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Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

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Prof. Azenilto G. Brito
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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Prof. Azenilto G. Brito em Qua 14 Jan 2015, 00:21


Saldanha pergunta que diferença existe entre observadores da sexta-feira (muçulmanos), do sábado, como os adventistas, e do domingo, pela cristandade em geral.

De fato, a maioria esmagadora do evangélicos não observa o domingo, pois aderiu mesmo ao mais confortável e liberal “dianenhumismo”. Isso desde que a profetisa britânica Margaret MacDonald teve sua visão em 1830, ensinando a volta de Cristo de modo completamente antibíblico.

Gente do maior gabarito do próprio seio evangélico denuncia as origens dessas teses dispensacionalistas que geraram o viés da Lei X Graça, com isso também gerando o “dianenhumismo”, como discutimos noutro de nossos estudos, onde documentadamente isso é apresentado, inclusive com três vídeos iluminadores, um do Dr. Russell Shedd (reputado teólogo batista), outros dois pelo bispo metodista Ildo de Melo. Vejam por este link:




Agora, que diferença faz, afinal de contas. observar sexta, sábado ou domingo? Quem define isso é A BÍBLIA, e lemos nela o seguinte:

Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou” (Êxo. 20:11).

Temos aí O PRÓPRIO DEUS respondendo ao Saldanha. Há um claro “porque” e um “por isso” deve ser o sétimo dia, não outro qualquer.

Por que os brasileiros comemoram a Independência Nacional em 7 de setembro, e não 8 de outubro, 9 de novembro ou 10 de dezembro? Ora, isso é por demais óbvio--só o 7 de setembro traz o referencial histórico de quando o país realmente livrou-se do jugo português. Nenhum outro dia serviria a tal propósito legitimamente.

Então, o sábado é o “memorial da criação”. O salmista Davi declarou que as obras de Deus foram tornadas “memoráveis” (Sal. 111:2-4). O sábado tem esse propósito, além de propiciar ao homem os benefícios físicos, mentais, espirituais, sociais, familiares. E nunca vi uma situação como a descrita de ficar 24 horas preso numa Igreja. Isso não acontecia nos tempos de Israel, de Jesus, nem no presente. É uma total distorção dos fatos, que parece inspirar quem quer combater algo, mas não revela nada de MELHOR no lugar da coisa “destruída”.

Jesus declarou que O sábado [não 'um' sábado] foi feito por causa do homem-anthropós”, que é o homem universal, não o mero homem judaico (Mar. 2:27).

E continuamos a ler a tolice da declaração de os sabatistas serem adoradores de Saturno, o que não tem O MÍNIMO fundamento nos fatos.

Milênios antes de a lendária loba amamentar os irmãos Rômulo e Remo, já o povo de Deus observava o sábado, não por causa de Saturno, ou seja do planeta que for, a não ser a Terra (como seu memorial), em consonância com o “assim diz o Senhor” das Escrituras.

Lembrem-se que o grande embaraço dos antissabatistas dessa linha novidadeira de ligar o sábado sempre à lua nova é não saberem explicar como os judeus, a despeito de tantas mudanças de calendário, têm o seu sábado do seu calendário exatamente no mesmo segmento de tempo do calendário dos cristãos. E alegar que os romanos forçaram os judeus a acatar o “calendário gregoriano” causa risotas de quem sabe que essa é outra tolice histórica. Por que será que esses romanos não conseguiram, então, fazer os judeus alterarem a ordem dos meses e os seus próprios nomes, pois os judeus nada sabem sobre setembro nem novembro. Seus meses não coincidem na sequência de tempo com os dos cristãos, e têm nomes bem diversos--Nisã, Tamuz, Quisleu, Adar, etc.

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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Prof. Azenilto G. Brito em Qua 14 Jan 2015, 00:31


Sobre a questão de serviços essenciais no sábado, isso também já foi amplamente discutido. Mas voltemos à carga numa exposição bem objetiva da questão:

Alguém nos perguntou certa vez:

“Por que um sacerdote de Deus deu ordem para trabalhar no sábado? 2 Reis 11:5-7: ‘E deu-lhes ordem, dizendo: Isto é o que haveis de fazer: Uma terça parte de vós, que entrais no sábado, fará a guarda da casa do rei. E outra terça parte estará à porta de Sur; e a outra terça parte à porta detrás dos da guarda; assim fareis a guarda desta casa, afastando a todos. E as duas partes de vós, a saber, todos os que saem no sábado, farão a guarda da casa do SENHOR junto ao rei. E rodeareis o rei, cada um com as suas armas na mão, e aquele que entrar entre as fileiras o matarão; e vós estareis com o rei quando sair e quando entrar’.

“Aí esta a ORDEM de se trabalhar no sábado,trabalhando de VIGIA na casa do rei...Por que? Explique-nos se puder!!!”
.
Pois é tão fácil de explicar. . . Acaso os soldados ficariam em casa ou iam à Igreja no sábado abandonando a SEGURANÇA da nação e do seu rei? Isso prova que os serviços essenciais, como fornecimento de água, luz, telefonia, hospitais eram previstos para se cumprirem no sábado.

Vejam que fica a insinuação de que se isso acontecia naquela época, o sábado não deve ser guardado HOJE. Mas isso não honra nem a inteligência de quem usa tal argumento. Por que só serve de prova para HOJE, e não para aquela mesma época?

Deus não é um Legislador incompetente que cria uma regra de caráter MORAL e UNIVERSAL (como sempre entenderam as Igrejas TODAS, inclusive mais recentemente os pentecostais) que se tornaria impossível de praticar.

Sendo que os “ESTRANGEIROS” de “TODOS OS POVOS” são convidados pelo próprio Deus a acatarem o concerto que estabeleceu com Israel, incluindo o sábado e os holocaustos (pelos quais revelariam fé no futuro Messias junto com Israel)--ver Isa. 56:2-7--então o sábado tem caráter UNIVERSAL.

“A Minha casa será chamada Casa de Oração para TODOS OS POVOS”, diz o Senhor. Tanto o SÁBADO quanto a ORAÇÃO, portanto, não são só para Israel.

Sem falar em que há um certo “esquecimento” dos que levantam tais argumentos anti-sabáticos. Os supostos problemas com serviços essenciais que negariam a validade do sábado para hoje, SÃO OS MESMOS PARA O DOMINGO! E não é esse considerado “o dia do Senhor” por tantos e tantos cristãos?

Nos EUA eu trabalhei para uma empresa pública de fornecimento de água e controladora de esgotos. Aos domingos ou feriados havia sempre um contingente mínimo de plantão, que talvez não representasse nem 1% do corpo total de funcionários, para situações de emergência e segurança. Esse é um exemplo de como se superam essas dificuldades que visam a manter em perfeito funcionamento a sociedade e seus serviços essenciais.

No exemplo acima da SEGURANÇA do rei de Israel vemos como no passado o mesmo princípio era aplicado, certamente com aprovação divina.

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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Célio Saldanha em Qua 14 Jan 2015, 13:55

Professor, o calendário comum a todos os povos se chama ZODÍACO. Esse não foi mudado pelo quarto reino. Os demais calendários, com suas particularidades foram alterados de forma sutil, para não causar embaraço nos que estavam presos a dias, meses e anos. Como já percebeu, eu não estou contra o REPOUSO no sétimo dia, pois sou fundamentalista, mas não estou de acordo em santificar um dia simplesmente por ser chamado de sábado. Os judeus podem até ter guardado o sábado do Êxodo até o templo, excluindo, claro, o tempo dos "juízes" onde cada um fazia o que bem queria.

Veja que nos serviços ESSENCIAIS o sábado era trocado por outro dia, enquanto que a maioria ficava realmente em repouso no dito dia de sábado. Quando digo que quem folga tanto na semana, quanto nos finais de semana, independente do dia, se for o sétimo é um sábado de qualquer forma. Creio que se analisar com mais profundidade os dias essenciais, verá que na verdade, no domingo é feito a mesma coisa que era feita no sábado judaico e portanto, não há nenhuma diferença entre um dia e o outro.

