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MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

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Marcelo Almoedo
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Re: MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

Mensagem por Marcelo Almoedo em Sab 29 Mar 2014, 23:33

Boa noite

Professor
Não precisa diferenciar os sábados CERIMONIAL dos SEMANAIS com grandes explicações. Só o fato de um ter sido santificado por Deus na Criação do mundo, e os outros não, e pronunciado como lei universal nos 10 Mandamentos, e o outros não, é suficiente.
Querido professor, o Sr. falou, falou e não chegou a conclusão nenhuma, vamos tentar mais uma vez: Como podemos distinguir um do outro dento dos texto bíblicos? Se  o Sr. mesmo confirmou que  há DOIS SÁBADOS, sendo um deles a santificação do descanso da criação e outro NÃO e seria  também pronunciado como a lei dos Dez madamentos e o outro NÃO........... então, está mais do que claro que existe tal distinção,  portanto onde estaria ele contido no Grande Livro para se perceber o que seja um e outro?
Circuncisão era claramente algo que separava judeus dos gentios, mesmo tendo antigas origens entre povos antigos, assim como a poligamia e a escravidão. E Paulo mostra sua abolição, o que ele não faz com as leis dietéticas, o dízimo e o sábado.
DIETÉTICAS
Atos  10:09-15 <> Levante-se, Pedro; mate e coma". Mas Pedro respondeu: "De modo nenhum, Senhor! Jamais comi algo impuro ou imundo!" A voz lhe falou segunda vez: "Não chame impuro ao que Deus purificou". 
Mateus 15:17-20 <> Não percebem que o que entra pela boca vai para o estômago e mais tarde é expelido? Mas as coisas que saem da boca vêm do coração, e são essas que tornam o homem impuro. Pois do coração saem os maus pensamentos, os homicídios, os adultérios, as imoralidades sexuais, os roubos, os falsos testemunhos e as calúnias. Essas coisas tornam o homem impuro; mas o comer sem lavar as mãos não o torna impuro."
Romanos14:02-03 <> Um crê que pode comer de tudo; já outro, cuja fé é fraca, come apenas alimentos vegetais. Aquele que come de tudo não deve desprezar o que não come, e aquele que não come de tudo não deve condenar aquele que come, pois Deus o aceitou. 
DÍZIMO
Será mesmo que Todos Vocês cumprem arisca o que está ordenado? porque segundo a escrituras o dízimo nunca foi DINHEIRO, sempre foi dado como coletas da terra e alimentos 
Deuteronômio 14:22 <> Dízimo era dado em grãos, em alimentos levados de ano em ano. 
Deuteronômio 14:24 <> O fiel deveria entregar o dízimo no templo de Jerusalem, então eles vendiam o alimento e ao chegar em Jerusalem usavam o dinheiro para comprar o alimento a ser dado com dízimo. 
Deuteronômio 14:28 <> No terceiro ano todos os dízimos que eram levados ao templo eram divididos com o povo (velhos, orfãos, viúvas e estrangeiros) pelo levita. 
Hebreus 8:16 <> Dizendo Nova aliança, envelheceu a primeira. Ora, o que foi tornado velho, e se envelhece, perto está de acabar.
SÁBADO
Efésios 2:14-15 <>Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derrubando a parede de separação que estava no meio, na sua carne desfez a inimizade,15 isto é, a lei dos mandamentos contidos em ordenanças, para criar, em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz,
No verso que Você citou  Gênesis 2:03, note que  esse verso somente nos diz que o próprio Deus descansou no sétimo dia, e diz o PORQUÊ ele o abençoou e o santificou. Mas não diz QUANDO ele começou a exigir DOS HOMENS que o guardassem, nem QUEM foi mandado guardá-lo. Lembre-se de que, segudo a bilbia isto foi escrito por Moisés, muitos tempo depois que Israel deixou o Egito e lhes foi dado o sábado. Ele mencionou o sábado em ligação com a criação, de modo que os homens veriam o propósito disso, não necessariamente para dizer quando as pessoas começaram a salvaguardá-lo.
Olha ele dnovo caro professor, reconheço esse verso e uma pedra no sapato de vocês Colossenses 2:16 vocês afirmam, aqui, que "sábado" se refere aos dias de festas anuais,(CERIMONIAIS) não ao sábado do sétimo dia, como já comentei aqui, porque a palavra grega está no plural. Embora em todas as passagens seguintes, "sábado" claramente se refira ao sétimo dia, ainda assim é plural no original: Confira  Êxodo 31:13 <> Lucas 4:16 < > Lucas 23:54 <> Atos 13:14 <> 16:13<>  Mateus 24:20... etc etc etc.... De acordo com Mateus 12:01-14 e Lucas 13:10-17, as formas plural e singular são usadas igualmente, todas se referindo ao sétimo dia. Nos Dez Mandamentos, em Êxodo 20:08 e Deuteronômio 5:12, o plural é usado na tradução grega, como em Colossenses 2:16
De fato professor  em Colossenses 2:16 menciona o sábado separadamente das luas novas e dos dias de festa, propositadamente, para especificar o sétimo dia além dos dias de festa. Isto é, exatamente, o mesmo que é feito em versículos do Velho Testamento, tais como 1 Crônicas 23:31 <> 2 Crônicas 2:04 <> 31:03 <> Neemias 10:33 <> Ezequiel 45:17.
Colossenses 2:14-16 especificamente, identifica o sábado como uma prática que foi cancelada. portanto professor está mais do claro que não se deve acatar que pessoas de hoje exijam de  guardar leis dietéticas, os dias santos, ou o sábado do sétimo dia.
Observe o que narra 2 Coríntios 3:06-11 A velha aliança iria "desvanecer" isso quer dizer que ia (desaparecer), em contraste com a nova aliança, que iria "permanecer". Que aliança era esta que iria desaparecer?  professor, será que era aquela que foi escrita e gravada nas pedras (verso 07). Mas os versículos citados há pouco mostram que esta era os Dez Mandamentos ou não professor.
E  tem mais, esta é a lei que, quando Moisés a entregou, sua face brilhava tanto que ele teve que usar um véu (verso 07<> 13). Tudo isso é relatado em  Êxodo 34:27-35 mostra que isto aconteceu quando ele entregou os Dez Mandamentos. Assim, a velha aliança que se encerrou incluía os Dez Mandamentos, ou estou errado?
Mas ele nada fala contra a poligamia e a escravidão, que no devido tempo a comunidade cristã entendeu não mais serem aplicáveis ao tempo da Igreja.
Eu pensava que era o próprio Deus que tinha essa autoridade de abolir ou aplicar as suas leis

Almoedo

Marcelo Almoedo
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Re: MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

