7).

“Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou” (Êxo. 20:11).

Os dois textos estão em indiscutível paralelo. A revista Christianity Today referiu-se no passado ao preceito do dia de repouso como “o mais negligenciado” dentre todos do Decálogo. Pois é nele onde exatamente ocorre o “Memorial da Criação”. E o Criador e Sua criação são a ênfase nessa mensagem final de advertência.      

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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Prof. Azenilto G. Brito em Dom 01 Mar 2015, 04:55


Vejam este iluminador vídeo que lança por terra definitivamente os conceitos de sábado lunar, como analisamos algumas páginas atrás:






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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Jorge Paulo Barbosa em Dom 01 Mar 2015, 16:09

De fato o Prof. Azenilto apresentou fatos históricos e argumentação convincente. Eu acrescentaria a obra de Samuelle Bacchiocchi "DO SÁBADO PARA O DOMINGO", uma obra que levanta dados históricos inquestionáveis sobre o hábito da igreja cristã no final do primeiro século em diante concernente ao dia de reunião religiosa se sábado ou domingo, apresenta as razões porque a igreja de Roma se afastou dos "costumes judaicos" entre outros.

após ler por duas vezes este livro, fica difícil qualquer defesa em prol do domingo como tendo sua observância iniciada na primitiva igreja em Jerusalém como alguns a defendam.

Este livro apresenta, que é a publicação da tese doutoral na Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma, 861 citações entre documentos históricos e análises de teses e publicações de diversos autores no mundo.

Recomendo grandemente a àqueles que desejam se aprofundar sobre esta mudança no seio da igreja cristã sob quais razões (se há) de fato autorização na Escrituras para tal mudança.

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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Jorge Paulo Barbosa em Dom 01 Mar 2015, 16:14

Julio Celestino, favor listar os textos no NT que repete os 9 mandamentos menos o 4º conforme tua alegação abaixo.

Dois (dos vários) pontos fracos da teoria de que o dia de sábado é o dia de guarda obrigatória para os cristãos:

1. Essa observância jamais é ordenada no N.T., ao mesmo tempo em que os demais nove mandamentos da lei mosaica são constantemente reiterados e salientados. Devemos admitir que não havia necessidade de enfatizar essa prática na igreja de Jerusalém; mas não se pode entender a ausência de tal preceito nos escritos do apóstolo Paulo, que escreveu para igrejas gentílicas, sem tradições sabáticas, pois, se essa observância fosse obrigatória, não podemos duvidar que o apóstolo dos gentios teria ensinado às igrejas a. respeito, conforme fez com todas as outras doutrinas verdadeiramente cristãs. Ora, Paulo mesmo declarou: “... jamais deixando de vos anunciar cousa alguma proveitosa, e de vo-la ensinar publicamente e também de casa em casa” (Atos 20:20). Que o apóstolo dos gentios não ensinou ser necessária a observância do sábado é muito significativo. Também não há que duvidar que Paulo classificava o sábado dentro da mesma categoria das outras festividades religiosas dos judeus.

2. Deve-se observar, por igual modo, que apesar de haver, em certas mentes modernas, tremenda diferença entre as “leis morais” e as leis cerimoniais, isto é, respectivamente, entre os dez mandamentos e os preceitos rituais dos judeus, contudo, tal distinção jamais fez parte da mentalidade judaica, não podendo ser encontrada nenhuma declaração bíblica nesse sentido. Muitos judeus consideravam serem mandamentos importantíssimos, não menos importantes do que os dez mandamentos das tábuas da lei, certas observâncias que consideraríamos triviais, como a lavagem de roupas, mãos, pratos, etc. Portanto, a distinção feita por alguns modernos, os quais afirmam que a “lei cerimonial” foi ab-rogada, mas que a “lei moral” não o foi é uma pretensão inteiramente destituída de provas bíblicas. Pois, nesse caso, é tão fácil eliminar o sábado como é fácil eliminar a lavagem de mãos, pratos, etc., com base no ponto de vista da suposta eternidade das leis outorgadas ao antigo povo de Israel.

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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Julio Celestino em Seg 02 Mar 2015, 04:22

Jorge Paulo Barbosa, tente perguntar ao Russel Norman Champlin pois esse texto foi extraído de sua obra: O novo testamento interpretado - Vol 3. Pág. 840. Eu poderia cita-los, porém, creio você já deva conhecer (se leu minha postagem).