A comparação entre o sábado gregoriano e o judaico para justificar sua legalidade bíblica também é infundada, da mesma forma que argumentar que os judeus são os portadores da verdade. Só para se ter uma ideia, Deus não trata mais com judeus, pois o tempo deles já passou. Agora Deus está tratando com as dez tribos dispersas e com os judeus enxertados que creram no Messias. Os que rejeitaram sequer tem autoridade para representar Israel, pois são mais uns católicos hereges, já que a única tribo restante que ainda resta como tribo hereditária é a de Benjamim, de onde será tirado os 144 mil. Tanto judeus como cristianizados foram enganados pela Besta, sendo cada um levado a um tipo de idolatria em particular, sendo facilmente identificados com um sinal na testa e na mão direita.

Como você mesmo argumentou sobre o 7 de setembro, o dia em si é sempre o mesmo MAS EM RELAÇÃO AO ANO pois se usar em relação A SEMANA a comparação já é outra, pois assim como o 1 de Abril, o 7 de setembro muda de dia da semana a cada ano e que inclusive segundo o zodíaco, se trata do mês sete e não mês nove, como é pregado pelo calendário gregoriano.

A semana bíblica é relacionada ao ciclo da lua, tendo a lua nova como referência, coisa que não acontece no calendário gregoriano, que por acrescentar ou tirar um dia em cada mês, exclui o mês de serpentário, que equivale ao mês judaico de Adar II. No Velho Testamento o sábado estabelecido por Deus era ligado diretamente ao zodíaco e a mudança dos tempos em relação aos meses promovidos pelo quarto reino - Roma - que ainda domina sobre todos os reinos da Terra.

O que estou tentando mostrar para os irmãos sabatistas é que é absolutamente possível compreender que o SÁBADO é o SÉTIMO DIA, ou seja, o dia depois do sexto, não o inverso, como prega o sistema sabatista, que combate com todas as forças a guarda do repouso no domingo para que a pessoa guarde somente o dia de sábado, na tentativa de satisfazer um dogma mal compreendido. Mesmo no atual Israel natural, que fica na Palestina, tendo o estado judaico estabelecido, o sábado é semelhante ao domingo e os serviços essenciais como segurança, saúde e outros serviços importantes permanecem funcionando com pessoas trabalhando.

Jesus citou se o boi caísse em um buraco no dia de sábado, se os judeus esperariam para o domingo para retirar, mostrando que umas coisas eles querem que seja estabelecido para todos, mas quando é para eles decidirem segundo seus interesses, a coisa já é outra.

A similaridade dos dias de semana que coincidem com a contagem dos sete dias bíblicos dão a impressão que o domingo é realmente o primeiro dia e o sábado o sétimo, mas é ai que está o engano inserido, pois o descanso é no sétimo, ainda que o catolicismo e afins chamem o domingo de primeiro dia. É o mesmo que dizer que pau é pedra e ainda querer permanecer argumentando a mesma coisa, associando coisas aparentes com coisas absolutas.

O absoluto do sábado é o SÉTIMO DIA e não o sétimo dia que deve ser o denominado de sábado, pois em qualquer dia da semana, quando se conta seis dias o próximo certamente será sempre o sétimo. Mesmo se houvesse culturas que adotassem seis dias na semana ou oito dias na semana, da mesma forma, o corpo estaria em harmonia com a natureza se o sétimo dia fosse respeitado.

Como citei anteriormente em outro lugar, conheço um irmão que folga na segunda-feira. Ele, como fundamentalista, tinha a preocupação na guarda do sábado em se tratando do dia de saturno no calendário gregoriano. Então lhe mostrei que a segunda-feira, que é um dia de repouso do serviço habitual, era o próprio sábado. Isso pode parecer loucura pra a mente intelectual, que está familiarizada com a simples guarda do sábado judaico-católico e não com o verdadeiro sentido etimológico da palavra sábado - que é descanso.

Quanto ao Israel espiritual, irmão, todos esses estão espalhados nos quatro cantos da terra, guardando os mandamentos escritos no coração e testificando através das escrituras sagradas, sem tirar ou acrescentar, pois para isso foi dado Jesus - que é a palavra - para testificar de toda a verdade.

Veja que você mesmo tem o entendimento que o sábado tem a mesma função do domingo, quando citou:

Prof. Azenilton G. Brito escreveu:Sem falar em que há um certo “esquecimento” dos que levantam tais argumentos anti-sabáticos. Os supostos problemas com serviços essenciais que negariam a validade do sábado para hoje, SÃO OS MESMOS PARA O DOMINGO! E não é esse considerado “o dia do Senhor” por tantos e tantos cristãos?

A irmã Madalena lembrou bem acerca de serviços básicos que uns usam e outros não. Ela questionou se era lícito usar o serviço do próximo no sábado enquanto que os sabatistas nada poderiam fazer. Ou seja, o sábado serve para mim mas para o meu irmão não!! Eu descanso no sábado, enquanto que o médico, o policial, as forças armadas e outros serviços essenciais trabalham!!

Essa simples visão de compreensão sobre o SÉTIMO DIA já serve de referência para estabelecer com justiça para todos a verdadeira obediência aos mandamentos. Na prática, somente os trabalhadores de baixa renda é que realmente trabalham seis dias e folgam no sétimo, pois a grande maioria normalmente folga sábado e domingo e feriados, ou em escala 12x36 que é dia sim e dia não, o que diferencia completamente da necessidade de ter um sétimo dia específico em relação ao dia de saturno, que equivale nesse caso ao dia citado: "7 de setembro" que é um dia único no ano, mas que em relação a semana, muda a cada ano.

A semelhança desse assunto pertinente ao sábado em relação ao chip é muito parecida, pois se trata de um ensino aprendido e não revelado. Quando é revelação, não há contradição, mas quando é um ensino aprendido partindo somente do natural, então se mostra contraditório.
Para muitos crentes, não importa o que se mostre, o chip Mondex será sempre a marca da besta, assim como para os sabatistas, o sábado será sempre o sábado gregoriano, não o sétimo dia. Assim, a imposição se torna enfadonha e acorrenta pessoas livres em tradições arcaicas que já foram aprimoradas por Cristo.

Mas agora, conhecendo a Deus, ou, antes, sendo conhecidos por Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir?
Guardais dias, e meses, e tempos, e anos.
Receio de vós, que não haja trabalhado em vão para convosco.

Gálatas 4:9-11

Os fariseus mesmo, que eram zelosos pela lei e guardadores de todos os mandamentos, na verdade, não cumpriam nenhum, pois queriam que outros fizessem, mas eles mesmo "não moviam uma agulha". Nem precisamos citar Mateus 23 para expor o embasamento, por ser forte demais no momento, mas é importante lembrar que se um irmão que foi abençoado por Deus com um emprego, mas que folga no domingo ou outro dia da semana, não deve ser condenado simplesmente porque o sistema religioso determina que deve ser em tal dia. Da mesma forma que adorar o domingo é um pecado abominável, adorar o sábado também é uma abominação.

Para que não vos corrompais, e vos façais alguma imagem esculpida na forma de qualquer figura, semelhança de homem ou mulher;
Figura de algum animal que haja na terra; figura de alguma ave alada que voa pelos céus;
Figura de algum animal que se arrasta sobre a terra; figura de algum peixe que esteja nas águas debaixo da terra;
Que não levantes os teus olhos aos céus e vejas o sol, e a lua, e as estrelas, todo o exército dos céus; e sejas impelido a que te inclines perante eles, e sirvas àqueles que o Senhor teu Deus repartiu a todos os povos debaixo de todos os céus.