Mensagem por Marcelo Almoedo em Dom 30 Mar 2014, 01:11

Bom dia

Vasuilvan esta quebrando o gelo.......
Lei civil.  Para reger a Nação de Israel...
Leis Civil ou Direito Civil: Esta lei corresponde a vida diária de Israel veja  (Dt 24:10-11 <> Êxodo 21-22), mas a sociedade e a cultura moderna são tão radicalmente diferente que algumas dessas orientações não pode ser seguido especificamente. Os princípios por trás das ordenaças são usados ​​para guiar a sua conduta. 
Lei Cerimonial, voltado para a expiação dos pecados
Lei Cerimonial: Envolve sacrifícios e ofertas de animais, específicos para o santuário leia  (Levítico 1:01-13)  Esta leis são as que vocês costumam a dizer que foram abolida por  Jesus  como um único sacríficio
  Lei Moral
Lei Moral: São os Dez Mandamentos (Êx 20:01-17). As leis morais revelam a natureza e a vontade de Deus,
Lei alimentar, voltada para a proteção da saúde do homem
Leis Alimentares que pode e não pode comer e como os alimentos devem ser preparados e comidos. Entre as inúmeras leis que fazem parte do leis Dietéticas que são as proibições sobre o consumo de animais impuros (como carne de porco, fruto do mar (ambos moluscoe crustaceos ) e a maioria dos insertos , com exceção de algumas espécie de gafanhotos que são permitido ), misturas de carne e leite , e o mandamento para abate dos mamíferos e aves. Há também leis sobre produtos agrícolas que possam ter impacto sobre a adequação dos alimentos para o consumo, essas leis é facilmente encontrada em Gênesis, Levítico e Deuteronômio.

Almoedo
 
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Re: MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

Mensagem por Marcelo Almoedo em Dom 30 Mar 2014, 19:15

Boa tarde

Contiuando com o nosso professor ou para quem deva explicar
Não precisa diferenciar os sábados CERIMONIAL dos SEMANAIS com grandes explicações. Só o fato de um ter sido santificado por Deus na Criação do mundoe os outros não, e pronunciado como lei universal nos 10 Mandamentose o outros não, é suficiente.
Azenilto, veja bem, se o termo "LEI" significa sempre os 10 mandamentos, então por que em: 

Levítico é chamado "A Lei"  Também em Mateus 22:35.

Em Números é chamado de "A Lei",Também em Mateus 12:05 

Deuteronômio é chamado "A Lei", Também em Mateus 22:35

Salmos chamado "A Lei", Também em João 10:34

Romanos 3:10-14<>19, os profetas chamam de "A Lei" em 1 Coríntios 14:21 e os Dez mandamentos são chamado "A Lei", que a MESMA é abolida em Romanos 7:04-07?

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Re: MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

Mensagem por Prof. Azenilto G. Brito em Dom 30 Mar 2014, 20:57


O tema aqui é o sábado, e como sabemos quando a Bíblia fala de sábados semanais e sábados cerimoniais? Eu não sei de nenhum caso em que um dos sábados cerimoniais seja referido SEM QUE O NOME DA FESTA seja indicada junto--festa das trombetas, dia da expiação, Pentecoste. Assim, eu é que pediria uma prova de que os sábados cerimoniais NÃO SÃO claramente diferenciados na Bíblia dos sábados do sétimo dia.

Sobre a suposta pedra de tropeço de Col. 2:14-17, eu diria que tal texto traz mais dificuldades para os não-observadores do sábado do que para os observadores. Aliás, já indiquei aqui 4 perguntinhas que é importante serem respondidas ANTES de se aprofundar na exegese de tal passagem. São elas:

* Onde Paulo diz nesta passagem de Col. 2:14-16 que,

a) não é mais para guardar o sábado;

b) agora se adote o domingo no lugar do sábado;

c) agora adote-se o ‘dianenhumismo’ (dia nenhum mais a se observar);

d) os observadores do sábado não julguem os não-observadores?

Quanto a suas alegações sobre as questões de leis alimentares, apenas repete conceitos falsos que revelam FALTA DE ENTENDIMENTO DA QUESTÃO, coisa típica no evangelicalismo sob a influência dispensacionalista.

As origens do dispensacionalismo, que claramente inspira todo o seu raciocínio demonstrado aqui sobre o sábado e as leis divinas, é lamentável, se quer saber. Leia nosso estudo mostrando o que dizem grandes autoridades evangélicas historiando tais origens--de uma falsa profetisa católica-romana!

O que me diz de estar se orientando teologicamente por conceitos de tão suspeitas origens? Pois é, devia saber (mas parece que não sabe) que quem ensina que os 10 Mandamentos TODOS seguem sendo normativos aos cristãos, e que o preceito do sábado se originou na criação do mundo são historicamente os luteranos, presbiterianos, batistas, metodistas, congregacionais, anglicanos, e mais recentemente isso tudo sendo confirmado pelos assembleianos, como já tantas vezes indiquei aqui, mas parece que o véu do preconceito é tão forte sobre os seus olhos que não repara no que já deixei aqui registrado para todos verem e apreciarem (e até comentarem, o que não vi ninguém topando fazer).

Talvez diga, “mas eu não ligo para o que homens dizem. . . Eu mesmo faço  minhas interpreações bíblicas”. Pois é, mas suas interpretações termina que são de UM HOMEM também. . . Ou será que se considera um 'semideus'?

Ademais, claramente suas interpretações não nasceram na sua mente sem um fundamento ideológico externo. E esse fundamento, goste ou não goste, é do tal dispensacionalismo dianenhumista, originário, não se esqueça de uma FALSA PROFETISA. Veja o histórico a respeito:




Última edição por Prof. Azenilto G. Brito em Dom 30 Mar 2014, 21:22, editado 2 vez(es)
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AS LEIS DIETÉTICAS E O DIZIMO

Mensagem por Prof. Azenilto G. Brito em Dom 30 Mar 2014, 21:03


Vejamos os erros do Marcelo Almoedo sobre seu entendimento quanto às regras de alimentos, que pensa refutar apenas com um tiroteio de textos descontextualizados.

Primeiro, que qualquer discussão da questão das regras alimentares das Escrituras deve partir de cinco perguntas básicas que precisam ser bem definidas, e são elas:

1 - Por que Deus criou essas leis de limitações alimentares? Teria Ele simplesmente “cismado” sobre certos tipos de carne, sem qualquer motivo justo, e pronto?

2 - Em que aspectos as leis dietéticas teriam sido abolidas na cruz, já que não eram cerimoniais? Em que apontariam ao sacrifício expiatório de Cristo?

Obs.: Houve quem sugerisse que simbolizariam a separação entre judeus e gentios. Mas se assim for, Deus estaria incluindo em Sua lei (que é um transcrito de Seu próprio caráter) um aspecto de algo que Ele, que “não faz acepção de pessoas”, condena.