Prof. Azenito G. Brito, eu já troquei mensagens com você em outras redes sociais e sobre outros temas (como a obrigatoriedade do dízimo), também tive a oportunidade de conversar um pouco com você ao vivo através de Hangout sobre o tema: Shabbath. Sei que o Sr. tem aproximadamente 50 anos de IASD (quem sabe 50 anos se empenhando em justificar doutrinas da IASD diante de uma população de Igrejas Cristãs tradicionais já estabelecidas que são antagônicas?), enfim, a bíblia nos diz que devemos dar honra a quem tem honra [1], e sobre Apologética devo assumir que você é bom. Tudo que você defende parece ser um axioma divino para os indoutos que vivem fora da esfera Adventista (me incluo na categoria), mas as igrejas protestantes tradicionais ainda existem e eu compartilho na fé de suas doutrinas atuais. O fato é que eu tive a coragem de fazer uma exposição do meu ponto de vista particular sobre o assunto usando suas perguntas (foi uma boa experiência), e você respondeu.

Não tenho formação teológica para refutar certos pontos sobre a discussão (geral); E nem paciência para continuar defendendo alguns outros (com você) das quais tenho asserção. Contudo, se futuramente eu sentir a necessidade de compartilhar meu ponto de vista sobre um assunto novamente, não irei me retrair, pois também considero debates como uma forma de aprendizado. Mesmo correndo o risco de minha falta de conhecimento sobre algum documento seja considerado uma lástima como o Sr. afirmou, ou ser taxado como contraditório.

Na história eclesiástica sempre existiram grupos legalistas fanáticos por trás deste tema, exemplos como os mil sabatistas que preferiram morrer do que lutar em um Shabbath (Macabeus 2.31-38); O documento como o apócrifo livro dos Jubileus 50.6-13 (aprox. 135 e 105 a.C.) com sua Halaká tão rigorosa, a ponto de proibir até mesmo as relações sexuais; A proibição dos essênios de qualquer tipo de trabalho incluindo até a defecação [2]; A heresia dos ebionitas que "entre eles a observância da lei era totalmente necessária, como se não pudessem ser salvos só pela fé em Cristo e a vida correspondente" [3]; E se me permite citar os gnósticos que o Apóstolo Paulo refuta em sua epístola como o heresiarca Cerinto que misturava o culto a anjos com certas formas judaicas, aceitando traços da doutrina ebionita. [4]

Diante dessas histórias eu realmente não me vejo capacitado (nem de longe) para refutar academicamente e categoricamente tamanha dedicação a essa doutrina. Sendo obrigado a "engolir" absurdos como este:



Porém continuo com a mesma crença que professam as atuais igrejas presbiterianas, batistas e etc. sobre este assunto, inclusive a ICM, considere vocês erradas ou não.


[1] Romanos 13.7-8
[2] Org. D. A. CARSON - Do Shabbath para O dia do Senhor pág. 46
[3] Eusébio de Cesaréia - História Eclesiástica pág. 105
[4] Eusébio de Cesaréia - História Eclesiástica pág. 106
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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Prof. Azenilto G. Brito em Seg 02 Mar 2015, 07:11


Olá, Julio Celestino. Primeiro, parabéns pela escolha de sua companheira, uma bela jovem (não sei se namorada, noiva ou esposa). Mostra que tem bom gosto. Aliás, ela também teve bom gosto pois é um rapaz simpático e de ótima aparência. Que Deus os abençoe ricamente.

Você faz uma pequena confusão, pois no seu quadro coloca o nome de outro irmão, o Jorge Paulo Barbosa, que agora é que estou tendo o prazer de conhecer virtualmente. Quem preparou as réplicas a suas respostas a nosso questionário de 40 perguntas fui eu, não ele.