Deuteronômio 4:16-19

Veja que o principal argumento dos que devem guardar o sábado é que o domingo é o dia do sol, que é chamado de um deus pagão. O sol, a lua e as estrelas foram dadas para sinais e tempos, da mesma forma que quando um dia, que é relativamente usado comumente com as estrelas, a simples veneração do dia já implica idolatria. Como Israel antigo adorava Baal? Simplesmente por causa da similaridade que tinha com o Senhor. O Senhor era e é o Deus verdadeiro e Baal era o senhor falso, que os homens atribuíam poder a ele, da mesma forma que vivem atribuindo poder a satanás.
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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Prof. Azenilto G. Brito em Qui 15 Jan 2015, 05:55


Já mostrei ao Saldanha o ERRO de seu raciocínio, mas ele só repete os mesmos equívocos de antes.
 
Êxo. 20:11 mostra as razões que DEUS DÁ para ter que ser o sétimo dia, e não outro qualquer. Há um “porque” e um “por isso” deve ser o sétimo dia. Aliás, o fator “sétimo dia” é o que torna esse mandamento MORAL, já que é exatamente o que caracteriza a adoração ao Criador, Aquele que claramente deixou Sua assinatura, ou selo, na Sua obra como Criador, no sétimo dia (ver Êxo. 31:17; Efé. 20:12 e 20).
 
Ilustrei a questão citando o 7 de setembro, que é o único dia válido para celebrar a Independência do Brasil, não valendo 8 de outubro, 9 de novembro nem 10 de dezembro.
 
Jesus disse que O sábado foi feito por causa do homem, não “um” sábado. Essas adaptações humanas para contornar o “assim diz o Senhor” das Escrituras não têm a aprovação de Deus.
 
E toda essa conversa de calendários mudados, sutilmente ou não, continua enfrentando o EMBARAÇO de os judeus observarem EXATAMENTE o mesmo sábado que os cristãos, o que constatei pessoalmente ao passar 10 dias em Israel em maio passado.
 
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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Prof. Azenilto G. Brito em Qui 15 Jan 2015, 05:57

E praticamente todas essas objeções do Saldanha estão analisadas em nossas réplicas às respostas do Julio Celestino a nossas 40 perguntas sobre o tema da lei divina e do sábado. Então, por que ele não toma uma a uma e faz a tréplica (mas não ignorando o que tratamos em profundidade nas réplicas, nem meramente vindo com repetecos de argumentos já devidamente refutados).
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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Célio Saldanha em Qui 15 Jan 2015, 10:33

Professor, não creio que o que abordei foi devidamente refutado, por isso tive que repetir e ainda aprofundar mais um pouco. As 40 questões podem ser refutadas uma por uma, onde há citações em contradição, mesmo que nelas há algumas que nem fazem parte do tema em si, mas elas poderiam ser simplesmente ser resumidas em uma simples frase que ainda não foi respondida:

Por que o sétimo dia tem ser simplesmente no dia comum chamado de sábado e não no sétimo dia como realmente afirma as escrituras?

Qual a diferença entre o sábado depois do sexto dia para o sábado depois da sexta-feira?

Em nenhum momento estou afirmando que é um dia qualquer da semana ou dia nenhum, mas o sétimo dia, independentemente de ser sábado ou não. Venho mostrando de forma SUPERFICIAL um argumento lógico para ser mais compreensível, mas parece que é necessário aprofundar mais um pouco para ampliar o entendimento. Tenha sempre em mente que não estou gerando uma guerra santa contra os adventistas, mas tão somente abrindo o leque de entendimento mostrando o outro lado da moeda. Conforme houver necessidade, estarei aprofundando cada vez mais para que então seja compreendido. Espero que os irmãos sabatistas não fiquem magoados ou chocados, mas que tenham a mente aberta para receber informações mais precisas e atuais para essa tão preciosa revelação. Assim como guardar o domingo e sexta-feira como um dia especial é um sinal da besta, da mesma forma, guardar o dia comum chamado de sábado também é um sinal da besta, pois engana as pessoas a ficarem presas a um dogma ou credo.

Segundo a Bíblia, com REALMENTE ESTÁ ESCRITO o Sol, a Lua e as estrelas, foram feitas por Deus NO QUARTO DIA. O calendário judaico arcaico é baseado no ciclo da lua, certo? Agora, me diga qual dia da semana começou realmente a criação???? Que dia da semana começou o primeiro dia, para que então Deus descansasse no sétimo?

Segundo está escrito, podemos entender claramente que foram seis dias de criação e que no sétimo DEUS CRIOU O SÁBADO sem nenhum prejuízo de compreensão. Agora, eu não poderia falar do sábado judaico sem falar da lua nova, pois essa é a referência bíblica sobre esse dia.




O sétimo dia é o sábado, sem dúvida, mas em relação ao sol, a lua ou as estrelas, que foram criadas no quarto dia?
Roma poderia ter colocado o dia depois da sexta-feira de "domingo" e desprezado o uso da palavra sábado ou colocado outro nome, como uma feira qualquer, mas não teria tanta eficiência como atribuir o nome sábado para coincidir com o sábado bíblico.

Nosso "grande conflito" se percebe claramente na forma que você defende o sábado que deve ser exclusivamente no sábado, simplesmente por ter coincidido com o dos judeus ou por tradição. O que estou afirmando é que o SÁBADO BÍBLICO é o dia depois do sexto, não depois da sexta-feira. Pode-se perceber a diferença entre um e outro? Se fosse simplesmente no dia depois da sexta-feira solar, então TODOS deveriam guardar de igual forma, SEM EXCESSÃO. Tanto serviços essenciais quanto rotineiros deveriam ser observados, pois Deus fez os céus e a terra em seis dias e no sétimo repousou. A dificuldade que vejo na sua percepção é ver justamente isso: o dia de repouso chamado sábado é o dia depois do sexto e não somente o dia depois da sexta-feira.

Em nenhum lugar das escrituras diz que Deus começou a criação dos céus e da terra no DOMINGO, mas que foi no primeiro dia até o sexto. A única referência que temos em relação ao primeiro dia é a lua nova que começa a primeira semana do mês, mas que é amplamente desprezado pelos sabatistas.

Registros do primeiro século da Judeia de Talmud, o calendário usado durante o Segundo Templo foi baseado em observação atual dos primeiros raios de sol na Lua, lua nova em Jerusalém. O primeiro século Judaico, o calendário também colocou o Dia 15 do mês 1 entre ou depois do Dia Hebraico no equinócio da primavera. O Babilônicos, Pérsicos, Assirios, e Gregos também começaram seus meses na lua nova, entretanto eles não sempre acertava do mesmo jeito que os Judeus. Por exemplo, é possível determinar das duas datas da carta de Elephanine, com data Pérsicas e Egipcianas, que os Pérsicos não mostrava a mesma data do que os Judeus entre 458 – 351 AC. Porque nesses anos, os Pérsicos colocaram o Dia 1 do Mês 1 depois do dia de equinócio da primavera.

Depois da dispersão em 134 DC, quando os Judeus foram exilados da Judeia, eles foram forçados a basear-se em cálculo da lua nova ou no observação local onde eles moravam. Os rabis judaicos largaram de adorar o verdadeiro Deus Elohim; o calendário rabino foi implementado em 359 DC por Hillel II baseado no ciclo de 19-anos do astrônomo Grego Meton de Atenas.

O calendário rabino, ainda em uso hoje em dia, tem determinado o início dos meses mas não alinhado com Rosh Chodesh – a visão dos primeiros raios de sol na lua, chamada lua nova. O calendário rabino não existiu antes de 359 DC. O Calendário da Criação ou Bíblico foi dado a Moisés para ser usado, e foi usado pelo Messias e pelos sacerdotes do templo no tempo de Cristo.

Alguns estudiosos tem erradamente colocado o calendário Rabino como sendo o calendário original da criação, tentando mostrar que já existia no tempo de Cristo. Tal error os levaram a não entender a cronologia da morte e ressurreição do Messias, como também fazer interpretações erradas das escrituras proféticas.