3 - Como o sangue derramado de Cristo teria sido eficaz para purificar a carne de porco, rato, urubu, cobras e lagartos? Teria operado alguma mudança de composição estrutural de modo a torná-las adequadas ao consumo humano?

4 - Onde está escrito que Deus muda de opinião sobre a consideração das carnes imundas como “abominação” (Deu. 14:3), sendo que até o fim dos tempos, quando todas as nações e línguas forem reunidas, e quando verão a Sua glória, “os que comem carne de porco, coisas abomináveis e o rato serão consumidos” (Isa. 66:16-18)?

Obs.: Isaías descreve um evento PÓS-CRUZ, portanto, na “jurisdição” do Novo Testamento.
5 - Como se pode considerar legítimo um Cristo que recomenda a mais estrita obediência ao “mínimo” dentre os mandamentos da lei que garantiu não ter vindo abolir, e sim cumprir (ver Mat. 5:17-19), mas que depois Se põe a abolir as leis de restrição alimentar, como apresentado por aí?

Vejamos, a seguir, os principais argumentos levantados pelos “valetudistas alimentares” e como há dificuldades imensas para que tenham razão em suas alegações:


* Alegação: Cristo em Marcos 7:1-23 fala do que entra pela boca não contaminar o homem, o que se interpreta como se Ele estivesse liberando Seus seguidores das regras alimentares.

Dificuldades de tal interpretação:

A - O contexto claramente indica que a discussão não era do conteúdo das leis dietéticas de Levítico 11 ou Deuteronômio 14, e sim o contraste entre o que Deus estipulou e o que a “tradição dos anciãos” determinava quanto a lavagens purificadoras cerimoniais (Mat. 15:2). Isso Ele mesmo confirma no vs. 20.

B - Se Jesus está “purificando” supostos alimentos imundos naquela refeição, Seu ato foi inútil porque se tratava de uma refeição judaica, na qual não haveria carnes imundas, ainda mais que havia tanto rigor quanto às regras de abluções sobre que eles discutiam com Jesus.

C - Se estivesse abolindo para todos os efeitos as leis dietéticas, Cristo estaria abolindo a lei de restrições alimentares ANTES DA HORA, pois as regras sobre alimentação não foram abolidas na cruz? Além de ser antes da hora, o suposto sentido prefigurativo está ausente, pois só na expiação de Cristo é que os tipos encontram o Antitipo, a sombra é substituída pela Realidade!

D - Cristo estaria ensinando algo contrário à lei divina “ainda” vigente, com o que teria que ser, Ele próprio, considerado “o mínimo no reino dos céus” à luz de Suas palavras em Mateus 5:19.


* Alegação: Argumenta-se que o episódio da visão do lençol de Pedro, narrada em Atos 10, em que aparece um lençol com todo tipo de animais imundos, acompanhada da ordem, “mata e come”, é prova de que houve um “liberou geral” divino sobre as regras alimentares.

Dificuldades de tal interpretação:

A - A resistência de Pedro ante a ordem “mata e come” mostra que ele não aprendera com Jesus ou seus companheiros apostólicos que houve o “liberou geral” das leis de restrições alimentares.

B - Pedro não entendeu o sentido da visão de modo algum, pois manteve-se intrigado sobre a mesma (vs. 17), e que o seu sentido era inteiramente simbólico se percebe pelo simples fato de que seria impossível ao Apóstolo matar e comer o que via numa visão. Seria o mesmo que alguém tentar chupar um sorvete mostrado numa tela da TV.

C - Quando finalmente entendeu o sentido da visão, não a interpretou como tendo que ver com liberdade para comer de tudo, e sim que os gentios, dos quais aos judeus não era permitido “mesmo aproximar-se”, deviam ser contatados com o evangelho (ver vs. 28).

D - No capítulo seguinte, 11, ele diz que não poderia resistir à visão (vs. 17), mas tal resistência não dizia respeito a comer carnes imundas, e sim ao contato com os gentios. No seu discurso durante o Concílio de Jerusalém ele faz menção a sua experiência indiretamente, e fala em “purificação”, mas não de carnes imundas, e sim dos corações dos gentios conversos (ver Atos 15:7-9).

Que ele superou tal resistência fica claro em Gálatas 2:11, onde é dito que comia com os gentios, embora tenha recebido repreensão de Paulo pelo fato de tentar disfarçar esses seus contatos, injustificadamente.


* Alegação: Segundo muitos, o Concílio de Jerusalém, registrado em Atos 15 demonstraria que os cristãos gentios estavam livres das limitações todas da “lei judaica”, ficando especialmente isentos da guarda do sábado e das leis alimentares.

Dificuldades de tal interpretação:

A - Querer limitar a expressão “lei de Moisés” (vs. 5) somente a alguns itens que não convenham ao investigador é atitude claramente desonesta (leis alimentares e sábado). Esta expressão é bem mais ampla e pode incluir os preceitos cerimoniais, como também os morais, como “não matarás”, “não furtarás”, “honra teu pai e a tua mãe”, “não dirás o nome de Deus em vão”. . . Esse uso discriminatório da expressão é inteiramente suspeito.

B - O que ficou determinado no Concílio é expresso em quatro itens de coisas de que os cristãos gentios deviam ABSTER-SE. Não se tratava de nenhuma listinha de coisas que deviam passar a praticar, em substituição à “lei mosaica”, como alguns pensam (um ‘Tetrálogo’ a substituir o Decálogo?).

C - Das quatro regras estabelecidas, TRÊS tratam de. . . restrições alimentares! Então, em lugar de o Concílio de Jerusalém confirmar o “liberou geral” quanto às regras alimentares, instituiu foi algumas regras reiterando antigas restrições, aliás coisas da lei que supostamente havia sido abolida, como a proibição de ingerir sangue (Lev. 17:10-14). Como iriam repetir normas de uma lei abolida?!

D - Entre as reiterações de antigas normas há a recomendação contra os “pecados sexuais”, o que já era bem conhecido como lei divina, expressa no sétimo mandamento, “não adulterarás”. Contudo, os apóstolos acharam por bem reiterar tal princípio, por razões que não são expostas mas que deve referir-se aos cultos pagãos que envolviam prostitutas e prostitutos cultuais, e nem por isso a lei da qual essa regra é citada foi abolida.