Seja como for, primeiro quero dizer que o que o irmão Jorge Paulo Barbosa indica--sobre o livro de Bacchiocchi, Do Sábado Para o Domingo--pois essa importante obra pode ser obtida em formato de e-book por meu oferecimento do mesmo nessa forma. Tanto o livro completo quanto um artigão-síntese do mesmo estão disponíveis, DE GRAÇA, bastando confirmar interesse pelo meu e-mail profazenilto@hotmail.com

Sobre o que comenta o Julio Celestino a respeito de suas respostas a meu questionário, realmente ele foi CORAJOSO em fazê-lo, o que faltou a muuuuitos outros contestadores de nossa mensagem sobre tal princípio, no entanto, pondo-se a querer desmerecê-la, seja defendendo o domingo como “dia do Senhor”, seja buscando promover o mais popular e esmagadoramente preferido “dianenhumismo” (e nem uma coisa nem outra tem a mínima base bíblica).

Quanto à questão de salvação ou perdição, realmente somos salvos por obras meritórias, mas AS DE CRISTO, não as nossas, já que nossa justiça não passa de “trapos de imundície” (Isa. 64:6). Contudo, a promessa do Novo Concerto é a de que Deus mesmo Se propõe a escrever as Suas leis nos corações e mentes dos que aceitam a Cristo como Salvador e Senhor, como é a Sua promessa em Heb. 8:6-10 e 10:16. E não é dito em lugar nenhum que ao fazer isso, Deus deixa de fora o preceito do sábado, cientificamente comprovado como necessário ao bem-estar do homem. Nem é dito que Ele mantém tal princípio, mas trocando a santidade do 7o. para o 1o. dia da semana. Tampouco é dito que Ele deixa esse princípio como algo vago, voluntário e variável, segundo as conveniências ou preferência do crente (ou do seu empregador). Daí nem seria um “dia do Senhor”, e sim um dia meu, segundo minha escolha (ou do meu empregador). . .

Quando Jesus voltar, Ele apenas reconhecerá os que “fazem a vontade do Pai que está nos céus”, Esta vontade é refletida mais claramente na lei de Deus, pois o salmista já dissera, “Agrada-me fazer a Tua vontade, ó Deus meu; sim, dentro do meu coração está a Tua lei”--Sal. 40:8. Salomão também disse que o que importa ao homem de Deus é cumprir os Seus mandamentos (Ecl. 12:13).

Em contraste, naquele dia final o Cristo desprezará muitos que se dizem cristãos, clamam “Senhor, Senhor”, e até reivindicam a realização de milagres. A estes Ele dirá, “Nunca vos conheci; apartai-vos de Mim vós os VIOLADORES DA LEI” (Mat. 7:21-23, conforme original grego). Daí a importância de se ter claramente definida esta questão de como está nosso relacionamento com Cristo, como Salvador e perdoador de nossos pecados, e nosso relacionamento com a Lei de Deus (e de Cristo), pois o Mestre também declarou: “Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos” (João 14:15).

E eis um breve vídeo em que em dois minutos o tema em discussão neste tópico é deixado bem claro:


Abraços a todos.

Jorge Paulo Barbosa
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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Jorge Paulo Barbosa em Seg 02 Mar 2015, 12:06

JC, Você fez uma exposição sobre o assunto e fez uma afirmação sobre a repetição de 9 mandamentos no NT. você deve ser capaz por si só de apresentar subsídios a tua alegação.

Reitero que aguardo os textos no NT que faz menção dos 9 mandamentos menos o 4º que afirmaste. Com relação a Champlim, podemos até expor a obra deste autor, porém devemos ir mais longe, de acordo com nossas crenças e afirmações de um tema tão debatido, senão fica parecendo CTRL C + CTRL V, meras citações de outros autores e não nossas próprias convicções desenvolvidas numa acurada pesquisa das Escrituras.
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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Julio Celestino em Seg 02 Mar 2015, 12:51

Boa tarde Jorge Paulo Barbosa, repito o que eu disse em minha outra mensagem, se você LEU minha postagem inicial, sabe quais versículos são, pois eu citei. O que você chama de CTRL+C e CTRL +V se chama referência bibliográfica ou fonte (que eu citei no fim da postagem), que é fundamental na construção de um esboço desse tipo. Vejo que você espera que eu debata com você atendendo o seu pedido inicial, mas não me vejo na obrigação de repetir para o Sr. coisas anteriormente ditas (isto é, se leu minha postagem). Desculpe.
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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Julio Celestino em Seg 02 Mar 2015, 13:16

Azenito G. Brito, é minha noiva (casaremos em Maio).