O calendário Romano Juliano foi fixado no sol nas estações e não tem nenhuma relação com a lua. Ele ficou em existência até 4 de Outubro de 1582 DC quando foi mudado por Roma pelo calendário que usamos hoje-em-dia e que foi pelo papa Gregório XIII. O Calendário Gregoriano é uma reforma do Calendário Juliano e é o calendário mais usado hoje em dia no mundo. Entretanto, o Calendário Gregoriano é de origem pagã. Isto é evidente pelos nomes dados aos meses, aos dias e as semanas e seus festivais. É um calendário baseado no sol e não nos movimentos da lua. Sendo assim, o Calendário Gregoriano  não tem nenhuma relevância Escritural de tempo e datas.

Em resumo, nem o Calendário Rabino e nem qualquer outro calendário apoia a observação dos dias marcados pelo nosso Criador. Somente o Calendário da Criação que foi usado pelo Messias é o calendário verdadeira de nosso Criador.

Nissan (no hebraico נִיסָן, do acadiano nisānu, do sumério nisag "primeiros frutos") é o nome dado ao primeiro mês do calendário judaico religioso (sétimo mês do calendário civil), que se inicia com a primeira Lua nova da época da cevada madura em Israel. O nome Nissan tem origem babilônica: na Torá o nome do mês é Abib.

Nissan é um mês de 30 dias que marca o início da primavera no hemisfério norte. Neste mês os judeus comemoram Pessach (14 de Nissan), Chag Hamatzot (15-22 de Nissan) e Yom HaShoah (27 de Nissan). O livro de Êxodo da Bíblia ensina que o mês de Abib é marcado pela libertação de Israel do regime escravo no Egito - ver em Êxodo capítulo 11, 12 e 13. Uma
característica especial é que neste mês comemora-se a páscoa judaica, de acordo com o capítulo 12 de êxodo.


Como se pode ver, impor um dia em especial em despautério aos demais, na verdade é um erro, pois o calendário solar gregoriano foi mudado pela besta em relação ao calendário bíblico e a utilização da semelhança da semana simplesmente por causa dos judeus que crucificaram Jesus, é mais errado ainda. Fica na verdade a impressão de tentativa de imitação de algo natural, mas feito de forma manufaturada.

E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo.
Daniel 7:25

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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Edison em Qui 15 Jan 2015, 12:00

Célio disse:

Nissan é um mês de 30 dias que marca o início da primavera no hemisfério norte. Neste mês os judeus comemoram Pessach (14 de Nissan), Chag Hamatzot (15-22 de Nissan) e Yom HaShoah (27 de Nissan). O livro de Êxodo da Bíblia ensina que o mês de Abib é marcado pela libertação de Israel do regime escravo no Egito - ver em Êxodo capítulo 11, 12 e 13. Uma
característica especial é que neste mês comemora-se a páscoa judaica, de acordo com o capítulo 12 de êxodo.

Irmão Célio sem querer sair do tema do tópico quero lhe dar uma informação que colhi de um judeu messiânico.

A Páscoa judaica começa exatamente no dia 15 de Nissan. Nesta noite os judeus sentam-se à mesa da Páscoa e colocam uma cadeira e uma taça a mais, pois diz a fé judaica que Elias chega nesse dia para abençoa-los e anunciar a chegada do Messias. Eles inclusive deixam a porta da casa aberta esperando Elias.

Agora irmão, "coincidentemente" você sabia que o dia 06/04/1909 corresponde ao dia 15 de Nissan de 5669?
http://www.pt.chabad.org/calendar/1000year.asp?tdate=4/06/1909

Voltemos ao tema do tópico. Interessante sua matéria sobre o sábado.
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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Célio Saldanha em Qui 15 Jan 2015, 13:10

Prof. Azenilto G. Brito escreveu:
Já mostrei ao Saldanha o ERRO de seu raciocínio, mas ele só repete os mesmos equívocos de antes.
 
Êxo. 20:11 mostra as razões que DEUS DÁ para ter que ser o sétimo dia, e não outro qualquer. Há um “porque” e um “por isso” deve ser o sétimo dia. Aliás, o fator “sétimo dia” é o que torna esse mandamento MORAL, já que é exatamente o que caracteriza a adoração ao Criador, Aquele que claramente deixou Sua assinatura, ou selo, na Sua obra como Criador, no sétimo dia (ver Êxo. 31:17; Efé. 20:12 e 20).

Veja bem: o texto "dá razões para se ter o sétimo dia" e isso não há o que refutar, pois é bíblico e a própria natureza testifica disso. O próprio relógio biológico confirma isso. Não há o que negar. Há muitos que negam o sábado simplesmente por causa da imposição do mesmo de forma equivocada, o que não é o meu caso. Por isso torno a repetir: sétimo dia não é o dia de saturno mas o dia depois do sexto. E isso vale tanto para serviços essenciais como serviços rotineiros. 

Prof. Azenilto G. Brito escreveu:Ilustrei a questão citando o 7 de setembro, que é o único dia válido para celebrar a Independência do Brasil, não valendo 8 de outubro, 9 de novembro nem 10 de dezembro.

Novamente repito. O 7 de Setembro é um numeral referente ao mês, não a semana. Em se tratando de semana, o 7 de setembro em cada ano é comemorado em dia de feriado justamente por cair em QUALQUER DIA DA SEMANA e não somente no sábado, portanto, a referência em questão é inválida. Digamos que seja o mesmo que dizer que o 1 de Abril, que realmente começa o calendário judaico tenha que cair sempre no sábado, mas não é isso que acontece, certo?
 
Prof. Azenilto G. Brito escreveu:Jesus disse que O sábado foi feito por causa do homem, não “um” sábado. Essas adaptações humanas para contornar o “assim diz o Senhor” das Escrituras não têm a aprovação de Deus.
 
Essa citação nem deveria ser apresentada pelos sabatistas, pois ela da margem justamente ao que estou abordando. O SÁBADO FOI FEITO POR CAUSA DO HOMEM, não por causa de Deus.
Da mesma forma, o profeta William Branham afirmou que a água foi feita para o peixe, não o peixe para a água; a mulher foi feita para o homem e não o homem para a mulher. O sábado foi feito para o homem, ou seja, o descanso foi para o homem, pois o Pai, que trabalha sem cessar, como afirmou Jesus, não se cansa. O sábado foi feito para os homens que são escravizados pelo trabalho, de forma que alguns animalescos explorariam não só seu próprio corpo na ânsia de satisfazer suas ambições como também forçar outros a se escravizarem quando possuem esse poder nas mãos.

O sétimo dia não é um sábado qualquer como você mesmo afirmou, mas O SÉTIMO DIA. Sétimo dia é o sábado e não somente um dia chamado sábado. Há uma grande diferença quando se parte de uma visão espiritual revelada, não aprendida. Por que a tradição inviabilizava os mandamentos? Justamente por impor algo espiritual para pessoas carnais. Quem vive na floresta, afastado da civilização, qualquer dia para ele é igual, ou seja, um sábado em qualquer dia da semana. Já assistiu o filme: Os deuses devem estar loucos? Aquela tribo nômade não tinha a preocupação com dias, pois para eles, todos os dias era dia de descansar. Pouco importava os feriados, ou dias festivos, pois para eles, bastava todos estarem em harmonia com seus familiares e com a natureza que tudo estava bem. Se eles fossem ser convertidos por alguém sabatista, então teriam que viver dentro de um mundo totalmente diferente, onde a imposição seria vista como uma afronta.