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A QUESTÃO DO DÍZIMO

Mensagem por Prof. Azenilto G. Brito em Dom 30 Mar 2014, 21:06


Já divulgamos este texto abaixo noutro tópico mas, como diz certa estação de TV, VALE A PENA VER DE NOVO:


OS TRÊS GRANDES AUSENTES DE HEBREUS 7 A 10
Nos capítulos de Hebreus 7 a 10 é discutido pormenorizadamente o sentido dos ritos e regras sacerdotais e as muitas cerimoniais que se executavam no Templo de Israel--os sacrifícios de bois e cordeiros, ofertas de manjares, e tantas outras coisas da vida religiosa da nação eleita. Eram conceitos e práticas extremamente arraigados na cultura secular e religiosa dos israelitas, que tinham que ver com o dia-a-dia do povo todo, e é incrível que o autor de Hebreus deixasse de considerá-las totalmente, ao mostrar regras que outrora eram importantes, mas não mais importam (ver 1 Cor. 7:19). Afinal, a intenção do autor inspirado é explicar aos judeus aquilo que fazia parte de seu mundo, à luz do evangelho.

Mas há três grandes 'ausentes' nessas discussões: O SÁBADO, AS LEIS ALIMENTARES, O DÍZIMO. Isso constitui as coisas mais resistidas pelo homem carnal porque a tendência humana é desejar controlar exatamente esses três elementos--o tempo, o cardápio, o dinheiro.

As pessoas em geral, mesmo no seio das igrejas, não querem "interferência" da religião na sua administração do tempo, assim não querem saber do sábado (nem de regras rigorosas de guarda do domingo). Igualmente, há os que não desejam tal "interferência" naquilo que comem ou bebem, e nada também de "interferência" na forma como administram o seu dinheiro.

Só há referências indiretas ao dízimo em Hebreus 7-10, e JAMAIS para diminuir a sua importância.

Se não são discutidas tais questões é porque não tinham caráter prefigurativo, cerimonial, tipológico. Não apontavam ao sacrifício expiatório de Cristo na cruz. Daí, não foram abolidas.

Sobre as bases do dízimo, Paulo ilustra muito bem a questão em 1 Cor. 9:13, 14 que é uma passagem que os antidizimistas se pudessem arrancavam de suas Bíblias:

"Não sabeis vós que os que administram o que é sagrado comem do que é do templo? E que os que de contínuo estão junto ao altar, participam do altar? Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho".

Paulo faz referência aos que "participam do altar" como MODELO para a manutenção dos que "anunciam o evangelho"--os sacerdotes levíticos, sustentados pelos dízimos, o modelo para a Igreja segundo ORDENOU O SENHOR.

Em Hebreus 7:5-8 encontramos esta interessante passagem:

"... os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ordem, segundo a lei, de tomar o dízimo do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos lombos de Abraão. Mas aquele, cuja genealogia não é contada entre eles, tomou dízimos de Abraão, e abençoou o que tinha as promessas. Ora, sem contradição alguma, o menor é abençoado pelo maior. E aqui certamente tomam dízimos homens que morrem; ali, porém, aquele de quem se testifica que vive".

A referência ao dízimo aí ocorre num contraste entre o sacerdócio humano (levítico), de gente que morre, e o Sacerdócio de Melquisedeque--que nunca morre.

O dízimo é uma obrigação clara nas Escrituras, pois embora não haja mais sacerdócio, já que Cristo é o Sumo-Sacerdote e prevalece o sacerdócio universal dos crentes, também é dito aos que pregam o evangelho, que vivam do Evangelho. Nada desse negócio de pastor de tempo parcial, meio pastor/meio advogado, ou meio pastor/meio construtor ou meio pastor/meio agente imobiliário.

Tenho uma irmã que pertence a certa denominação evangélica, e estava comentando comigo que o seu pastor é também advogado, e termina que valoriza mais o seu trabalho advocatício do que ministerial.

Felizmente na Igreja Adventista não temos esse problema, pois a IASD segue o modelo bíblico, não as invenções modernistas dos que adaptam a Palavra de Deus segundo conveniências e pressupostos sem fundamento.

Mas, insistem alguns, não há repetição do mandamento sobre dízimo no NT. É verdade, não diretamente, como também não há quanto a consulta aos mortos, o falar o nome de Deus em vão, o permitir casamento entre irmãos. Contudo, todo cristão genuíno admite que tais regras, não repetidas ipsis literis no NT, aplicam-se aos cristãos todos.

E uma pergunta tira-teima:

* Ao que a lei do dizimo apontaria como prefigurativo do sacrifício de Cristo para que findasse quando Ele morreu na cruz, como regra cerimonial?

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Re: MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

Mensagem por Marcelo Almoedo em Dom 30 Mar 2014, 22:03

Boa noite
Professor, me desculpe, mais penso em parar de dialongar com vc. nossa,  porque o Sr. não responde diretamente sobre as minhas questões, fica fugindo do assunto exposto e sempre vem com mais texto que ficam exposta a outras perguntas que nunca acaba. porque os seus textos são tão pobre em versículos bíblicos e vagos de explicações. 
Apartir de agora vamos por etapas, irei rever algumas pergutas e enumera-la para que você possa explica/responder na íntegra. ok professor.  
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Re: MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

Mensagem por Marcelo Almoedo em Dom 30 Mar 2014, 22:23

OS TRÊS GRANDES AUSENTES DE HEBREUS 7 A 10

Leiam o capitulo por inteiro para compreender o seu contexto, Eu já expus aqui, mais vou expôr dnovo, quem sabe vcs poderão entender ou tentar refutar esse capitulo de Hebreus por inteiro........