Eu direcionei a mensagem 53 para ti mesmo (com um adendo para o Jorge). E sobre sua mensagem 54, eu já li em outros lugares. Sei que tens asserção sobre este assunto e de modo sucinto explica em várias partes. Fazer o que...
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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Vasuilvan em Seg 23 Mar 2015, 23:33

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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Prof. Azenilto G. Brito em Dom 29 Mar 2015, 00:42


Olá, Julio Celestino

Aloha

Estive em viagem (e praticamente ainda estou, agora a 7 horas de diferença horária do Brasil, na ilha de Molokai, Havaí, EUA). Por isso demorei tanto para aparecer por aqui.

Você diz algumas coisas interessantes nos seus últimos posts. Por exemplo, declara que “as igrejas protestantes tradicionais ainda existem e eu compartilho na fé de suas doutrinas atuais”. Mas que doutrinas atuais?! Aquelas que negam o que essas Igrejas historicamente ensinavam, e ainda OFICIALMENTE ensinam, sobre o tema da lei divina e do sábado, em seus documentos confessionais clássicos, históricos, nenhum deles desautorizado, desqualificado descartado (como a Confissão de Fé de Westminster, a Confissão Batista de 1689, o Catecismo Batista de 1855)?

Sim, porque se sua postura continua sendo a da “lei abolida” e do “dianenhumismo”, isso NÃO É o que essas Igrejas ensinam historicamente. Pode ser a PRÁTICA de tais Igrejas, mas não os ENSINOS OFICIAIS das mesmas.

Isso discutimos longamente nas minhas réplicas a suas respostas. Agora, o problema é que o dianenhumismo característco da “escola interpretativa” dispensacionalista tem origens muito suspeitas, como também demonstramos nas nossas exposições. E o que apresentamos é agora reforçado pelo estudo que sugiro que examine--”Mitos Sobre Israel nas Profecias dos Tempos Finais”, onde se analisa mais a fundo o viés da escatologia israelocêntrica que caracteriza o dispensacionalismo. Eis o link que conduz a dito estudo:


Qiuanto a atribuir o rótulo de “fanáticos e “legalistas” a cristãos que buscam cumprir os mandamentos de Deus, e suas reproduções de declarações de um ou outro, primeiro que essas declarações não representam as posições oficiais dos adventistas do sétimo dia, sendo interpretações particulres de algumas pessoas. Isso não tem valor algum de prova, amigo.
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Conte-me mais...

Mensagem por Julio Celestino em Sex 03 Abr 2015, 04:32

Bom dia Azenilto!

Antes de tudo, eu quero lhe informar que não sou dispensacionalista. Na minha primeira postagem eu citei as duas igrejas que convivi nos meus 22 anos de vida, mas isso não quer dizer que eu defendo tudo o que essas instituições fazem ou acreditam, quem me conhece sabe. Na verdade eu poderia informar qualquer outra igreja a um adventista do naipe do autor do site "Adventismo em Foco", ou até mesmo como o pastor Adventista Mark Finley que em seu livro "Estudando Juntos" cita pelo menos 16 igrejas a partir da página 122, mostrando supostos "erros" de cada igreja, e alguns tutoriais de como um adventista pode se aproximar das pessoas de cada igreja citada com uma amizade falsa e calculada para converte-las à suas doutrinas. De acordo com o livro deste conceituado pastor adventista, todas as outras igrejas estão erradas, apenas a Adventista do sétimo dia é a instituição da sã doutrina; Você e outros podem aceitar essa tese, eu não.

Você fala com tanta propriedade sobre os documentos conficionais de outras igrejas. Você diz que as igrejas tradicionais (exemplo: Presbiteriana) negam o que oficialmente ensinavam. Vejamos na íntegra:

Confissão de Fé de Westminster 21.7:

Como é lei da natureza que, em geral, uma devida proporção do tempo seja destinada ao culto de Deus, assim também em sua palavra, por um preceito positivo, moral e perpétuo, preceito que obriga a todos os homens em todos os séculos, Deus designou particularmente um dia em sete para ser um sábado (descanso) santificado por Ele; desde o princípio do mundo, até a ressurreição de Cristo, esse dia foi o último da semana; e desde a ressurreição de Cristo foi mudado para o primeiro dia da semana, dia que na Escritura é chamado Domingo, ou dia do Senhor, e que há de continuar até ao fim do mundo como o sábado cristão.