O sábado, na verdade, é dado aos que realmente prestam serviço contínuo, devendo trabalhar NO MÁXIMO somente SEIS DIAS. Se Deus deu para uns o privilégio de folgar mais dias, isso não deve ser visto como imposição por alguns para serem escravizados. O sábado é uma linha divisória, onde deve ser vista como um memorial não um ritual como é feito por alguns. O muçulmano tenta converter uma pessoa para sua religião e assim que há a aceitação, então vem uma lista enorme de requisitos que se não forem obedecidos, a pessoa é excluída ou até mesmo morta. O proselitismo feito para impor uma marca na pessoa, na verdade torna a pessoa filho do inferno duas vezes, como disse Jesus em Mateus 23.

Jesus é o Senhor do Sábado, ou seja, ele é o nosso repouso. Ele é o único que deve ser adorado e venerado. Qualquer outra coisa que se torna um ídolo, por mais simples e inocente que seja é uma abominação para Deus. Como ele cumpriu toda a lei, então com o sábado não é diferente. O cumprimento da lei se dá de forma inteligível e compreensível e extensiva a todos em comum. Quando uma lei é para um e para outro não, então caracteriza dois pesos e duas medidas. Como Deus não é um Deus de confusão, então a mesma lei que foi dada aos judeus agora é dada as demais dez tribos dispersas nos quatro cantos da Terra. Quando Deus se fez carne e aprimorou a lei dada aos seus filhos através de Moisés, então o aprimoramento é para todos, inclusive os judeus e gregos, servos e livres, brancos e negros, etc..[/fonte]



Prof. Azenilto G. Brito escreveu:E toda essa conversa de calendários mudados, sutilmente ou não, continua enfrentando o EMBARAÇO de os judeus observarem EXATAMENTE o mesmo sábado que os cristãos, o que constatei pessoalmente ao passar 10 dias em Israel em maio passado.
 


Irmão, esse é o problema encontrado em todo o mundo e em quase todas as religiões e facções. Olhar para Israel como se eles ainda fossem o reino sacerdotal. Os judeus estão enriquecendo com pessoas que saem das mais diversas nações para gastar seu dinheiro lá. Pelo que vejo, você tem viajado por diversos lugares do mundo e qual a diferença de um para o outro? A diferença é somente cultural, pois tudo é terra. O fato de ter colocado Jerusalém como o centro da terra, é justamente para referência profética em relação as demais nações. Os judeus que estão retornando para lá desde 1948 são apenas para carregar semente, como no caso dos que saíram do Egito e morreram no deserto murmurando contra o ungido de Deus, que no caso era Moisés. A única tribo que vai ser restaurada, onde permanece a semente hereditária é a tribo de Benjamim. Veja que a besta engana a TODOS que não tem seus nomes escritos no livro da vida do cordeiro, e isso inclui também os judeus.

A Universal mesmo engana milhares de brasileiros comprando e vendendo "bagulhos abençoados" com dinheiro dos fieis, como se lá fosse a terra santa. É incrível com é lido o texto que Deus falou com Moisés acerca daquele pedaço de chão na palestina. Deus falou:

E disse-lhe o Senhor: Tira as alparcas dos teus pés, porque o lugar em que estás é terra santa.
Atos 7:33

E disse: Não te chegues para cá; tira os sapatos de teus pés; porque o lugar em que tu estás é terra santa.
Êxodo 3:5

O texto diz: "é terra santa". O que tem a ver tirar a sandálias do pé com o lugar em que ele estava? No natural entende-se que é o pedaço de chão que é santo, mas por revelação pode-se entender que é o lugar que Moisés pisava logicamente com seus pés que ficava santificado, ou seja, Moisés que era o santo que pisava no lugar e o lugar era abençoado. Vê a diferença? Até hoje é vendida a ideia de que a terra de lá é santa, mas na verdade, quem é o santo são as pessoas que tem o Espírito Santo e isso é uma grande diferença. Por causa dessa interpretação equivocada, os judeus e os muçulmanos estão se matando por esse pedaço de chão que logo vai ser queimado com fogo. Quando esse suposto templo for erguido em Jerusalém, então atrairá os olhares do mundo inteiro que até trocará presentes quando a besta tiver matado os dois profetas que vão estar pregando contra mais essa enganação. O maior engano que acontece é dizer que a igreja vai salvar, curar, abençoar, fazer prosperar, e etc.. desprezando que quem faz essas coisas é somente Jesus e ninguém mais.
O templo que será edificado pelos judeus, ou o TERCEIRO TEMPLO que está sendo divulgado incansavelmente pelos religiosos é outra enganação que vai tornar os judeus em referência mundial de idolatria em quatro paredes. O Macedão que o diga!! Até a Dilma foi lá.. a tentativa de passar a ideia de um templo real é tão grande que chegam a usar artigos similares aos descritos na Bíblia para enganar os ingênuos religiosos sedentos por migalhas.

Jesus mesmo disse que dessas "quatro paredes" não ficaria pedra sobre pedra. Deus não habita em templos de pedras, assim como não há espírito em imagens de escultura. Por causa do lucro fácil que a religião traz, o desejo de restaurar uma prisão de quatro paredes está dentro de cada ser humano religioso, já que por si só não consegue perceber que Deus não está do lado de fora do corpo, mas dentro. A materialização do sábado como imposição no dia de saturno tem a mesma conotação religiosa do templo. Quantos não acreditam que se não estiver dentro de uma prisão feita de barro então Deus não falará com eles? Salomão foi um tipo usado pela Bíblia para mostrar a tendência humana de personificar um objeto em lugar específico para adoração. O fato de ter tido mil mulheres é uma prova de que ainda que tivesse sabedoria, era apenas uma alegoria humana, já que Jesus era e é maior que Salomão e o próprio templo.

É comum aparecer um indivíduo com uma revelação em particular e arrastar uma multidão para o deserto, como nos dias primitivos, e construírem grandes templos adornados de riquezas materiais, mas sendo pobres, cegos e miseráveis.. Muitos pregadores, ao invés de levarem outros a seguirem a Palavra, como o fez João Batista, eles levam as pessoas para templos, para rudimentos fracos e pobres, etc.. qualquer coisa que venha a desviar a pessoa do alvo principal, que é a Palavra de Deus.

Veja que o terceiro templo "será" construído na GRANDE TRIBULAÇÃO onde afirmam que haverá três anos e meio de PAZ. Pensa na forma mentirosa que esse argumento é embasado. Dizem que o anticristo ainda vai vir e que será restaurada a paz mundial, tudo isso na grande tribulação. Da mesma forma, a tentativa de estabelecer o sábado natural como dogma que deve ser imposto aos filhos de Deus que estão dispersos nos quatro cantos da terra é absolutamente inviável, pois são guiados pelos Espírito, não pelas coisas aparentes.

Como já afirmei em diversas ocasiões, a simples guarda de um sábado chamado sábado é uma forma de taxar uma pessoa com um sinal. Não de revelação, mas de tradição, onde se guarda coisas naturais que se pareçam com as espirituais.
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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Célio Saldanha em Qui 15 Jan 2015, 13:37

Edison escreveu:Irmão Célio sem querer sair do tema do tópico quero lhe dar uma informação que colhi de um judeu messiânico.

A Páscoa judaica começa exatamente no dia 15 de Nissan. Nesta noite os judeus sentam-se à mesa da Páscoa e colocam uma cadeira e uma taça a mais, pois diz a fé judaica que Elias chega nesse dia para abençoa-los e anunciar a chegada do Messias. Eles inclusive deixam a porta da casa aberta esperando Elias.

Agora irmão, "coincidentemente" você sabia que o dia 06/04/1909 corresponde ao dia 15 de Nissan de 5669?
http://www.pt.chabad.org/calendar/1000year.asp?tdate=4/06/1909

Voltemos ao tema do tópico. Interessante sua matéria sobre o sábado.