E Quem Seria o Sarcedote Eterno?
O dízimo é uma obrigação clara nas Escrituras, pois embora não haja mais sacerdócio, já que Cristo é o Sumo-Sacerdote e prevalece o sacerdócio universal dos crentes, também é dito aos que pregam o evangelho, que vivam do Evangelho. Nada desse negócio de pastor de tempo parcial, meio pastor/meio advogado, ou meio pastor/meio construtor ou meio pastor/meio agente imobiliário. 
Será Professor? Eu já tinha exposto o capitulo 07 de HEBREUS, mais vale apena transcrito mais uma vez para que todos vocês tire suas  conclusões sobre o dizimo.
O próprio contexto diz tudo, é só prestar atenção nos grifos.
4 - Considerai, pois, quão grande era este, a quem até o patriarca Abraão deu os dízimos dos despojos.
5 - E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ordem, segundo a lei, de tomar o dízimo do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham descendido de Abraão.
6 - Mas aquele cuja genealogia não é contada entre eles tomou dízimos de Abraão e abençoou o que tinha as promessas.
7 - Ora, sem contradição alguma, o menor é abençoado pelo maior.
8 - E aqui certamente tomam dízimos homens que morrem; ali, porém, aquele de quem se testifica que vive.
9 - E, para assim dizer, por meio de Abraão, até Levi, que recebe dízimos, pagou dízimos.
10 - Porque ainda ele estava nos lombos de seu pai, quando Melquisedeque lhe saiu ao encontro.
11 - De sorte que, se a perfeição fosse pelo sacerdócio levítico ( porque sob ele o povo  recebeu a lei ), que necessidade havia logo de que outro sacerdote se levantasse, 
Segundo a ordem de Melquisedeque, e não fosse chamado segundo a ordem de Arão?
12 - Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei.
13 - Porque aquele de quem essas coisas se dizem pertence a outra tribo, da qual ninguém serviu ao altar,
14 - visto ser manifesto que nosso Senhor procedeu de Judá, e concernente a essa tribo nunca Moisés falou de sacerdócio.
15 - E muito mais manifesto é ainda se, à semelhança de Melquisedeque, se levantar outro sacerdote,
16 - que não foi feito segundo a lei do mandamento carnal, mas segundo a virtude da vida incorruptível.
17 - Porque dele assim se testifica: Tu és sacerdote eternamente, segundo a ordem de Melquisedeque.
Daqui por diante considere e tenha em mente quem é esse sacerdote eterno
18 - Porque o precedente mandamento é ab-rogado por causa da sua fraqueza e inutilidade
19 - ( pois a lei nenhuma coisa aperfeiçoou ), e desta sorte é introduzida uma melhor esperança, pela qual chegamos a Deus.
Por quem e qual a esperança de todos vocês chegam a esse Deus <. leia João 3:16
20 - E, visto como não é sem prestar juramento ( porque certamente aqueles, sem juramento, foram feitos sacerdotes,
21 - mas este, com juramento, por aquele que lhe disse: Jurou o Senhor e não se arrependerá: Tu és sacerdote eternamente, segundo a ordem de Melquisedeque. );
22 - de tanto melhor concerto Jesus foi feito fiador.
23 - E, na verdade, aqueles foram feitos sacerdotes em grande número, porque, pela morte, foram impedidos de permanecer;
Então sacerdote morto, morreu  o boi como se diz historia, 
24 - mas este, porque permanece eternamente, tem um sacerdócio perpétuo.
O contrário dos sacerdotes levíticos 
25 - Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles.
Repetido, quem é Ele para vocês chegarem a Deus, a não ser Jesus
26 - Porque nos convinha tal sumo sacerdote, santo, inocente, imaculado,  separado dos pecadores e feito mais sublime do que os céus,
27 - que não necessitasse, como os sumos sacerdotes, de oferecer cada dia sacrifícios, primeiramente, por seus próprios pecados e, depois, pelos do povo; 
porque isso fez ele, uma vez, oferecendo-se a si mesmo.
28 - Porque a lei constitui sumos sacerdotes a homens fracos, mas a palavra do juramento, que veio depois da lei, constitui ao Filho, perfeito para sempre.

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Re: MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

Mensagem por Prof. Azenilto G. Brito em Sex 04 Abr 2014, 20:27


Você está confundindo LEI com CONCERTO. Não são a mesma coisa. Aliás, no mesmo local de debates das “testemunhas de Jeová” em que participei e comentei aqui na mensagem # 73 (não me deixaram passar da 2a. razão por que o cristão deve observar o sábado, mesmo eu tendo anunciado que continuaria apresentando a 3a. razão na próxima postagem, pois suspenderam o debate subitamente, sem explicação prévia) há um artigo de certo membro daquela organização que expôs algo como “provando” que os 10 Mandamentos SÃO o concerto, e tendo sido abolido tal concerto, não estamos mais sujeitos aos 10 Mandamentos como regra de vida cristã. O engraçado é que NOVE dentre esses DEZ Mandamentos, porém, prosseguem intactos para serem respeitados plenamente pelos cristãos, a despeito da abolição do Decálogo.

Pois bem, daí, coloquei uma “contribuição” ao local do debate com trecho extraído do livro DAS PRÓPRIAS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ, chamado Criação, que nas págs. 340 e 341 oferece excelente exposição a respeito (perceberão como tentei corrigir alguns errinhos de português):

“O primeiro pacto é conhecido pelo Pacto da Lei ou de Sinai. Um dos propósitos daquele pacto foi ensinar o povo acerca da vinda de Cristo, o Messias, e para prefigurar o Novo Pacto, que Deus estabelece com Cristo em benefício do povo. Depois deste Novo Pacto que Deus há de regenerar os que são obedientes.

“Um pacto é um solene acordo entre duas ou mais pessoas, pelo qual se comprometem fazer ou deixar de fazer o que for estipulado no contrato. . . .

“Lei quer dizer regra de proceder, mandando fazer o que for justo e proibindo o que for incorreto. Quando escrita é a declaração das regras fundamentais às quais todas as outras regras de governo devem conformar.

“‘Estatutos’ significam as leis legislativas, juízos ou decretos promulgadas em perfeita harmonia com a lei fundamental. Estatutos são leis ou regulamentos firmados em conformidade com a a autoridade constitucional. A Constituição dos Estados Unidos é a lei fundamental do país. As emendas aprovadas pelo Congresso de acordo com a Constituição, formam os estatutos ou leis da nação.

“A lei fundamental em que se baseia o Pacto do Sinai, é os dez mandamentos (Êxodo 20:1-17). Os juízos ou decretos que Jeová ditou para o governo do seu povo constituía[m] os estatutos de Deus. A vontade de Deus é a sua lei, a qual se encontra nos dez mandamentos. Os estatutos são os mandamentos, juízos e decretos que Jeová anunciou para o governo e em benefício do povo. Todas as dúvidas que surgisse[m] entre os Israelitas a respeito da bebida, comida, conduta e sua relações uns com os outros, eram resolvidas pelos estatutos que Deus lhes deu.

“Em resumo, o pacto era o contrato; a lei, era[m] os dez mandamentos ou regras fundamentais; e os estatutos, as regras ditadas por Deus para a orientação do povo. O Pacto do Sinai prefigurava um Novo Pacto da Lei, que será baseado na lei fundamental de Deus, e revelará o que será exigido do povo a fim de obter as bênçãos prometidas”
. — Criação, págs. 340 e 341. — Pubicado em 1927 pela Associação Internacional de Estudantes da Bíblia, Watch Tower Bible and Tract Society, Brooklyn, Nova York, U.S.A.

E acrescentei este comentário ao final:

Muito boa explicação DAS PRÓPRIAS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ. Por sinal, basta ler Hebreus 9 e já nos primeiros versículos se perceberá que PACTO e 10 MANDAMENTOS não são absolutamente a mesma coisa.

Sabem o que aconteceu? NÃO POSTARAM O MEU TEXTO e o eliminaram totalmente do local onde estava à espera de moderação.

Para mim, tal atitude fala mais do que o necessário para mostrar quem não tem compromisso com a verdade.

Muito significativo isso, ¿verdad?

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Re: MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

Mensagem por Maria Madalena em Sex 04 Abr 2014, 20:36

Prof.