Catecismo Maior de Westminster 115,116:

Pergunta 115: “Qual é o quarto mandamento?
Resposta: O quarto mandamento é: “Lembra-te de santificar o dia de Sábado (descanso). Trabalharás seis dias e farás tudo o que tens para fazer. O sétimo dia, porém, é o Sábado do Senhor teu Deus. Não farás nesse dia obras alguma, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem teu servo, nem tua serva, nem teu animal, nem o peregrino que viver das tuas portas para dentro. Porque o Senhor fez em seis dias o céu, a terra, o mar, e tudo o que neles há, e descansou ao sétimo dia; por isso o Senhor abençoou o dia sétimo e o santificou( Ex 20. 8-11 cf Dt 5.12-15).”

EXIGÊNCIAS DO QUARTO MANDAMENTO

Pergunta 116: “Que se exige no quarto mandamento?
Resposta: O quarto mandamento exige de todos os homens o santificar ou o guardar santos para Deus todos os tempos especificados que Deus designou em sua Palavra, , expressamente um dia inteiro em cada sete (Is 56. 2,4,6,7,); que era o sétimo, desde o princípio do mundo até à ressurreição de Cristo (Gn 2. 3), e o primeiro dia da semana desde então até ao dia de hoje, e há de assim continuar até ao fim do mundo; o qual é o Sábado cristão (I Co 16. 2; At 20. 7; Jo 19-27; Ap 1.10) e no Novo Testamento é chamado o dia do Senhor(Domingo).

EXIGÊNCIAS FUNDAMENTAIS (do Catecismo Maior de Westminster comentado):
01- O Sábado não é do homem, mas de Deus e a ele deve ser dedicado.
02- Deus fez uma obra completa, nada deixando para a semana seguinte; e assim exige que o homem, para guardar o Sábado como ele o fez, tem de cumprir cabalmente sua tarefa semanal: “Farás em seis dias tudo o que tens para fazer”. Não está habilitado a guardar o Sábado quem não conclui a empreitada semanal. Deus na Criação, modelo para a guarda do Sábado, cumpriu as obrigações semanais, realizando tarefa de cada dia.
03- O homem, para guardar o Sábado, tem de trabalhar seis dias, cumprindo o imperativo divino: “Seis dias trabalharás”. Quem, por qualquer motivo, deixa de trabalhar um só dia, descredencia-se como guardador do Sábado.
04- O Sábado não é um descanso individual, mas familiar ou empresarial, incluindo filhos, agregados, empregados, animais e máquinas. O cristão deve guardar um dia em sete, mas sem idolatrização de um dia fixo, sem sacralização sabática em detrimento dos demais dias da semana, que não podem ser considerados profanos, pois tanto o tempo como o trabalho são do Criador.

Breve Catecismo de Westminster 57 e 59:

• PERGUNTA. 57. Qual é o quarto mandamento?
• RESPOSTA. O quarto mandamento é: "Lembra-te de santificar o dia do Sábado. Trabalharás seis dias, e farás nele tudo o que tens para fazer. O sétimo dia, porém, é o Sábado do Senhor teu Deus. Não farás nesse dia, obra alguma, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o peregrino que vive das tuas portas para dentro. Porque o Senhor fez em seis dias o céu, a terra e o mar, e tudo o que neles há, e descansou no sétimo dia. Por isso o Senhor abençoou o dia sétimo e o santificou".
Ref. Ex 20. 8.11.

PERGUNTA. 59. Qual dos sete dias designou Deus para esse descanso semanal?
RESPOSTA: Desde o princípio do mundo até à ressurreição de Cristo, Deus designou o sétimo dia da semana para o descanso semanal; e desde então o primeiro dia da semana para continuar sempre até ao fim do mundo, que é o Sábado cristão, ou Domingo.
Ref. Gn 2.3; Ex 16.23; At 20.7; I Co 16.1-2; Ap 1.10.

Você pode me informar onde houve desvio de ensinamento dos documentos oficiais até os dias de hoje sobre este assunto? porque lendo na íntegra eu não encontrei base na sua afirmação.