Eu ainda não tinha feito essa conversão de datas e ainda me surpreendo com tamanhas comparações.
No filme: Entrevista com o profeta do século XX o irmão Branham fala do seu interesse em ir a Israel e mostrar o sinal de profeta para os judeus, mas como sabemos, foi impedido, pois sua mensagem seria para os cristãos entre os gentios, já que o tempo dos 144 mil seria com o quinto Elias e também Moisés. A data do nascimento do profeta William Branham, o nosso Elias, realmente coincide com os costumes judaicos e mostra claramente essa linhagem dos filhos de Abraão sendo resgatados através da Mensagem do dia, onde nós que fazemos parte das dez tribos dispersas recebendo um profeta na qualidade de profeta da última era da igreja como um sinal para os nossos dias.

Interessante é que o evangelho que eles vão receber, não os judeus denominados pois esses já foram rejeitados, mas os de Benjamim de onde até mesmo Paulo veio, mostrará o mesmo Jesus Cristo que hoje rejeitam e de lá serão tiradas as doze tribos com o mesmo evangelho que é o mesmo que estamos recebendo agora, através da Mensagem do profeta Elias. O Deus que eles estão esperando é o Deus na qual já estamos servindo. Enquanto o povão religioso está olhando para quatro paredes que será erguido pela besta, os remanescentes estarão olhando SOMENTE PARA JESUS.

Outra coisa interessante é que os judeus aguardam a volta de Elias enquanto que o mundo religioso nada sabe sobre isso. Assim que encerrar a sétima era, vão perceber que Elias também já veio e não o receberam, pois foram cegados pelas tradições que mais aprisionam do que libertam.

Quanto ao tópico, no princípio, o profeta William Branham, que afirmou abertamente ser um fundamentalista, disse que chegou a guardar o sábado por algum tempo, mas sendo um profeta, logo veio a verdadeira revelação, onde não havia mais lugar para uma tradição natural. Sendo o profeta nossa referência eclesiástica em se tratando de embasamento teológico (ensino sobre as coisas de Deus) então podemos compreender melhor as escrituras e ampliar em nossos dias a base já estabelecida. Assim como Eliseu deu continuidade ao ministério de Elias, ungindo Hazael e Jeú, da mesma forma, quando nos desprendemos do sistema dominante, então a revelação vai fluindo naturalmente
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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Edison em Qui 15 Jan 2015, 15:31

Pois é, o judeu messiânico, com o qual debatia sobre o Elias para os gentios, para derrotar aquilo que sabemos a respeito de Mal. 4:5-6, Mat. 17:11, me disse: "Olha amigo, só vou lhe pedir uma coisa; Me dê a data de nascimento desse William Branham".
Eu sem saber porque ele queria essa data simplesmente lhe informei: 06/04/1909.
Horas depois, ele muito desapontado, me disse: "Olha não vou dizer nada. Não vou dizer nem sim e nem não, mas a data de nascimento de William Branham surpreendentemente corresponde exatamente ao dia 15 de Nissan que é o primeiro dia da nossa Pessach (Páscoa).

Quanto ao irmão Branham guardar o sábado no início do seu ministério, eu não sabia. Sei que ele, a princípio, pregou as Sete Eras com base na doutrina adventista. Depois quando chegou a verdadeira revelação em 1960 ele teve de ir "despregar o ensinamento anterior" e pregar a revelação real.
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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Ernesto em Qui 15 Jan 2015, 21:10

Celio diz;

Ernesto
Eu não disse nenhuma contradição, mas você sim, pois qualquer dia é uma benção!! O sétimo dia é um diferencial dos demais, apenas, no sentido de que nos seis há um contínuo sacrifício do corpo e no sétimo o repouso. O que estou abordando aqui é por que o sétimo dia não pode ser o domingo??

Ernesto responde:

Meu caro Célio; Eu fui viajar e só agora estou conseguido arrumar a casa.
Quanto a contradição; Segundo o teu entender é que a contagem do sétimo dia da semana pode ter seu inicio em qualquer dia. Isso foge da realidade, antes de existir a semana da criação não existiam outros períodos que também fossem considerados dias.

Celio diz;

O domingo é o "dia do sol" e o sábado é o "dia de saturno". Que diferença há entre um dia e outro?
Chamar pau de pedra não vai tornar um pau numa pedra, da mesma forma, católico e judeu chama o dia de saturno de sábado e vou guardar o dia em si só porque eles definiram assim?

Ernesto responde;

É exatamente aqui que vc. se contradiz; Quem definiu o sétimo dia da semana como o dia do Senhor não foram ¨eles¨, mas, o próprio Criador do sétimo dia separou o ultimo dia da semana da CRIAÇÃO como um dia especial. Portanto; Aquele que recebe esse dia santificado por Deus reconhece a ele como seu Criador.
Os homens fazem malabarismos para aniquilar a importancia deste dia. Podem trocá-lo de nome, podem substitui-lo por outro dia, nada disso tira as bençãos especiais que foram pronunciados por Deus sobre o sétimo dia da semana.

Celio diz:

O sábado generalizado para todos é como o natal, a páscoa e outros eventos comum a todos. A intenção dos estudos sabáticos é fazer com que TODOS ao mesmo tempo guardem o mesmo dia juntos, quando na verdade, a salvação é individual e que a obediência implica em bênçãos particulares.

Ernesto responde

Aí está o seu engano; vc, sabe o dia que Jesus nasceu? Certamente que não; Foram os homens que escolheram para festejar o nascimento de Jesus. Publicado em 28 de out de 2012
Papa Júlio I, no ano 350 d.C., determinou a substituição da veneração ao deus sol pela data em que teria nascido Jesus o Salvador. Assim Papa Júlio I decretou 25 de Dezembro como dia da comemoração do nascimento de Jesus. No ano 350 d.C. o Natal passou a ser comemorado em 25 de dezembro. Em princípio era uma data pagã conhecida como "férias de inverno" em homenagem a Saturno, o deus da agricultura. "Pope St. Julius I" na edição de 1913 da Catholic Encyclopedia.

Mas, é como tu dizes; a salvação é individual e que a obediência implica em bençãos particulares.
Se tu crês que Deus criou o sétimo dia como um memorial da criação, e que aceitas se encontrar nesse dia com ele, assim como aconteceu com Adão e Eva, então terás as bençãos que foram prometidas nesse dia.

Abraços Ernesto
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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Prof. Azenilto G. Brito em Sex 16 Jan 2015, 06:24


Somente UM TEXTO derruba tudo quanto o Saldanha diz. Quando Moisés trata do sábado pela primeira vez aos israelitas, que não o observavam na escravidão egípcia, o Patriarca disse:

“E aconteceu que ao sexto dia colheram pão em dobro, dois ômeres para cada um; e todos os príncipes da congregação vieram, e contaram-no a Moisés.E ele disse-lhes: Isto é o que o Senhor tem dito: Amanhã é repouso, o santo sábado do Senhor; o que quiserdes cozer no forno, cozei-o, e o que quiserdes cozer em água, cozei-o em água; e tudo o que sobejar, guardai para vós até amanhã. E guardaram-no até o dia seguinte, como Moisés tinha ordenado; e não cheirou mal nem nele houve algum bicho. Então disse Moisés: Comei-o hoje, porquanto hoje é o sábado do Senhor; hoje não o achareis no campo”. Êxo. 16:22-25.

Eles aprendiam aí sobre o sábado, que era o dia exatamente posterior ao SEXTO. Ora, por Gên. 29:27, 28 sabemos que o conceito de SEMANA já era conhecido desde tempos imemoriais pelo povo de Deus. Se havia uma SEMANA, esta era constituída de 7 dias (como o diálogo entre Labão e Jacó deixa claro), então havia um sexto dia da semana, seguido por um sétimo dia. Pois esse sétimo dia era o SÁBADO, ou seja, o dia de descanso.