Sacerdócios não estão ligados a concertos...
Sacerdócio SEMPRE tem ligação DIRETA com leis e mandamentos
Portanto, o Marcelo não está confundindo lei com concerto.
Se você considera que Hebreus 7 refere-se a ensino sobre concertos, sinto dizer, mas você precisa, de fato, ler novamente e clamar a Deus por interpretação de texto.
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Re: MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

Mensagem por Prof. Azenilto G. Brito em Sex 04 Abr 2014, 21:06


Eu até nem me preocupei tanto com a exposição dele, pois já expliquei que o Sacerdócio de Melquisedeque é o que agora rege a economia cristã. E o contraste em Heb. 7:8 é entre um sacerdócio de religiosos que MORREM e o sacerdócio Daquele que vive para sempre, Jesus Cristo.

O dízimo pago aos que morriam mostra a limitação de tal regime. Agora o dízimo é relacionado com um Sacerdote que não morre.

Lembrando que o vs. 12 é sempre mal interpretado por muita gente. A mudança da lei é mencionada só retoricamente, pois na verdade não haveria qualquer tal mudança, pois se os líderes judaicos, ao tempo em que Hebreus foi escrita, nem aceitavam a messianidade de Cristo, quanto mais Seu Sumo-Sacerdócio.

O contexto fala da HIPÓTESE de mudança da lei do sacerdócio (que não ocorreria certamente), que definia que para ser sacerdote o indivíduo teria que ser obrigatoriamente da tribo de Levi, enquanto Cristo era da tribo de Judá, desqualificado, portanto, segundo a ótica do Velho Concerto, para exercer tal função.
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Re: MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

Mensagem por Marcelo Almoedo em Sab 05 Abr 2014, 00:15

Boa noite
Lembrando que o vs. 12 é sempre mal interpretado por muita gente. A mudança da lei é mencionada só retoricamente, pois na verdade não haveria qualquer tal mudança, pois se os líderes judaicos, ao tempo em que Hebreus foi escrita, nem aceitavam a messianidade de Cristo, quanto mais Seu Sumo-Sacerdócio.
Hebreus 7:12 Para o sacerdócio sendo mudado. A lei como dado sob o sacerdócio levítico (Hebreus 7:11), e foi tudo agrupado em torno do sacerdócio como seu centro.
Não é feito de necessidade também de uma mudança da lei. Claro, se o sacerdócio foi mudado, a lei do velho sacerdócio, a lei de Moisés, deve ir com ele, e dar lugar a uma nova lei.

Professor, tô aqui mais uma vez para lhe perguntar, onde está escrito no Grande Livro que Melquisedeque pertência a casa de Levi, onde?

Hebreus 7:01-03<> Este Melquisedeque era rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo. Ele saiu ao encontro de Abraão, quando este estava voltando depois de ter matado os reis, e o abençoou.  Foi para ele que Abraão deu a décima parte de tudo o que possuía. (Melquisedeque era “rei de justiça”, pois esse era o significado do seu nome. Ele também era “rei de paz”, uma vez que era rei de Salém, e Salém quer dizer “paz”.)  Não se conhece seu pai, nem sua mãe, nem tampouco qualquer um dos seus antepassados. Não se sabe nada sobre o seu nascimento ou sobre a sua morte. Ele é como o Filho de Deus e permanece como sacerdote para sempre.
O contexto fala da HIPÓTESE de mudança da lei do sacerdócio (que não ocorreria certamente), que definia que para ser sacerdote o indivíduo teria que ser obrigatoriamente da tribo de Levi, enquanto Cristo era da tribo de Judá, desqualificado, portanto, segundo a ótica do Velho Concerto, para exercer tal função.
Professor você afirma que Jesus era da tribo de Judá, descendente da casa de David)....mas segundo os evangelhos José não era pai de Jesus.....e Maria sua mãe era prima de Isabel (Lucas 1:36)..e Isabel filha de um sacerdote. Lucas 1:05..e quem conhece as leis judaicas sabe que o sacerdocio era passado de pai para filho. Maria era prima de Isabel por causa do parentesco dos pais delas.....ora o Pai de Maria era da tribo de Levi (origem sacerdotal)...como então Jesus era da tribo de JUDÁ (tribo de David) ?! 

Se você lê as duas genealogias dadas nos evangelho você tem a genealogia de José (Mateus 1:01 e Lucas 3:23 (que era da tribo de Judá), e a genealogia de Maria.....mas sendo Jesus concebido de forma milagrosa Lucas 1:35 , ele não era filho de José por linha paternal...logo não era descendente de David ! E Maria sendo prima por parte de pai de Isabel, era da tribo de Levi.....Eita ia me esquecendo de lhe dizer a mãe de Maria Ana, Avó de Jesus também era da tribo de Levi. 

Agora me diz como Jesus poderia pertencer a tribo de Judá e descendente de Davi se o pai (José) não era o seu pai biológico ? Números 1:18 <> Jeremias 33:17 

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Re: MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

Mensagem por Prof. Azenilto G. Brito em Sab 05 Abr 2014, 16:59


Legalmente Ele era da tribo de Judá, pois o pai era judeu, tanto que o verso 14 declara: “Visto ser manifesto que nosso Senhor procedeu de Judá, e concernente a essa tribo nunca Moisés falou de sacerdócio”. O tema, portanto, é o contraste entre quem é da tribo de Judá e de Levi, referente a Jesus Cristo.

De qualquer modo, Hebreus 7:12 não fala da mudança de lei nenhuma que realmente se deu NA PRÁTICA. A lei do sacerdócio não foi alterada na realidade, pois os judeus não aceitavam a Cristo nem como Messias, quanto mais O aceitariam como sacerdote, menos ainda Sumo-Sacerdote.

Agora, realmente há uma nova lei, citada em Heb. 8:6-10. Daí, temos nossa importante pergunta tira-teima que não vejo nossos oponentes dispostos a responder de modo objetivo, específico, claro, conciso, ao ponto:

Tendo em conta que a passagem mais importante da Bíblia a tratar da transferência do velho para o novo pacto é Heb. 8:6-10 (ver também 10:16), onde é dito nessa passagem que ao escrever o que é tratado como Minhas leis [de Deus], nos corações e mentes dos que aceitam os termos do Novo Pacto [Novo Testamento], como é a promessa dos referidos textos, nesse processo Deus:

a) deixa de fora o mandamento do sábado;

b) mantém o preceito do sábado, mas trocando a santidade do 7o. para o 1o. dia da semana;

c) estabelece que este suposto novo “dia do Senhor” dominical é como um “domingão do crentão”, para ser observado de modo mais 'light', nele podendo-se comprar, vender, ver o esporte no estádio ou na TV;

OU

d) deixa o princípio do dia de repouso como algo vago, voluntário e variável, que se ajusta aos interesses ou conveniências do crente (ou do seu empregador)?