Os ensinos da IPB reafirmam o que afirmaram no passado; do mesmo modo que ensinaram nas igrejas Presbiterianas do Brasil em 2014 ensinam os documentos oficiais. Você está mentindo e condicionando sua afirmação ou eu não entendi direito?



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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Prof. Azenilto G. Brito em Qua 08 Abr 2015, 04:42

Olá, Júlio Celestino

Eu não sei por que cita esses documentos, como se eu já não os tivesse citado. Pois os citei todos, e sei muito bem o que dizem. E se você NÃO PRATICA o que dizem, para que citá-los?

Eles defendem UMA GUARDA DO DOMINGO COMO O ADVENTISTA DEFENDE A GUARDA DO SÁBADO, e não essa ambiguidade de apenas dedicar umas horinhas no domingo para ir à Igreja, e depois fazer o que bem entende com o tempo--comprar, vender, ver o esporte no estádio ou na TV. Não é esse o ESPÍRITO da verdadeira observância do 4o. mandamento segundo esses documentos que citou.

Aliás, a própria Bíblia de Estudo e Aplicação Pessoal, da CPAD, na pág. 112, após defender a adoção do domingo pelos apóstolos devido à ressurreição de Cristo num domingo (fato que não tem respaldo bíblico algum), declara que esse “dia do Senhor” é para ser inteiramente dedicado ao culto. Só que os assembleianos e outros crentes que leem isso NÃO LEVAM A SÉRIO isso coisa nenhuma, como eu bem sei.  Ou seja, quando citam arguementos em defesa do domingo, é só pra contrariar, para lembrar um sambinha famoso. . .  Só como contraponto ao “inconveniente” mandamento do sábado, pois também não morrem de amores pelo domingo.

Mas não é essa a POSIÇÃO OFICIAL desses documentos oficiais, pois até documentos mais modernos dos batistas, como a Declaração Doutrinária dos batistas da CBB e CBN falam do “sábado cristão”, em termos da tradição dominical (na verdade, tradição católica-romana) devendo tal dia ser respeitado, sem atividades seculares nem recreativas (ver seus respectivos artigos X e XV).

Então, defender o domingo só pra contrariar o sábado termina sendo DIANENHUMISMO DISPENSACIONALISTA do mesmo jeito. E embora você garanta que não é dispensacionalista, termina que é, pela sua argumentação sobre 'lei abolida' e coisas nessa linha. O dispensacionalismo, como é explicado num dos links que eu indiquei da seção de Estudos Bíblicos deste fórum, tem dois vieses--o da mirabolante escatologia israelocêntrica, e o da Lei X Graça, que termina desembocando na ambiguidade sobre o 4o. Mandamento, o que em termos práticos é o “dianenhumismo” da maioria esmagadora dos crentes evangélicos.

Então, seus ataques sutis, ou nem tanto, contra a Igreja Adventista não servem para acobertar a verdadeira ambiguidade de sua atitude (e de tantos outros evangélicos) sobre o tema da lei divina. Afinal, o que pensa dos 10 Mandamentos? São ainda a norma de conduta cristã integralmente ou não? Isso creio que não ficou claro nas suas exposições.

Abraços
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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Prof. Azenilto G. Brito em Dom 27 Set 2015, 15:49


Aloha amigos e irmãos, desde Kaunakakai, Molokai, HI:

Tanto tempo se passou, e até agora não apareceu ninguém para nos dar TRÉPLICA a nossa RÉPLICA às bem intencionadas respostas ao nosso questionário pelo amigo Julio Celestino.

Bem, vamos continuar esperando. . .  Mas saibam que certa vez encontrei num fórum em espanhol um questionario intitulado "40 Preguntas a los Adventistas del Séptimo Día". Pois bem, eu as respondi todas, uma por uma, mas acrescentei uma PREGUNTA DE RETRIBUCCIÓN para cada resposta dada. Estas JAMAIS foram respondidas. . .

Alias, eis a tradução ao português do referido questionário, minhas respostas e as PERGUNTAS PARA RETRIBUIÇÃO, jamais respondidas pelos de língua portuguesa também (são três segmentos, e ao final de cada um há indicação do link que conduz ao seguinte):



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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

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