E as questões todas que eu deixei em aberto não são abordadas pelo Saldanha cuja “guerra santa” já está perdida há muito tempo. Ele não sabe nos resolver como é que Jesus iria declarar-Se “Senhor do sábado” se fosse um dia confuso, perdido na história. Não sabe explicar por que os judeus observam O MESMO SÁBADO dos calendários cristãos, e se os romanos é que lhes impuseram o seu “calendário Gregoriano” (na verdade, ao tempo de Roma o calendário era o Juliano, pois o Gregoriano só foi adotado em 1582), por que “se esqueceram” de obrigá-los também a adotar os nomes dos meses, que no calendário israelita são bem diferentes: Adar, Quisleu, Tamuz, Abib, Nisã, etc.
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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Célio Saldanha em Seg 19 Jan 2015, 12:05

Concordo, professor!!
Eu não estou discordando de que o sábado é depois do sexto dia. O que não concordo é com a imposição natural do sábado ser depois da sexta-feira. Inclusive, a sexta-feira é uma atribuição da língua portuguesa, mas no espanhol e italiano ou inglês, que são derivados do latim, são citados os verdadeiros nomes dos dias da semana promovido pela besta.

Veja a diferença entre os dias, da mesma forma que o templo. Antes, quem entrava no lugar santíssimo, morria!! Hoje, quem não entra no lugar santíssimo, morre!!
Antes o sábado era um dia venerável, agora, o repouso que é venerável.

Nossa divergência está justamente em insistir que eu estou rejeitando o sábado, mas muito pelo contrário, sou absolutamente a favor, pois quem trabalha mais do que isso é um escravo do próprio serviço. Quem quer usar brinco por causa disso, que use, mas cronologicamente falando, em se tratando do corpo humano, o repouso do corpo, assim como da terra é benéfico.

Em nenhum momento estou alegando que o sábado é outro dia, mas sempre tenho repetido que o sábado é o sétimo dia, pois é assim que está escrito. A diferença entre o que digo e o que você crê é que o sábado só pode ser no dia depois da sexta-feira. Se eu dissesse que o sábado é no quinto dia ou no primeiro dia, então estaria errado, mas volto a afirmar: o sábado é o dia sétimo. É o que está escrito. Agora, guardar o sábado no dia de sábado é fácil demais, não é? Já que traz vantagens sobre os demais, assim como os judeus tiram vantagem dos demais, mas é dessa forma que a Bíblia diz?

Quando algo se torna impositivo, por força natural e não espiritual, então não é liberdade. É muito fácil oprimir o próximo, sacrificando a si mesmo, do que libertar quem está cativo sendo o próprio livre.

Ouvi isto, vós que anelais o abatimento do necessitado; e destruís os miseráveis da terra,
Dizendo: Quando passará a lua nova, para vendermos o grão, e o sábado, para abrirmos os celeiros de trigo, diminuindo o efa, e aumentando o siclo, e procedendo dolosamente com balanças enganosas,
Para comprarmos os pobres por dinheiro, e os necessitados por um par de sapatos, e para vendermos o refugo do trigo?
Jurou o Senhor pela glória de Jacó: Eu não me esquecerei de todas as suas obras para sempre.

Amós 8:4-7

Antes, a lei de Moisés era por imposição, agora é por liberdade. Tanto os incrédulos como os natural tinham que obedecer, sob pena se serem apedrejados se não cumprirem o que era imposto. De forma que quem segue a lei por emulação e não por revelação, então da mesma forma é rejeitado. Não é a fé manufaturada que leva a pessoa no arrebatamento, mas a fé sobrenatural dada por revelação. Os judeus nunca obedeceram realmente o sábado, por estar servindo ao dia, não ao Deus do sábado. Por isso Amós protestou contra os que guardavam o dia natural por imposição.

Lembre-se: a besta enganou A TODOS os que habitam na terra, cujos nomes não estão escritos no livro da vida do cordeiro; e isso inclui os judeus e similares..

Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.

1 Coríntios 2:14

Seria loucura dizer que o sábado não é o sábado depois da SEXTA-FEIRA? Mas o sábado que é realmente o dia depois do SEXTO?

Digamos que um certo irmãozinho simples está guardando o sábado em plena segunda-feira, de forma silenciosa, sem falar para ninguém, exceto ele e Deus, mas que passa despercebido pela besta que vem marcando a testa dos que seguem doutrinas aparentes. Quem está sendo prudente? Quem está certo: o que faz as coisas publicamente ou o que faz em oculto?

Portanto, o que for prudente guardará silêncio naquele tempo, porque o tempo será mau.
Amós 5:13
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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Prof. Azenilto G. Brito em Qui 22 Jan 2015, 06:27


Dizer que tanto faz observar o sábado quanto domingo, que para Deus é indiferente, a Bíblia simplesmente NEGA, pois o próprio Deus deu razões bem claras por que deve ser o sétimo dia, o Seu “memorial da criação” (um dia não só para DESCANSO, mas sobretudo para SANTIFICAÇÃO) e não outro qualquer:

Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou” (Êxo. 20:11).

Aliás, nunca ouvi falar de ninguém que “guarda” uma segunda ou terça-feira, e mesmo a guarda do domingo é fato raríssimo hoje em dia, pois a maioria esmagadora dos cristãos acatou de bom grado o mais cômodo conceito de “dianenhumismo”, desde meados do séc. XIX com a tremenda LAVAGEM CEREBRAL do dispensacionalismo neoantinomista e suas suspeitas origens com a falsa profetisa Margaret MacDonald, como também discutimos documentadamente na seção de Estudos Bíblicos--ver estudo “As Origens Católicas da Escola Interpretativa Dispensacionalista”).

Já cansei de citar isso e ilustrar com a questão do Dia da Independência. A razão por que os brasileiros comemoram a Independência em 7 de setembro, e não em 8 de outubro, 9 de novembro ou 10 de dezembro, é por demais óbvia para quem conheça o REFERENCIAL HISTÓRICO do evento. Só o 7 de setembro tem tal referencial, não outro dia qualquer no ano.

Também é um absurdo ficar com essa alegação do “dia qualquer”, mas coincidentemente mantendo sempre aquele dia o qual quer a Igreja Católica Romana que seja o acatado por todos, SEGUNDO A SUA TRADIÇÃO.

Aliás, isso é tornado claro até num documento protestante--a Confissão de Augsburgo--redigida pelo companheiro de Lutero, Melanchton:

Eis o trecho mais interessante que trata do tema, “Do Poder dos Bispos”:

      Alega-se ainda que o sábado foi mudado para o domingo, contrariamente aos Dez Mandamentos, segundo pensam, e nenhum exemplo é enfatizado e alegado tanto quanto a mudança do sábado. Querem sustentar com isso que é grande o poder da igreja, porquanto dispensou nos Dez Mandamentos e modificou algo neles.
      Mas a respeito dessa questão os nossos ensinam que os bispos não têm poder para instituir e estabelecer algo contra o evangelho, conforme se mostrou acima e como ensina o direito canônico em toda a Distinção nona. Ora, é evidentemente contrário à ordem e à palavra de Deus fazer ou decretar leis com o intuito de por isso satisfazer pelo pecado e alcançar a graça. Pois a glória do mérito de Cristo é blasfemada quando ousamos merecer graça com tais observâncias. Também é patente que por causa dessa opinião as ordenanças humanas cresceram incalculavelmente na cristandade e que enquanto isso a doutrina da fé e da justiça da fé esteve completamente suprimida. Diariamente se ordenavam novos feriados, novos jejuns, e se estabeleciam novas cerimônias e novas venerações de santos, a fim de com tais obras merecer graça e todo o bem junto a Deus.
-- Confissão de Fé de Augsburgo, Artigo 28.
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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Célio Saldanha em Qui 22 Jan 2015, 09:14

Ainda não respondeu, professor:
Qual é a diferença entre o dia depois do sexto e o dia depois da sexta-feira?

Novamente a colocação do 7 de setembro dá base para o que estou afirmando, não o que você afirma.. percebeu?

7 de Setembro de 2014 - DOMINGO

7 de Setembro de 2015 - SEGUNDA-FEIRA.

7 de Setembro de 2016 - QUARTA-FEIRA.

etc.. etc..