E MAIS:

e) deixa de fora as regras de alimentos impuros;

f) deixa de fora a regra de sustentação do ministério mediante dízimos?

Textos básicos: Heb. 8:6-10, 10:16; 2ª. Cor. 3:6-8; cf. Jer. 31:31-33 e Eze. 36:26, 27, Isa. 66:16-18; 1 Cor. 9:13, 14.


É a velha equação que prossegue indemonstrada:


NOVO CONCERTO = NOVA LEI
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Re: MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

Mensagem por Marcelo Almoedo em Ter 08 Abr 2014, 20:31

Boa noite

Porfessor
Legalmente Ele era da tribo de Judá, pois o pai era judeu, tanto que o verso 14 declara: “Visto ser manifesto que nosso Senhor procedeu de Judá, e concernente a essa tribo nunca Moisés falou de sacerdócio”. O tema, portanto, é o contraste entre quem é da tribo de Judá e de Levi, referente a Jesus Cristo.
Tá, mas através de quem, de José ou Maria
pois o pai era judeu,
Não professor, as profecias indica que o Messias será um descendente biológico direto do Rei David através de Salomão que foi sucessor ao trono, o qual construiu o Templo Sagrado em Jerusalém
1 Reis 8:15-20
15 - E disse Salomão: Bendito seja e Senhor, Deus de Israel, que falou pela sua boca a Davi, meu pai, e pela sua mão cumpriu a palavra que disse:
16 - Desde o dia em que eu tirei do Egito o meu povo Israel, não escolhi cidade alguma de todas as tribos de Israel para se edificar ali uma casa em que estivesse o meu nome; porém escolhi a Davi, para que presidisse sobre o meu povo Israel.
17 - Ora, Davi, meu pai, propusera em seu coração edificar uma casa ao nome de Senhor, Deus de Israel.
18 - Mas o Senhor disse a Davi, meu pai: Quanto ao teres proposto no teu coração o edificar casa ao meu nome, bem fizeste em o propor no teu coração.
19 - Todavia, tu não edificarás a casa; porém teu filho, que sair de teus lombos, esse edificará a casa ao meu nome.
20 - E o Senhor cumpriu a palavra que falou; porque me levantei em lugar de Davi, meu pai, e me assentei no trono de Israel, como falou o Senhor, e edifiquei uma casa, ao nome do Senhor, Deus de Israel.

Veja também  1 Crônicas 17:11-15 <> 1 Crônicas 22:09-10 e 28:03-07
De qualquer modo, Hebreus 7:12 não fala da mudança de lei nenhuma que realmente se deu NA PRÁTICA. A lei do sacerdócio não foi alterada na realidade, pois os judeus não aceitavam a Cristo nem como Messias, quanto mais O aceitariam como sacerdote, menos ainda Sumo-Sacerdote.
Professor, isso não é nenhuma novidade, todos nós sabemos que os Judeus não reconhece o Jesus como sendo o Cristo, o Messias, portando Eles não então sujeitos aos seus ensanimentos e nem tampouco o Novo Testamento, Mas TODOS Vocês Estão, correto?
Agora, realmente há uma nova lei, citada em Heb. 8:6-10. Daí, temos nossa importante pergunta tira-teima que não vejo nossos oponentes dispostos a responder de modo objetivo, específico, claro, conciso, ao ponto:
Vamos ao texto

Hebreus 8:06-10

6 - Mas agora alcançou ele ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de um melhor pacto, o qual está firmado sobre melhores promessas.
7 - Pois, se aquele primeiro fora sem defeito, nunca se teria buscado lugar para o segundo.
8 - Porque repreendendo-os, diz: Eis que virão dias, diz o Senhor, em que estabelecerei com a casa de Israel e com a casa de Judá um novo pacto.
9 - Não segundo o pacto que fiz com seus pais no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; pois não permaneceram naquele meu pacto, e eu para eles não atentei, diz o Senhor.
10 - Ora, este é o pacto que farei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor; porei as minhas leis no seu entendimento, e em seu coração as escreverei; eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo;

Porque, se aquela primeira fora irrepreensível - veja a nota sobre Hebreus 7:11. Está implícito aqui que Deus tinha dito que essa aliança não era perfeita ou sem defeito. O significado não é que esse primeiro pacto feito sob Moisés teve falhas reais - ou inculcado o que estava errado, mas que não continha a ampla provisão para o perdão dos pecados ea salvação da alma, que era desejável. Foi meramente "preparatória" para o evangelho
Tendo em conta que a passagem mais importante da Bíblia a tratar da transferência do velho para o novo pacto é Hebreus 8:06-10 (ver também (Hebreus 10:16), onde é dito nessa passagem que ao escrever o que é tratado como Minhas leis [de Deus], nos corações e mentes dos que aceitam os termos do Novo Pacto [Novo Testamento], como é a promessa dos referidos textos, nesse processo Deus: 
a) deixa de fora o mandamento do sábado; 
E o que foi estabelecido

b) mantém o preceito do sábado, mas trocando a santidade do 7o. para o 1o. dia da semana; 
Não isso não foi transcrito em lugar nenhum no Grande Livro, quem alterou foi a forte caneta do Papa, em virtude da ressurreição de Jesus

c) estabelece que este suposto novo “dia do Senhor” dominical é como um “domingão do crentão”, para ser observado de modo mais 'light', nele podendo-se comprar, vender, ver o esporte no estádio ou na TV;
Não é uma obrigatoriedade..
OU 

d) deixa o princípio do dia de repouso como algo vago, voluntário e variável, que se ajusta aos interesses ou conveniências do crente (ou do seu empregador)? 
foi essa a decisão imposta no Novo Pacto.
E MAIS:

e) deixa de fora as regras de alimentos impuros;
Esse vai para o próximo post

f) deixa de fora a regra de sustentação do ministério mediante dízimos?
Pela nova ordem, isso não sera mais necessário, como uma obrigatoriedade, mais volutáriamente


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Re: MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

Mensagem por Gleison Elias em Qua 09 Abr 2014, 00:12

-

Se eu perguntar para Paulo se Jesus era judeu "legalmente", ele irá refutar, dizendo:

"O Filho de Deus, nasceu da descendência de Davi segundo a carne"
Romanos 1:3

Se eu perguntar para Paulo porque Jesus é declarado Filho de Deus, ele não irá mencionar seu nascimento, mas:

"[ Jesus Cristo, nosso Senhor,] foi declarado Filho de Deus em poder, segundo o Espírito de santificação, pela ressurreição dos mortos,"
Romanos 1:4

Segundo a crença cristã moderna, Paulo deveria dizer:

"PAULO, servo de Jesus Cristo, chamado para apóstolo, separado para o evangelho de Deus.
O qual antes prometeu pelos seus profetas nas santas escrituras,
Acerca de seu Filho, descendência de Davi segundo a lei dos homens,
Declarado Filho de Deus em concepção, pelo  Espírito Santo, pela ressurreição dos mortos, Jesus Cristo, nosso Senhor,"
Romanos 1:1-4
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Re: MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

Mensagem por Prof. Azenilto G. Brito em Sex 11 Abr 2014, 22:21


Vejo que o Almoedo não resolveu as questões suscitadas sobre Heb. 7:12, muito menos de 8:6-10.

Não analisou devidamente o que diz Heb. 7:14 onde claramente a referência é à procedência de Jesus DE JUDÁ. Então a lei do sacerdócio é que teria de ser mudada (mas nem foi), para permitir que alguém da tribo de Judá ocupasse o sacerdócio sem ter legítimo direito a isso (pois só os da tribo de Levi poderiam).

Detalhes sobre a mãe de Jesus não passam nem de longe pela cabeça do autor de Hebreus, então nem sei para que levantar isso.

E nossa pergunta tira-teima não foi nem de longe resolvida também. Há uma escrita das “Minhas leis” (de Deus) nos corações dos que aceitam esse Novo Concerto [Novo Testamento], e não é dito em parte alguma que dessas “Minhas leis”, Deus resolve, sabe-se lá por que, eliminar SOMENTE o preceito do dia de repouso, mantendo todos os demais do Decálogo (a Lei Moral). Por que iria Deus dispensar o necessário descanso físico e mental para o homem (cientificamente demonstrado como fator importante para a saúde humana), associado a um tempo a ser-Lhe especialmente dedicado?

E sendo que Heb. 8:6-10 é mera reprodução de Jer. 31:31-33, então essas “Minhas leis” são AS MESMAS do tempo do profeta, exceto, logicamente, os preceitos rituais, cerimoniais, prefigurativos. Mas o sábado não preenche tais requisitos, pois os ritos e cerimônias apontam ao futuro--ao “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (João 1:29), enquanto o sábado aponta ao PASSADO--à criação de todas as coisas. É o “memorial da criação” (ver Sal. 111:2-4).
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Re: MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

Mensagem por Marcelo Almoedo em Sab 12 Abr 2014, 01:08

Bom dia

Professor
Azenilto msg 118 
De qualquer modo, Hebreus 7:12 não fala da mudança de lei nenhuma que realmente se deu NA PRÁTICA. A lei do sacerdócio não foi alterada na realidade, pois os judeus não aceitavam a Cristo nem como Messias, quanto mais O aceitariam como sacerdote, menos ainda Sumo-Sacerdote.
Replica Almoedo
Professor, isso não é nenhuma novidade, todos nós sabemos que os Judeus não reconhecem o Jesus como sendo o Cristo, o Messias, portando Eles não então sujeitos aos seus ensinamentos e nem tampouco o Novo Testamento, Mas TODOS Vocês Estão, correto?
Azenilto
Vejo que o Almoedo não resolveu as questões suscitadas sobre Heb. 7:12, muito menos de 8:6-10.
Como não? Você poderia ser mais especifico quanto a isso?

Porque não sei qual o motivo e não estou compreendendo de você está envolvendo os Judeus nessa parada, conforme vocês, Eles não estão salvos, por não acreditar em Jesus e muito menos no Novo Testamento, portanto é inultil e desnecessário aplicar quaisquer práticas de ensino do N.T. que envolvam os judeus. Está claro professor?. 

Agora caro professor presta atenção no que o escritor aos Hebreus tenta explica no contexto do tema que ele introduziu em Hebreus 2:17: Jesus como nosso Sumo Sacerdote.
 (17 - Pelo que convinha que em tudo fosse feito semelhante a seus irmãos, para se tornar um sumo sacerdote misericordioso e fiel nas coisas concernentes a Deus, a fim de fazer propiciação pelos pecados do povo.) Ele começou a discutir a questão em Hebreus 5:10, mas teve de passar algum tempo alertando os cristãos desanimados sobre o perigo de não continuar e progredir em sua vida cristã.

Acompanhe o grifo em (Hebreus 7: 11-14

11 - De sorte que, se a perfeição fosse pelo sacerdócio levítico (pois sob este o povo recebeu a lei), que necessidade havia ainda de que OUTRO SACERDOTE se levantasse, segundo a ORDEM DE MELQUISEDEQUE, e que não fosse contado segundo a ordem de Arão?

Você diz que em Hebreu 7:12 NÃO houve mudança na lei, Leia dnovo por favor

12 - Pois, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também MUDANÇA DA LEI.
13 - Porque aquele, de quem estas coisas se dizem, PERTENCE A OUTRO TRIBO, DA QUAL NINGUÉM SERVIU AO ALTAR,
14 - visto ser manifesto que nosso NOSSO SENHOR PROCEDEU DE JUDÁ, tribo da qual Moisés nada falou acerca de sacerdotes.

Hebreus 7:18-19 Pois, com efeito, o mandamento anterior é AB-ROGADO por causa da sua fraqueza  e INUTILIDADE 19 - (pois A LEI nenhuma coisa aperfeiçoou), e desta sorte é introduzida uma melhor esperança, pela qual nos aproximamos de Deus. 

muito menos de 8:6-10.

Professor, Consagrar o Sábado e a regra de sustentação do ministério mediante do dízimos,  tudo isso e todas as leis foram sub rogado por um novo pacto, uma nova aliança, porque se o primeiro pacto tivesse sido infalível, irrefragável não teria havido necessidade de outro pacto uma nova aliança (Hebreus 8:07) O escritor de Hebreus percebe que a falha estava realmente no povo de Deus,(os Judeus/Israel) e não na aliança (8:08-09). Um homem poderia ser declarado justo sob a Antiga Lei se a guardasse perfeitamente, nunca violando um único preceito (Levítico 18:04-05). Mas o povo Judeus não guardava a lei de Deus e assim ela se tornou um instrumento de morte espiritual para ele (Romanos 7:10-13). Mas segundo a bíblia, Deus deu ao homem a esperança, prometendo através do profeta Jeremias que ele faria um novo pacto com seu povo. O novo pacto, contudo, é diferente, como Jeremias profetizou.Jeremias 31:31. Que é ensinado que às pessoas devem primeiro se tornarem parte da nação escolhida de Deus somente depois de aceitarem as condições do novo pacto para se tornarem parte dessa nação (Hebreus 8:11).

Isso deve resolver e responder aos seus questionamentos.

Assim esta escrito e assim entendi

Almoedo

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Re: MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

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    Data/hora atual: Seg 21 Maio 2018, 23:07