Os partidos políticos se identificam através de símbolos ocultos ou não, como no caso do PT que é a cor vermelha, o PSDB que é amarelo, o PMDB é azul e os DEM usa a cor verde. Esses principais partidos se identificam de forma subliminar com cores. As religiões possuem suas particularidades e seus símbolos ocultos, onde cada um faz demonstra através de um sinal.

A guarda natural do sábado, como fazem os católicos no domingo e os muçulmanos na sexta-feira é um sinal particular, que identifica por uma marca cada um deles. Juntando as três maiores religiões: judaísmo, muçulmanos e cristãos, qual é a diferença dos sinais feitos por eles em relação ao dia da semana, mais precisamente sobre o DESCANSO?

E não se esqueça dos serviços essenciais. O essencial depende do ponto de vista de cada um.
É muito fácil guardar o sábado, da mesma forma que o domingo, principalmente quando há leis amplamente aceitas pelo governo mundial para proteger minorias, principalmente para os cristãos e judeus, que foram enganados tanto quanto os muçulmanos. As particularidades de cada um se revela nas demais doutrinas que defendem, sempre usando a Bíblia de forma carnal em oposição a espiritual. Os judeus carnais e reprovados, faziam do sábado uma idolatria, conforme citou Amós, Isaías e outros profetas, pois os judeus faziam do que era aparente, da mesma forma quando davam esmolas e tocavam uma trombeta por isso.

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Prof. Azenilto G. Brito
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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

Mensagem por Prof. Azenilto G. Brito em Sab 24 Jan 2015, 18:19


O que eu acentuei sobre o 7 de setembro é o MEMORIAL referido. Não se pode aceitar outro dia como MEMORIAL DA INDEPENDÊNCIA, assim como o MEMORIAL DA CRIAÇÃO é o sétimo dia por razões que o próprio Deus definiu em Êxo. 20:11. Basta ler meus quadros anteriores e ver a lógica toda da questão

Quanto a afirmar que guardar o sábado é fácil porque os governos protegem minorias, isso é totalmente sem fundamento. Se no Brasil há algumas facilidades negociadas duramente com autoridades para facilitar as coisas para os adventistas, isso não ocorre em muitos outros países.

Mas a experiência abaixo de uma jovem adventista ilustra bem a questão das dificuldades, do caminho estreito que representa buscar obedecer plenamente a Deus, e de como o Senhor abençoa os que lhe são fiéis, embora provados muitas vezes de forma severa:


Deus é Emanuel Ainda Hoje

A jovem Ana Paula de Brito [nenhum parentesco comigo] é membro da Igreja Adventista Central de Piracicaba, SP. É ela quem nos conta sua experiência, mostrando o cuidado de um Deus Verdadeiro e Vivo.

No início de 1995, em São Luís, Maranhão, eu e um grupo de jovens adventistas nos inscrevemos no vestibular da Universidade Federal (UFMA), mesmo sabendo que o concurso ocorreria no sábado.

Tínhamos certeza de que Deus agiria em nosso favor. Tentamos através de todos os meios humanos, cancelar, adiar ou até um horário especial para que pudéssemos ter o direito de fazer a prova. O diretor de liberdade religiosa de nossa igreja, juntamente com o pastor, foi conversar com a reitora da universidade. A resposta foi negativa. Éramos uma minoria e a ordem do MEC era de que a data não poderia ser alterada e nenhuma concessão poderia ser feita.

Quando soubemos do fracasso da última tentativa, ficamos tristes. Por que Deus não havia agido em nosso favor?

A princípio, reagimos como fracassados. Depois resolvemos nos unir e perseverar em oração. Faltava uma semana pro vestibular. Deus faria alguma coisa em nosso favor.

Marcamos uma vigília com a maioria dos vestibulandos. Resolvemos permanecer fiéis a Deus. Na época, eu ainda não era batizada, mas cria nas verdades a mim apresentadas, incluindo a Santidade do Sábado.

Meu pai ficou bravo quando disse a ele que iria faltar à prova do vestibular. Ele disse que havia investido nos meus estudos e não entendia qual o problema de não ir fazer a prova só porque era sábado. Chegou o dia da prova. Meu pai me levou à força ao local do concurso e ficou me esperando do lado de fora.  Não me sentia bem em estar lá, queria estar na igreja, louvando a Deus. Isso me entristeceu e chorei muito! Queria entender porque Deus não tinha feito nada.

Pensava em mais um ano de cursinho, no tempo perdido. Mas decidi crer que Ele tinha algo melhor para mim. Esperei dar o prazo mínimo para entrega da prova e devolvi ao supervisor o gabarito limpo, só com minha assinatura e fui embora.

Chegando em casa, meu pai ligou a TV para assistir o noticiário da tarde. Ele me chamou e disse: “Filha, o vestibular foi anulado!” O quê? Será que entendi direito? “É, foi nulado!” Naquele dia, caiu um temporal e uma das escolas que servia de local do concurso teve seu muro derrubado com a força da chuva, além disso, um raio caiu na rede elétrica, deixando as salas sem iluminação. A repórter dava testemunho do poder do nosso Deus. Ela contou da nossa luta para convencer a reitora a abrir uma exceção.

Falou sobre nossa crença na santidade do Sábado. A reitora prometeu que a próxima seleção não aconteceria mais no sábado. O meu pai ficou comovido com a situação. Deus foi muito mais além do que imaginávamos!

Essa experiência marcou profundamente minha vida e a dos demais jovens que permaneceram fiéis a Deus. Era como se estivéssemos no tempo de Daniel. Experimentamos a certeza de que vale a pena ser submisso à vontade de Deus e ser fiel a Ele!

Naquele ano, eu e outros jovens adventistas ingressamos na faculdade. Terminei o curso de odontologia, em 2000. Fiz especialização, mestrado e agora faço doutorado em clínica odontológica na UNICAMP, considerado pela CAPES-MEC, um curso de excelência mundial. Sinto-me privilegiada, não pelos títulos adquiridos, mas porque Deus dirige minha vida e me dá oportunidade de representá-Lo num lugar onde poucas pessoas têm acesso. Agradeço a Deus porque sinto Sua Poderosa Mão a me guiar. Sei que Ele está adiante de mim, criando situações, abrindo novas oportunidades. Deus é Emanuel ainda hoje.

Amém.
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XIX, não XVI. . .

Mensagem por Prof. Azenilto G. Brito em Dom 25 Jan 2015, 09:02


Uma correção necessária:

No início de minhas ponderações de réplica às respostas do Júlio Celestino ao nosso questionário de 40 perguntas sobre o tema da lei divina e do sábado, postei o seguinte:

Conseguem perceber como não existe essa de um “tempo da lei” suplantado por um “tempo de graça”? Isso é doutrina de homens, ensino dos instrutores do que eu chamo neoantinomismo dispensacionalista, ideias que se popularizaram no evangelicalismo desde meados do séc. XVI e que, em última análise, partem de uma visão com conceitos equivocados sobre a volta de Cristo da falsa profetisa Margaret MacDonald, como exposto em detalhes em três vídeos que convido J. C. e todos os demais debatedores a assistir, indicado na discussão referida acima sobre as origens da “escola interpretativa” dispensacionalista dianenhumista.

Não sei como escapou essa data errada de séc. XVI, quando o certo é séc. XIX. Sim, pois foi a partir da visão de Margaret MacDonald em 1830--sobre a volta de Cristo, com conceitos errados a respeito do evento--que alguns se despertaram para promover as interpretações que depois se configuraram no duplo viés do dispensacionalismo--o da mirabolante escatologia israelocêntrica e o das noções erradas de Lei X Graça, que contraria o que sempre constituiu o pensamento dos cristãos conservadores ao longo dos séculos.

Então, onde diz séc. XVI, entenda-se como séc. XIX.

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Re: Minha resposta as "40 perguntas verdadeiramente tira-teima sobre o tema da Lei Divina e do sábado"

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